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Arqueólogos revelam segredos das pirâmides da ilha do Pico

Publicado por: luxcuritiba em outubro 10, 2013

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27 de agosto de 2013 ]

Os resultados das primeiras sondagens arqueológicas das estruturas que terão sido construídas antes da chegada dos portugueses aos Açores são apresentados hoje.

Arqueólogos revelam segredos das pirâmides da ilha do Pico 1

Uma das 140 pirâmides estudadas pelos arqueólogos na Madalena do Pico. Foram todas construídas em pedras basálticas de origem vulcânica conhecidas por biscoitos. Algumas chegam a ter 13 metros de altura (o equivalente a um prédio de habitação de quatro andares) e câmaras no seu interior.
fonte: Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA).

Virgílio Azevedo

Anzóis, pontas de metal, ossos, conchas, pesos de redes de pesca, utensílios feitos de basalto, carvões e fragmentos de peças de cerâmica, foram descobertos nas primeiras sondagens arqueológicas autorizadas pelo Governo Regional dos Açores (Direção Regional da Cultura) às misteriosas estruturas piramidais da Ilha do Pico.

As pirâmides estão quase todas concentradas numa área de 6 km2 no concelho da Madalena, junto à costa oeste da ilha dominada pela montanha mais alta de Portugal (2351 metros) e a divulgação pública das descobertas é feita hoje às 21h00 numa conferência na Câmara da Madalena.

As sondagens foram feitas por Nuno Ribeiro e Anabela Joaquinito, que estão entusiasmados com os depósitos de artefactos antigos que encontraram, e que tudo indica serem muito anteriores à data da descoberta dos Açores pelos portugueses (1427).

Mas os dois arqueólogos da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA), que estão a ser apoiados pela Câmara Municipal da Madalena, têm um vasto trabalho de prospeção pela frente: há dezenas de pirâmides no local, que chegam a atingir 13 metros de altura, o equivalente a um prédio de habitação de quatro andares. Mas para já estudaram 140, algumas destruídas ou parcialmente derrubadas por sismos ou pela ação humana.

A tradição baseada na memória popular e os poucos estudos etnográficos existentes indicam que “estas estruturas, conhecidas por maroiços, datam dos séculos XVII a XIX, justificando-se a sua construção pela necessidade da limpeza dos solos para a agricultura”, explica Nuno Ribeiro. De facto, a palavra maroiço significa monte de pedras associado à limpeza de terrenos agrícolas.

Estruturas semelhantes no Mediterrâneo

Mas esta explicação não convence o presidente da APIA, porque “existem várias edificações com mais de dez metros de altura, seguindo a mesma orientação geográfica”. E porque no território português “não encontramos esta opção arquitetónica em mais nenhum local”. Em contrapartida, “há paralelos arquitetónicos com regiões do Mediterrâneo – na ilha da Sicília junto ao Monte Etna, por exemplo”.

Anabela Joaquinito conta que quando foram mostradas à população da Madalena fotos das construções da Sicília, “disseram que eram iguais aos maroiços”. A arqueóloga que estudou a indústria lítica (tecnologia de trabalho da pedra) e é diretora do Departamento de Pré-história da APIA, sublinha que há outros indícios arquitetónicos da origem pré-portuguesa das pirâmides do Pico, como “a existência de degraus e a decoração com pináculos no topo”. No topo de uma das construções estudadas foi também encontrado um piso circular que parece ser a base de uma habitação.

Uma das estruturas é um complexo arquitetónico que inclui edifícios piramidais organizados de forma a criar uma grande praça. “Esta organização do espaço não pode ser explicada apenas através da limpeza dos terrenos, pois terá envolvido um grande planeamento e um trabalho coletivo que demorou alguns anos a construir, seguindo sempre o mesmo projeto arquitetónico”, argumenta Nuno Ribeiro.

“Mais espantoso é o facto de estas estruturas obedecerem às mesmas orientações das outras pirâmides, com aparentes motivações astronómicas e sugerindo rituais funerários”, acrescenta o arqueólogo.

