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A “magia” das pirâmides: O efeito pirâmide

Posted by luxcuritiba em maio 21, 2013

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Pirâmide sob efeito de uma bobina de Tesla.

Pirâmide sob efeito de uma bobina de Tesla.

A descoberta desse efeito soa como um conto de fadas comovente.

Uma vez, na florida Cote d’Azur de Nice, Antoine Bovis conduzia um negócio de ferragens. Ora, o Sr. Bovis tinha em mente algo mais elevado que o comércio de parafusos e rebites, ele era um encarniçado pensador e inventor, e já nos anos 30, quando ninguém ainda falava em “New Age”, Antoine Bovis dirigia um círculo esotérico. Quem iria se surpreender ao saber que ao lado de alavancas de ferro e ferramentas de todos os tipos o Sr. Bovis também vendia em sua loja pêndulos magnéticos especiais, um “biômetro” inventado por ele e diversos aparelhos radiostáticos? Em uma viagem ao Egito que o levou também à Grande Pirâmide de Gizé, Bovis fez uma curiosa descoberta, por cima da qual outros turistas passavam inadvertidamente. No chão da câmara real havia um pequeno rato-dodeserto morto, sabe Deus como o animalzinho foi parar no milenar edifício.

Antoine Bovis tocou levemente o ratinho com a ponta do pé; estava interessado em saber se besouros ou formigas já teriam encontrado o tortuoso caminho até o cadáver do animal. O Sr. Bovis perscrutou atentamente o chão com os olhos, virou e revirou o ratinho até que finalmente se abaixou e apanhou o animalzinho. Então ele estremeceu como se tivesse sido atingido por um raio: o rato do deserto estava leve como uma pluma, enrugado, mumificado.

Que forças duvidosas estariam agindo ali? Por que o ratinho não se decompunha?

Nem bem chegou a casa, o estranho Sr. Bovis construiu uma pequena pirâmide com bastões de ferro e madeira; a descoberta na pirâmide de Quéops lhe dava nos nervos. Desde o início a intuição o levou a fazer o que era correto. Exatamente como a pirâmide original em Gizé, Antoine Bovis dispôs seu modelo na direção norte—sul, e então colocou um pequeno pedestal de madeira na pirâmide, que tinha exatamente um terço da altura de seu modelo. O pedestal deveria marcar a posição da câmara do rei, que na Grande Pirâmide também se encontra a um terço de altura sobre a fundação. Finalmente, seguindo uma inspiração de momento, e claro que também porque havia ragu de novilho para o jantar, Bovis colocou um pedacinho de carne de novilho sobre o pedestal.

A carne na verdade deveria, nos dias seguintes começar a cheirar mal, mas isso não aconteceu. Ela foi se tornando visivelmente mais seca, mais ressequida, exatamente como se uma energia invisível fosse retirando o líquido do pedaço de ragu. Bovis observou, irritado, o processo de mumificação, e então fez novas séries de experimentos com e sem o modelo de pirâmide. Todos os materiais orgânicos se desidratavam na pirâmide, e os que ficavam fora dela apodreciam. Isso é muito lógico, disse para mim mesmo quando li essa história pela primeira vez. A carne na pirâmide está isolada quase que hermeticamente do ambiente, as bactérias não podem entrar, como em nossas embalagens a vácuo. Mas por que os pedaços de carne secam? O que lhes retira o suco?

hardy1Pensamentos semelhantes também devem ter movido o engenheiro de rádio tcheco Karl Drbal, que leu um ensaio sobre o Sr. Bovis em um jornal obscuro. Drbal repetiu os experimentos de Antoine Bovis, confirmou-os e disse para si que carne, ovos e queijo deviam ser os ingredientes errados para experiências com pirâmides. Como a coisa se comportaria com objetos de pesquisa inorgânicos, “não vivos”, portanto? Será que um pedaço de pedra, uma colher de café ou, quem sabe, um dedal se secariam em um modelo de pirâmide?

