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A cidade subterrânea de Derinkuyu

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 8, 2012

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Em 1963, um habitante de Derinkuyu (na região da Capadocia, Anatolia central, Turquía), ao derrubar uma parede de sua casa, descobriu assombrado que por detrás da mesma se encontrava uma misteriosa habitação que nunca havia visto; esta habitação levou-o a outra e esta a outra e a outra…

Por casualidade havia descoberto a cidade subterrânea de Derinkuyu, cujo primeiro nivel foi escavado pelos hititas cerca de 1400 a.C.

Os arqueólogos começaram a estudar esta fascinante cidade subterrânea abandonada. Conseguiram chegar aos quarenta metros de profundidade, acreditando-se contudo que chegue aos 85 metros.

Actualmente já se descobriram 20 niveis subterrâneos. Só podem ser visitados os oito níveis superiores; os restantes estão parcialmente obstruidos ou reservados aos arqueólogos e antropólogos que estudam Derinkuyu.

A cidade foi utilizada como refúgio por milhares de pessoas que viviam no subsolo para se proteger das frequentes invasões que sofreu a Capadocia, nas diversas épocas da sua ocupação, e também pelos primeiros cristãos.

Os inimigos, conscientes do perigo que corriam ao introduzir-se no interior da cidade, geralmente tentavam que a população viesse à superfície envenenando os poços.

O interior é assombroso: as galerias subterrâneas de Derinkuyu (onde há espaço para, pelo menos, 10.000 pessoas) podiam refugiar-se em três pontos estratégicos deslocando portas circulares de pedra. Estas pesadas rochas que encerravam as entradas impediam a invasão dos inimigos. Tinham de 1 a 1,5 metros de altura, uns 50 centímetros de espessura e um peso de até 500 Kilos.

Derinkuyu tem ainda um túnel de quase 8 kilómetros que conduz a outra cidade subterrânea: Kaymakl.

De cidades subterrâneas desta zona já falava o historiador grego Jenofonte. Na sua obra Anábasis explicava que as pessoas que vivian na Anatolia haviam escavado suas casas no sub-solo  e viviam em alojamentos suficientemente grandes para albergar uma família, seus animais domésticos e armazém de alimentos.

Nos níveis recuperados, encontraram-se estábulos, comedouros, uma igreja (de planta cruciforme de 20 por 9 metros, com um teto de mais de 3 metros de altura), cozinhas (todavia já enegrecidas pelo fumo das fogueiras que acendiam para cozinhar), prensas para o vinho e para o azeite, tabernas, cantinas, uma escola, numerosas habitações e até um bar.

A cidade era beneficiava da existência de um rio subterrâneo; tinha poços de água e um magnífico sistema de ventilação. (Encontraram 52 poços de ventilação que assombraram os engenheiros da actualidade).

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Inscrição em pedra é projeto da Torre de Babel

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 7, 2012

02.01.2012 ]

Reinaldo José Lopes

Especialistas que analisaram uma inscrição de 2.600 anos dizem que ela é uma espécie de placa comemorativa da inauguração da Torre de Babel, com detalhes do projeto celebrizado pela Bíblia.

A conclusão está num novo livro de título indigesto, “Cuneiform Royal Inscriptions and Related Texts in the Schoyen Collection” (“Inscrições Reais em Cuneiforme e Textos Relacionados da Coleção Schoyen”).

Martin Schoyen é um empresário norueguês, dono de uma coleção de antiguidades que inclui, entre outras coisas, inscrições em cuneiforme (difícil sistema de escrita do antigo Oriente Médio) feitas a mando dos reis da Mesopotâmia, no atual Iraque.

Entre essas inscrições está a estela – essencialmente um poste de pedra – erigida quando Nabucodonosor 2º governava a Babilônia, entre 605 a.C. e 562 a.C. Coberta com textos e desenhos, a estela relata a construção de uma obra que, se fosse egípcia, teria porte faraônico.

TERRA E CÉU

Seu nome era Etemenanki. Em sumério, idioma que já era arcaico nos tempos de Nabucodonosor 2º, a palavra significa “templo das fundações da terra e do céu”. E o rei da Babilônia carrega nas tintas propagandísticas ao descrever como construiu a estrutura, cuja altura, segundo relatos posteriores, chegava a mais de 90 m.

“[Para construí-la] mobilizei todos em todo lugar, cada um dos governantes que alcançaram a grandeza entre todos os povos do mundo. Preenchi a base para fazer um terraço elevado. As estruturas construí com betume e tijolo. Completei-a erguendo seu topo até o céu, fazendo-a brilhar como o Sol”, diz a inscrição na pedra.

O templo era dedicado ao deus Marduk, patrono da dinastia de Nabucodonosor.

ZIGURATE

A estrutura, que lembra um pouco uma pirâmide com degraus, encaixa-se na categoria dos zigurates, comum na arquitetura dos templos da antiga Mesopotâmia.