“Sinto-me no México”

Arqueólogos revelam segredos das pirâmides da ilha do Pico 2

Complexo de pirâmides com praça cerimonial.

“Sinto-me no México”, garantiu Romeo Hristov, arqueólogo da Universidade do Texas em Austin (EUA), quando visitou os maroiços do Pico em abril passado. Hristov pertence à corrente académica que defende a existência de contactos regulares entre as antigas civilizações do Mediterrâneo e da América.

“As estruturas do Pico são muito perfeitas, implicam uma enorme quantidade de trabalho que não se justifica apenas pelas necessidades da atividade agrícola”, considera o arqueólogo. Por outro lado, “há uma orientação astronómica rigorosa, rampas de acesso e escadas associadas ao conceito de estrutura sagrada”.

E no complexo “que liga vários edifícios piramidais encontram-se elementos comuns a pirâmides em todo o mundo, como uma praça ampla para cerimónias”. Mas uma conclusão definitiva sobre a origem das estruturas “vai depender das escavações arqueológicas, que são fundamentais”.

E também “das datações dos materiais encontrados que forem feitas em laboratório”, esclarece Anabela Joaquinito. A arqueóloga explica ainda que algumas destas pirâmides têm câmaras no seu interior e uma delas foi objeto de sondagens arqueológicas. “A câmara é pequena e o corredor de acesso demasiado estreito e longo, não seria prática para quaisquer usos agrícolas”.

Regularidade na orientação das pirâmides

“O que mais me impressionou foi a regularidade da orientação das pirâmides do Pico, embora acredite que nem todas foram construídas na mesma época. Esta regularidade é evidente no mapa com a sua localização feito pela Câmara da Madalena”, afirma por sua vez Fernando Pimenta.

O diretor do Departamento de Arqueoastronomia da APIA usou ferramentas de informação geográfica nesta primeira investigação e concluiu que a maioria das pirâmides está orientada no sentido sudeste/noroeste.

Sudeste é a direção do vulcão da ilha do Pico e noroeste corresponde ao ocaso do sol no solstício de verão, que acontece sobre a ilha do Faial, muito próxima do Pico. Quanto às restantes pirâmides, têm uma orientação perpendicular às primeiras.

Fernando Pimenta admite que “parece ser intencional – e não apenas uma coincidência – a orientação geográfica das construções e a escolha do local para a sua implantação”.

Uma concentração tão grande de pirâmides num intervalo tão pequeno de azimutes (o azimute é a medida regular do horizonte contada a partir do norte geográfico) e com esta regularidade, significa que há intencionalidade, “mas claro que esta conclusão não é tão definitiva, do ponto de vista estatístico, como seria se as estruturas estivessem espalhadas por toda a ilha e não apenas concentradas numa pequena área do concelho da Madalena”.

O arqueoastrónomo adianta também que as regras de orientação “parecem obedecer a princípios que incorporavam algum ritual relacionado com o solstício de verão”.

“Defesa da verdade histórica”

Entretanto, o presidente da Câmara da Madalena salienta que “o envolvimento do município neste processo é norteado pelo forte empenho na defesa da verdade histórica e na necessidade de conhecer e preservar as raízes do nosso povo”, o que “é do interesse de todas as instituições, sejam elas científicas, políticas ou outras, incluindo o Governo Regional dos Açores”.

Mas a prova definitiva da origem pré-portuguesa das pirâmides “terá de ser obtida através de uma datação clara e inequívoca dos materiais encontrados”, insiste José António Soares, reconhecendo que a comprovação de todos estes achados permitirá novas oportunidades de desenvolvimento turístico.

“Não queremos apagar a história açoriana mas sim acrescentar algo à história já conhecida e, se possível, enriquecê-la com os novos dados disponíveis”, acrescenta o autarca.

http://expresso.sapo.pt

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Encontrada nos Açores pirâmide submersa com 60m de altura

Publicado por: luxcuritiba em setembro 24, 2013

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Pirâmide-subaquática-descoberta-nos-Açores-300x185Já há algum tempo, várias notícias tem rondado a Internet relatando a respeito de descobertas de pirâmides no fundo do oceano ao redor do mundo e até mesmo em terra firme, como no caso da Antártica.