Karl Drbal procurou um objeto pequeno, que coubesse em sua minúscula pirâmide de papelão de apenas oito centímetros de altura (comprimento da base: 12,5 cm). Seus olhos caíram sobre uma lâmina de barbear usada, com a qual de qualquer forma não se podia fazer mais nada. O engenheiro de rádio presumia que a lâmina perderia na pirâmide o pouco de corte que lhe restava. Vinte e quatro horas mais tarde, examinou a superfície cortante com uma lente. Ele estava enganado, ou a lâmina exibia um corte novo? Decidindo-se rapidamente, Karl Drbal raspou sua barba rala com a lâmina velha. Então tornou a colocar a lâmina na pirâmide; o metal gasto por completo deveria arruinar-se totalmente. No dia seguinte ele barbeou-se outra vez de maneira impecável com a mesma lâmina. O que estaria acontecendo? Estaria ele somente imaginando, ou a lâmina estava mais afiada? Seus dedos passearam de leve pela pele perfeitamente glabra, na qual não se podia constatar o menor corte. Balançando a cabeça, Karl Drbal tornou a colocar o objeto da experiência na pirâmide — e barbeou-se impecavelmente com a mesma lâmina durante cinqüenta dias.

Tudo isso aconteceu em fevereiro e março de 1949. O teimoso engenheiro de rádio continuou experimentando durante cinco anos e três meses, até 6 de julho de 1954. O tempo médio de utilização era de 105 barbas diárias por lâmina. No total Karl Drbal utilizou 18 lâminas de diferentes fabricações, onde “a quantidade de barbas com a mesma lâmina sendo usada diariamente ficava entre 200, 170, 165, 111 e 100″30. Além disso, Karl Drbal continuou a usar seu afiador de lâminas de barbear grátis após a fase de experiências. Em 25 anos ele usou — note bem — apenas vinte e oito lâminas! É compreensível que os fabricantes de lâminas de barbear mostrassem pouco entusiasmo a respeito.

Faltava pouco para patentear o prodígio da lâmina de barbear. Mas como? O próprio Karl Drbal não sabia qual o processo que produzia a mágica no modelo de pirâmide. Finalmente, apesar disso, ele apresentou um pedido de patente, e como tinha certeza de que a comissão de patentes dificilmente se deixaria convencer, enviou uma pequena pirâmide com lâminas de barbear aos metalúrgicos que faziam parte da comissão. Sim, e como nos anos 50 usar uma lâmina nova por dia era um luxo na Tchecoslováquia, os metalúrgicos céticos experimentaram com as próprias barbas.

No verão de 1959 Karl Drbal conseguiu a patente do “Dispositivo para a Manutenção de Lâminas de Barbear e Navalhas”. CSSR — Patente no. 93.304.

Desde então a experiência com as lâminas de barbear foi repetida milhares de vezes, sempre com o mesmo resultado desde que a pirâmide experimental e a superfície cortante da lâmina de barbear fossem colocadas exatamente na direção norte—sul. O Dr. Gottfried Kirchner noticiou em seu programa de televisão Terra X um experimento estritamente científico conduzido pelo Prof. Dr. J. Eichmeier na Universidade Técnica de Munique. Aí a metade de uma lâmina permanecia durante oito dias em uma pirâmide deplexiglas, e a outra metade em uma gaveta trancada. Subseqüentemente as duas metades de lâmina eram examinadas sob o microscópio eletrônico. “As diferenças na largura das superfícies cortantes, mas também na estrutura superficial das duas metades de lâmina” eram notáveis, escreve o Dr. Kirchner.

Explicações para o inconcebível

piramide-Farol-Antigo_800x600Que energia modifica a estrutura molecular e, com isso, a ordenação dos átomos em uma lâmina de aço? Por que a experiência só funciona em uma pirâmide e não igualmente em um cubo ou um cilindro? O que a forma da pirâmide tem em si de especial, e por que a misteriosa energia somente atua quando um lado da pirâmide aponta com exatidão o norte da bússola? Não se pode mais contestar que as modificações não ocorrem apenas no aço, mas também em outros materiais, somente não se sabe de nada muito preciso em relação a como isso se dá. O Dr. Kirchner informa sobre cientistas americanos que acham que a energia de radiação do objeto da experiência é conservada no interior da pirâmide. “A energia, portanto, não pode passar pelas superfícies laterais, sendo refletida para o interior da pirâmide.” Os reflexos ininterruptos modificariam a estrutura.