A equipe liderada por Andrew George, especialista em babilônio do University College de Londres, publicou pela primeira vez a descrição detalhada da estela no livro.

Para eles, a probabilidade de que o zigurate gigante tenha sido a inspiração para o relato bíblico da Torre de Babel é considerável. Para começar, já se sabia que “Babel” (“A Porta do Deus”) é apenas o nome dado pelos antigos hebreus à Babilônia.

Em segundo lugar, foi Nabucodonosor 2º o responsável por destruir o último reino israelita independente, o de Judá, arrasando o templo de Jerusalém e deportando milhares de pessoas da terra de Israel para a Babilônia no ano 586 a.C.

Os deportados israelitas, portanto, teriam tido a chance de ver de perto a maior das obras de seu opressor, justamente no período em que, segundo a maior parte dos estudiosos atuais, o texto da Bíblia estava sendo editado e consolidado no exílio.

A inspiração para a história do rei que tentou construir uma torre até o céu, portanto, teria vindo nessa época.

Se a hipótese de George e seus colegas estiver correta, a imagem na estela é a mais antiga representação da Torre de Babel, que acabaria inspirando inúmeros artistas da Idade Média até hoje. Uma identificação definitiva, contudo, é difícil de provar sem evidências mais diretas.

http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/01/02/inscricao-em-pedra-e-projeto-da-torre-de-babel-diz-pesquisador.jhtm

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A Aldeia de Matmata na Tunísia

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 5, 2012

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A aldeia de Matmata, célebre por suas casas trogloditas, está localizada numa pequena cordilheira. Seus habitantes, na sua maioria bérberes, construíram as casas debaixo da terra, escavando a areia argilosa, procurando temperaturas mais agradáveis e constantes.

As grutas se dispõem em círculo em volta de um fosso, com uma profundidade de 10 metros, pelo que quando alguém se aproxima parece que não há ninguém por essas zonas. O recente turismo tem originado uma fonte de recursos, com o que os matmatís mostram suas casas e aproveitam para comercializar seus originais artesanatos.

Um pátio enterrado a 8 m de profundidade e área de 10 x 10 m permite a organização de habitações à volta. Os quartos são de 3m largura e uma profundidade variável de 3 a 6 m. O teto está construído com uma abóbada.

O acesso é independente da ventilação e são os dois elementos básicos destes edifícios. Uma vala em todo o perímetro controla a entrada de água. O acesso em rampa está na parte mais baixa.

Pode chegar a ter 12 pisos, aos quais se chega por diferentes acessos. É como uma estrutura de ruas.
Os quartos e as vias de acesso têm ligações com grandes dutos verticais. O ar desses dutos está ligado a rios subterrâneos para garantir boas condições de higiene.

As comunidades subterrâneas de Matmata permaneceram praticamente desconhecidas para o mundo ocidental, até que um acidente as revelou. Em 1967, um evento altamente incomum no Deserto do Sahara, ou seja, uma chuva torrencial, que durou 22 dias, alagou todas as comunidades.

O Governo da Tunísia, enviou de imediato pessoal para avaliar os danos e construir novos edifícios, deparando-se com a surpresa de que havia população berbere que estava completamente escondida, a quem ninguém tinha encontrado antes, e a viver desse modo. Imediatamente eles construíram casas na superfície, mas os berberes recusaram-se a abandonar as suas cavernas tradicionais. Por esse motivo continuam lá até aos dias de hoje, com o valor acrescentado do turismo.

Que foi mais reforçado quando, uma década depois, o cineasta George Lucas escolheu este sítio como local privilegiado para seu novo filme de ficção científica, “Guerra nas Estrelas”. E, para as pessoas da época, os ditos moradores das areias, devem ter parecido alienígenas no meio do século XX.

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Dois morros em forma de pirâmide em Piediluco/Umbria

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 2, 2012

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Piediluco, 13 km ao sul de Terni/Umbria. Piediluco é conhecida pela sua peculiar colina, la montagna dell’Eco (“a montanha do echo”), que é capaz de reproduzir o eco de um onze versos rhime por Dante Alighieri (poeta italiano)! Exagero italiano ou evidência de uma estrutura artificial?

Piediluco também é conhecido por seu esplendor e criatividade na celebração do festival de solstício de verão, em 21 de Junho, no lago mais belo da Itália.

Duas colinas piramidais situadas em ambos os lados do lago de Piediluco.

Veja abaixo algumas fotos das supostas pirâmides:

Colina piramidal no.1, “la rocca” (a rocha) com topo achatado e fortaleza, construída em 1364.

Colina piramidal no.2: “Echo Hill”, la montagna dell’Eco (A Montanha do Eco) no lado oposto do lago.

La Rocca (A Rocha), vista como pirâmide com bordas bem delineadas e a fortaleza no topo.

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