O caso mais notável, que apareceu em 2012, foi das alegadas pirâmides de cristal encontradas no fundo do Triângulo das Bermudas.  De acordo com o que tem se propagado na Internet, o oceanógrafo Dr. Meyer Verlag descobriu as duas pirâmides à uma profundidade de dois mil metros.

Contudo, após fazer uma pesquisa, encontrei que há tantas notícias relatando o descobrimento dessas pirâmides do Triângulo das Bermudas, quanto há notícias desmentindo o mesmo.

Mas, ontem, (23/9), surgiu uma notícia que trás um novo fôlego à possibilidade de que nossos oceanos estejam ocultando muitos desses tesouros arqueológicos.

A notícia, publicada sem maiores detalhes, possui toda a característica de ser algo fidedigno:  Foi publicado no site sapo.pt que uma pirâmide foi descoberta no fundo do oceano, na região do arquipélago dos Açores, entre as ilhas São Miguel e Terceira.  A pirâmide teria 60 metros de altura e 8 mil metros quadrados de base e foi descoberta por um médico veterinário.

Veja o vídeo da reportagem sobre esta pirâmide:

http://ovnihoje.com/2013/09/24/alegacoes-de-piramides-encontradas-no-fundo-do-oceano-podem-ganhar-forca-com-nova-descoberta-nos-acores/#axzz2fngCPbeI

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A pirâmide de Valery Uvarov, na Rússia

Publicado por: luxcuritiba em setembro 12, 2013

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piramide russa

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A pirâmide projetada tem 14 metros de altura, e incorporará diversos conhecimentos adquiridos por Uvarov ao longo de seus estudos e pesquisas.

Uvarov estudou por muitos anos a cultura dos egípcios, dos maias, as pirâmides da Suméria, muitos textos antigos, e tem feito investigações sobre a influência do campo de energia da pirâmide em objetos de natureza viva e não viva.

Depois de muito estudo e pesquisa, Valery resolveu colocar em prática os conhecimentos adquiridos, elaborando o seu próprio projeto de pirâmide.

A pirâmide construída por Uvarov terá:

– Um sistema de câmaras-ressonadores

– Três zonas focais para concentração de energia

– Um canal central em forma de cone, de cima para baixo ao longo do eixo da pirâmide,  para a concentração de fluxos de energia.

No topo da pirâmide será também instalado um “pyramidion” de quartzo com cerca de 150 kg de peso, e pela estrutura interna da pirâmide, um complexo de fontes de energia especiais.

Ao contrário das pirâmides modernas normalmente construídas ao redor do mundo, Uvarov decidiu construir uma pirâmide maciça de concreto, com apenas algumas áreas internas com espaço livre, que servirão como câmaras de ressonância. O projeto tem semelhança com as construções antigas de pirâmides feitas pelos egípcios e maias.

Veja as etapas da construção:

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Acompanhe os estágios da construção em detalhes no site: http://pyramids.iicufi.org/index.php?id=199&L=1

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Egito é 500 anos mais antigo do que se pensava

Publicado por: luxcuritiba em setembro 6, 2013

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04.09.2013 ]

egito-nova-linha-do-tempoA linha do tempo da história do Egito – que influenciou toda a civilização da Antiguidade – está começando a ser reescrita por conta das novas ferramentas à disposição do estudo da arqueologia. Até então, a datação histórica da civilização egípcia era feita por meios convencionais, como a análise do estilo de cerâmica e outros objetos encontrados em sítios arqueológicos. Porém, com o uso de medições de radiocarbono é possível estabelecer o momento crucial na História em que o Egito se tornou um estado único, que marcou o surgimento de uma civilização duradoura no hemisfério ocidental.