Isso à primeira vista pode soar aceitável, mas provoca mais perguntas que as que são respondidas. Todas as ligações moleculares, e portanto toda matéria, irradia energia. É somente graças a essa irradiação própria que os radioastrônomos comprovam a existência de séries inteiras de materiais orgânicos e inorgânicos no universo. No entanto, irradiação significa ao mesmo tempo perda de energia. Caso uma fonte de radiação fosse “irradiada” até o fim, ela deixaria de existir. A energia irradiada é constantemente renovada no âmbito subatômico, porque os elétrons, os tijolos dos átomos, modificam seu estado e saltam por assim dizer de um nível de energia para outro. Ora, um lado da pirâmide feito de papelão é tão permeável para um elétron quanto uma rede de pesca o é para o ar. O que é que o ângulo de inclinação de uma pirâmide muda nisso tudo?

O tcheco Karl Drbal, que realizou a mais demorada série de experiências com lâminas de barbear em pirâmides, menciona uma série de outras razões para o efeito piramidal. Nos “pequenos espaços intersticiais da estrutura cristalina do corte da lâmina de barbear” estão armazenadas também as chamadas moléculas de água dipolares. Estas são expulsas pela ressonância da energia radiante. Simbolicamente, segundo Karl Drbal, poderia se falar de “uma desidratação do fio da lâmina de barbear”.

Em que mundo dos espíritos desaparecem então essas moléculas de água dipolares, já que pretensamente elas se refletem no espaço interno da pirâmide? Elas se misturam com o ar circundante, diz Karl Drbal, e com isso dá talvez a única solução plausível. As pirâmides experimentais são permeáveis ao ar. Mas o que acontece com uma pirâmide experimental no vácuo, que não permite nenhum tipo de troca de ar? Que energias mensuráveis são necessárias para espremer ou liberar as moléculas de água dipolares do aço?

O físico soviético Malinow esclareceu o estranho efeito das pirâmides através de ”ondas eletromagnéticas” no contexto do campo magnético da Terra. Mas então por que razão, por todos os faraós construtores de pirâmides, estas ondas matam os fungos e bactérias que provocam o bolor e o apodrecimento dos alimentos, mas ao lado disso conservam os mesmíssimos alimentos e até reforçam o seu aroma natural? No âmbito da Ancient Astronaut Society, uma associação de utilidade pública que se ocupa de minhas teorias, queríamos uma explicação exata para isso, e incentivamos nossos sócios a executarem experiências com todos os materiais possíveis e imagináveis. Após semanas e meses chegaram a nós 118 cartas de homens e mulheres de várias atividades profissionais, mas também de estudantes. Todos eles haviam construído modelos de pirâmides de tamanhos diversos, com diferentes materiais, e as tinham colocado no jardim, no porão, sobre o forro da casa, no dormitório, em um colchão de ar ancorado na piscina e até mesmo na geladeira, municiadas com as coisas mais espantosas. Um jovem de dezesseis anos de Holzkirchen, na Bavária superior, informou que havia colocado formigas em uma caixinha de material plástico, mas elas morreram após quatro dias, e um ginasiano da mesma idade descreveu sua experiência com moscas, que já tinham batido as botas 24 horas depois. Faltaram oxigênio, líquido e alimento aos pobres animaizinhos. Ordenei por telefone aos experimentadores adolescentes que interrompessem suas experiências de horror imediatamente. As pessoas às vezes são sinistras.

Uma professora, que estava passando as férias no cantão de Tessin, no sul da Suíça, colocou um pedaço de pão embolorado em sua pirâmide revestida de papel-pergaminho e depositou a obra de arte de 22 centímetros de altura no porão, “porque lá é bastante úmido, e os fungos do bolor gostam de umidade e escuridão”. Após dezoito dias o bolor tinha desaparecido, e o pão tinha virado farinha de rosca. Ha!

375190_4106647952304_424729935_nPerplexo ficou o pensionista de Arbon, às margens do lago de Constança, que colocou em uma pirâmide de vidro uma dessas pequenas velas que se usam para manter os pratos aquecidos. Ele escreveu que na verdade apenas queria saber se a chama queimava regularmente. Como a pequena chama se apagava com freqüência devido à falta progressiva de oxigênio, o homem de 68 anos perdeu a paciência com a brincadeira e esqueceu a pirâmide na estante de livros. Nove dias depois, ao passar por lá e olhar para a pirâmide, constatou que a vela tinha se transformado em um dedo atrofiado de cera. A temperatura outonal dificilmente poderia justificar a deformação da vela, nenhuma das outras velas que estavam na sala exibia qualquer modificação.