egito-desenhos-history-channel.jpgAs conclusões são surpreendestes e demonstram que esta civilização teve um desenvolvimento rápido, já que este período crítico teria ocorrido 500 anos após a data usada por estimativas convencionais, que varia largamente, entre 3.400 a 2900 a.C.Com esta nova datação pelo radiocarbono, calcula-se que a ascensão do rei Aha – o primeiro de oito soberanos do Egito antigo – teria ocorrido entre 3.111 e 3.045 a.C, com chance de 68% de acerto. O estudo foi conduzido por Michael Dee, da Universidade de Oxford e publicado no periódico Proceedings of the Royal Society A. O trabalho se baseou em mais de 100 amostras de vestígios (cabelo, ossos e plantas) que estão em sítios funerários e/ou são mantidos em museus.

Antes de compor um único estado, houve um período turbulendo entre o Alto e o Baixo Egito. Com a unificação egípcia, as pessoas começaram a se assentar permanentemente às margens do rio Nilo e desenvolveram a agricultura, o que impulsionou o comércio.

De acordo com os resultados do estudo, o pesquisadores acreditam que o Egito se formou muito mais rapidamente do que se pensava anteriormente. Suas origens remontam a um milênio antes da construção das pirâmides. O trabalho dos pesquisadores de Oxford ainda afirma que Aha e seus sete sucessores governaram um território que se espalhou por uma área similar ao Egito atual.

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http://noticias.seuhistory.com

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Piloto da FAB avistou pirâmides na Amazônia

Publicado por: luxcuritiba em julho 29, 2013

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Pirâmides Amazonas[6]

Vejam o depoimento do Coronel Holanda da FAB:

Durante essa época, o senhor tomou conhecimento de algum tipo de descoberta relacionada à Arqueologia ou alguma observação, feita por militares na Amazônia, ligada a esse tipo de programa?

Hollanda — Sim, alguns colegas tiveram experiências do gênero, principalmente um amigo meu, que relatou que estava sobrevoando a selva e ficou surpreso ao ver uma formação piramidal coberta pela vegetação, no meio do nada. Parece que ali tinha existido algum núcleo de uma civilização muito antiga e que fora abandonada, tendo a selva tomado conta de tudo. Mas havia uma formação piramidal nítida, com ângulos perfeitos, no Amazonas. Só não posso precisar exatamente onde. Mas, se não me engano, foi na região do Rio Jaguari. Isso me foi relatado pelo coronel Valério.

(Entrevista histórica com o Coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima.)

A Operação Prato foi a maior investigação ufológica já realizada por órgãos governamentais no Brasil, que durou quase quatro meses. A operação foi comandada pelo então capitão (depois reformado coronel) Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima que conseguiu juntamente com sua equipe fotografar e filmar atividades alienígenas em regiões distintas da selva paraense. Grande parte das ocorrências se deu em locais bastante próximos às comunidades ribeirinhas. Hollanda colheu mais de centena de relatos de pescadores, caboclos, mulheres e crianças dando conta das estranhas ocorrências que, por sinal, até hoje se mostram inexplicáveis e ainda assim, oficialmente ignoradas pelas nossas autoridades. Não menos misteriosa e chocante foi a morte de Uyrangê Hollanda, que tornou-se motivo de acirradas discussões entre pesquisadores e simpatizantes do assunto. Em 02 de outubro de 1997 Uyrangê Hollanda teria se enforcado no quarto de sua casa, situada num condomínio em Iguaba, pequena cidade do litoral carioca. No momento do suicídio, estavam em casa a sua filha e uma enteada. O coronel estava afastado da FAB há sete anos e que há menos de dois meses de sua morte havia concedido uma bombástica entrevista à Revista UFO.

nazi na amazoniaO jornalista alemão Karl Brugger na sua busca à cidade perdida dos “deuses”, Akhakor, nos confins da Selva Amazônica Brasileira. Como sabemos Brugger foi misteriosamente assassinado na Cidade do Rio de Janeiro por um misterioso e sutil “assaltante” que nada roubou e ainda se utilizou de uma rajada de Pistol-Uzi, calibre 9mm (curiosamente uma arma de fabricação israelense) quando justamente preparava aquela que seria a última expedição, a qual finalmente iria penetrar na tal misteriosa cidade. E como também sabemos, durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Adolf Hitler, o ditador nazista do Terceiro Reich, enviou expedições cientificas e militares à nossa Amazônia justamente de modo a tentar encontrar as tais cidades dos deuses (AKAHIM, AKHANIS e AKHAKOR) nas quais os “antigos deuses deixaram um objeto que começava a cantar” – evidentemente artefatos alienígenas! Cerca de 2 mil alemães vieram nessas expedições secretas ao Brasil e nenhum deles jamais retornou. Contudo, na época, Tatunka Nara disse a Brugger ser filho de um soldado alemão com mãe índia. Como de fato, trata-se de um “índio” bastante estranho e surreal já que fala muito bem o Português, como também quase todos os idiomas indígenas e fluentemente o alemão! Não há dúvida que Tatunka conhece muito bem as selvas da Amazônia, tanto que tem servido de guia a várias expedições, algumas das quais, segundo denúncias, nunca mais retornaram. Curiosamente, folheando um antigo e volumoso livro fartamente ilustrado em nosso poder, intitulado Jacques Costeau’s Amazon Journey, eis que o encontramos, ainda uma vez, como tendo também servido de guia ao notável e saudoso explorador francês e sua equipe.

Desconhecido

ab8[5]Por baixo desse manto verde e rugoso, porém, pouco se sabe sobre a anatomia interna da região. A Cabeça do Cachorro fica no chamado “vazio cartográfico”, uma área de 1,8 milhão de quilômetros quadrados de floresta que nunca foi devidamente mapeada, formando um “arco de desconhecimento” que se estende do extremo oeste do Acre até o extremo norte do Amapá.
Na prática, isso significa que 35% da Amazônia brasileira (uma área maior do que os sete Estados do Sul e do Sudeste) não possui informações básicas de cartografia, como altimetria de relevo, profundidade de rios e variações de cobertura vegetal – cruciais para o planejamento de defesa, desenvolvimento e pesquisa da região.

http://www.verdademundial.org/2012/08/piloto-da-fab-avistou-piramides-na.html

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A beleza ‘mágica’ das pirâmides!

Publicado por: luxcuritiba em julho 23, 2013

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A “magia” das pirâmides: O efeito pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em maio 21, 2013

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Pirâmide sob efeito de uma bobina de Tesla.

Pirâmide sob efeito de uma bobina de Tesla.

A descoberta desse efeito soa como um conto de fadas comovente.

Uma vez, na florida Cote d’Azur de Nice, Antoine Bovis conduzia um negócio de ferragens. Ora, o Sr. Bovis tinha em mente algo mais elevado que o comércio de parafusos e rebites, ele era um encarniçado pensador e inventor, e já nos anos 30, quando ninguém ainda falava em “New Age”, Antoine Bovis dirigia um círculo esotérico. Quem iria se surpreender ao saber que ao lado de alavancas de ferro e ferramentas de todos os tipos o Sr. Bovis também vendia em sua loja pêndulos magnéticos especiais, um “biômetro” inventado por ele e diversos aparelhos radiostáticos? Em uma viagem ao Egito que o levou também à Grande Pirâmide de Gizé, Bovis fez uma curiosa descoberta, por cima da qual outros turistas passavam inadvertidamente. No chão da câmara real havia um pequeno rato-dodeserto morto, sabe Deus como o animalzinho foi parar no milenar edifício.

Antoine Bovis tocou levemente o ratinho com a ponta do pé; estava interessado em saber se besouros ou formigas já teriam encontrado o tortuoso caminho até o cadáver do animal. O Sr. Bovis perscrutou atentamente o chão com os olhos, virou e revirou o ratinho até que finalmente se abaixou e apanhou o animalzinho. Então ele estremeceu como se tivesse sido atingido por um raio: o rato do deserto estava leve como uma pluma, enrugado, mumificado.

Que forças duvidosas estariam agindo ali? Por que o ratinho não se decompunha?