“Verdadeiramente assustada” ficou também Elka, uma pintora de fim-de-semana de 62 anos, de Wuppertal, que por puro prazer pincela a óleo pequenas figuras em miniatura. Seus coloridos produtos são minúsculos, têm um comprimento lateral de apenas cinco centímetros. A Sra. Elka colocou um quadrinho recém-pintado sobre um elegante pedestal de madeira em uma pirâmide de vidro de 28 cm de altura, não porque estivesse fazendo uma experiência, mas muito simplesmente porque o quadrinho, que mostrava uma pequena casa, um gato e a lua cheia, ficava bastante valorizado atrás das superfícies triangulares da pirâmide. Uma semana depois a Sra. Elka teve a impressão de que a miniatura se modificava. Três semanas mais tarde “a lua tinha caído do céu, a tinta do teto de madeira negro e ocre estava totalmente rachada, o céu azulescuro brilhava intensamente e a parte posterior do gato tinha se dissolvido no ar”. Que belo efeito! Recomendei à Sra. Elka que anunciasse suas futuras criações como “autenticamente pintadas por pirâmides”.

A experiência da pirâmide feita pelo casal Burgmüller, em Hamburgo, com o banal mel de abelhas apontava na mesma direção. Os Burgmüller moram no oitavo andar de um edifício, e tinham comprado sua pequena pirâmide deplexiglas de 14,5 cm de altura. Após o café da manhã, o Sr. Burgmüller colocou duas colheres de sopa de mel em uma tacinha e pôs o recipiente sobre o pedestal no interior da pirâmide, como estava previsto. Vinte e quatro dias depois o mel tinha se transformado em um pelote “que parecia cera endurecida ao tato”. Inadvertidamente a fiel esposa tirou a pirâmide de sua posição norte—sul ao arrumar a sala e — abracadabra — apenas seis dias depois o mel de abelhas escorria da tacinha mais líquido do que nunca. Talvez dessa maneira se possam explicar as lágrimas de São Januário, que está na catedral de Nápoles e que todos os anos começa a chorar de maneira fantasmagórica.

Esses resultados, que se devem mais ao acaso que a qualquer outra coisa, foram confirmados pelos “contabilistas”. Com isso me refiro àquelas pessoas quietas e amistosas que penosamente mantêm um registro diário e horário e que até mesmo pesam os objetos da experiência na balança de cartas. Gerhard Leiner de Graz, Áustria, construiu um modelo de pirâmide de madeira compensada de 4,5 mm de espessura. Ele iniciou sua série de experiências no dia 19 de março de 1983 às 12h30 min. Na pirâmide — posicionada na direção norte—sul — de colocou um ovo de galinha com sete dias que pesava 60,2 g. Um segundo ovo de galinha ficava fora do âmbito da experiência. A sala na qual o experimento estava sendo levado a cabo tinha uma temperatura média de 19°C.

No dia 4 de outubro — duzentos dias depois! — o ovo da pirâmide tinha perdido 58,8 por cento de seu peso, a gema estava amarela, o cheiro completamente normal: o ovo estava comestível. O ovo de controle fora da pirâmide tinha um fedor que subia até o céu, perdão, até o teto da sala. Outras tentativas de longa duração feitas por Gerhard Leiner confirmam os resultados, somente um pintinho ainda não eclodiu do ovo. Outro membro da AAS experimentou com pedaços de maçã, rabanetes, sementes de plantas, tabaco, suco de laranja, plantas de pepino e de tomate e até mesmo com morangos.

Fonte: “Os Olhos da Esfinge”, de Erich Von Däniken.

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Uma resposta to “A “magia” das pirâmides: O efeito pirâmide”

  1. Se tudo isso acontece em nosso planeta somos energia e deve ter muitas formas de saber a posição certa para que acontece estes fenomenos somos atomos moleculas e celulas nosso planeta é agua e oxigenio a agua em movimento se transforma em energia e luz os atomos é o mesmo se estamos no cinturão eletromagnetico temos os polos Norte E Sul Leste e Oeste deve ter alguns eou varios segredos em nosso planeta e uma força poderosa que ainda nos vai ser revelado simplesmente a qualquer hora os sinais estão aparecendo quando menos espera tudo vem a tona pode ter certeza e quero estar aqui pra presenciar tudo isso de camarote.

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