Nem bem chegou a casa, o estranho Sr. Bovis construiu uma pequena pirâmide com bastões de ferro e madeira; a descoberta na pirâmide de Quéops lhe dava nos nervos. Desde o início a intuição o levou a fazer o que era correto. Exatamente como a pirâmide original em Gizé, Antoine Bovis dispôs seu modelo na direção norte—sul, e então colocou um pequeno pedestal de madeira na pirâmide, que tinha exatamente um terço da altura de seu modelo. O pedestal deveria marcar a posição da câmara do rei, que na Grande Pirâmide também se encontra a um terço de altura sobre a fundação. Finalmente, seguindo uma inspiração de momento, e claro que também porque havia ragu de novilho para o jantar, Bovis colocou um pedacinho de carne de novilho sobre o pedestal.

A carne na verdade deveria, nos dias seguintes começar a cheirar mal, mas isso não aconteceu. Ela foi se tornando visivelmente mais seca, mais ressequida, exatamente como se uma energia invisível fosse retirando o líquido do pedaço de ragu. Bovis observou, irritado, o processo de mumificação, e então fez novas séries de experimentos com e sem o modelo de pirâmide. Todos os materiais orgânicos se desidratavam na pirâmide, e os que ficavam fora dela apodreciam. Isso é muito lógico, disse para mim mesmo quando li essa história pela primeira vez. A carne na pirâmide está isolada quase que hermeticamente do ambiente, as bactérias não podem entrar, como em nossas embalagens a vácuo. Mas por que os pedaços de carne secam? O que lhes retira o suco?

hardy1Pensamentos semelhantes também devem ter movido o engenheiro de rádio tcheco Karl Drbal, que leu um ensaio sobre o Sr. Bovis em um jornal obscuro. Drbal repetiu os experimentos de Antoine Bovis, confirmou-os e disse para si que carne, ovos e queijo deviam ser os ingredientes errados para experiências com pirâmides. Como a coisa se comportaria com objetos de pesquisa inorgânicos, “não vivos”, portanto? Será que um pedaço de pedra, uma colher de café ou, quem sabe, um dedal se secariam em um modelo de pirâmide?

Karl Drbal procurou um objeto pequeno, que coubesse em sua minúscula pirâmide de papelão de apenas oito centímetros de altura (comprimento da base: 12,5 cm). Seus olhos caíram sobre uma lâmina de barbear usada, com a qual de qualquer forma não se podia fazer mais nada. O engenheiro de rádio presumia que a lâmina perderia na pirâmide o pouco de corte que lhe restava. Vinte e quatro horas mais tarde, examinou a superfície cortante com uma lente. Ele estava enganado, ou a lâmina exibia um corte novo? Decidindo-se rapidamente, Karl Drbal raspou sua barba rala com a lâmina velha. Então tornou a colocar a lâmina na pirâmide; o metal gasto por completo deveria arruinar-se totalmente. No dia seguinte ele barbeou-se outra vez de maneira impecável com a mesma lâmina. O que estaria acontecendo? Estaria ele somente imaginando, ou a lâmina estava mais afiada? Seus dedos passearam de leve pela pele perfeitamente glabra, na qual não se podia constatar o menor corte. Balançando a cabeça, Karl Drbal tornou a colocar o objeto da experiência na pirâmide — e barbeou-se impecavelmente com a mesma lâmina durante cinqüenta dias.

Tudo isso aconteceu em fevereiro e março de 1949. O teimoso engenheiro de rádio continuou experimentando durante cinco anos e três meses, até 6 de julho de 1954. O tempo médio de utilização era de 105 barbas diárias por lâmina. No total Karl Drbal utilizou 18 lâminas de diferentes fabricações, onde “a quantidade de barbas com a mesma lâmina sendo usada diariamente ficava entre 200, 170, 165, 111 e 100″30. Além disso, Karl Drbal continuou a usar seu afiador de lâminas de barbear grátis após a fase de experiências. Em 25 anos ele usou — note bem — apenas vinte e oito lâminas! É compreensível que os fabricantes de lâminas de barbear mostrassem pouco entusiasmo a respeito.

Faltava pouco para patentear o prodígio da lâmina de barbear. Mas como? O próprio Karl Drbal não sabia qual o processo que produzia a mágica no modelo de pirâmide. Finalmente, apesar disso, ele apresentou um pedido de patente, e como tinha certeza de que a comissão de patentes dificilmente se deixaria convencer, enviou uma pequena pirâmide com lâminas de barbear aos metalúrgicos que faziam parte da comissão. Sim, e como nos anos 50 usar uma lâmina nova por dia era um luxo na Tchecoslováquia, os metalúrgicos céticos experimentaram com as próprias barbas.

No verão de 1959 Karl Drbal conseguiu a patente do “Dispositivo para a Manutenção de Lâminas de Barbear e Navalhas”. CSSR — Patente no. 93.304.

Desde então a experiência com as lâminas de barbear foi repetida milhares de vezes, sempre com o mesmo resultado desde que a pirâmide experimental e a superfície cortante da lâmina de barbear fossem colocadas exatamente na direção norte—sul. O Dr. Gottfried Kirchner noticiou em seu programa de televisão Terra X um experimento estritamente científico conduzido pelo Prof. Dr. J. Eichmeier na Universidade Técnica de Munique. Aí a metade de uma lâmina permanecia durante oito dias em uma pirâmide deplexiglas, e a outra metade em uma gaveta trancada. Subseqüentemente as duas metades de lâmina eram examinadas sob o microscópio eletrônico. “As diferenças na largura das superfícies cortantes, mas também na estrutura superficial das duas metades de lâmina” eram notáveis, escreve o Dr. Kirchner.

Explicações para o inconcebível

piramide-Farol-Antigo_800x600Que energia modifica a estrutura molecular e, com isso, a ordenação dos átomos em uma lâmina de aço? Por que a experiência só funciona em uma pirâmide e não igualmente em um cubo ou um cilindro? O que a forma da pirâmide tem em si de especial, e por que a misteriosa energia somente atua quando um lado da pirâmide aponta com exatidão o norte da bússola? Não se pode mais contestar que as modificações não ocorrem apenas no aço, mas também em outros materiais, somente não se sabe de nada muito preciso em relação a como isso se dá. O Dr. Kirchner informa sobre cientistas americanos que acham que a energia de radiação do objeto da experiência é conservada no interior da pirâmide. “A energia, portanto, não pode passar pelas superfícies laterais, sendo refletida para o interior da pirâmide.” Os reflexos ininterruptos modificariam a estrutura.

Isso à primeira vista pode soar aceitável, mas provoca mais perguntas que as que são respondidas. Todas as ligações moleculares, e portanto toda matéria, irradia energia. É somente graças a essa irradiação própria que os radioastrônomos comprovam a existência de séries inteiras de materiais orgânicos e inorgânicos no universo. No entanto, irradiação significa ao mesmo tempo perda de energia. Caso uma fonte de radiação fosse “irradiada” até o fim, ela deixaria de existir. A energia irradiada é constantemente renovada no âmbito subatômico, porque os elétrons, os tijolos dos átomos, modificam seu estado e saltam por assim dizer de um nível de energia para outro. Ora, um lado da pirâmide feito de papelão é tão permeável para um elétron quanto uma rede de pesca o é para o ar. O que é que o ângulo de inclinação de uma pirâmide muda nisso tudo?

O tcheco Karl Drbal, que realizou a mais demorada série de experiências com lâminas de barbear em pirâmides, menciona uma série de outras razões para o efeito piramidal. Nos “pequenos espaços intersticiais da estrutura cristalina do corte da lâmina de barbear” estão armazenadas também as chamadas moléculas de água dipolares. Estas são expulsas pela ressonância da energia radiante. Simbolicamente, segundo Karl Drbal, poderia se falar de “uma desidratação do fio da lâmina de barbear”.

Em que mundo dos espíritos desaparecem então essas moléculas de água dipolares, já que pretensamente elas se refletem no espaço interno da pirâmide? Elas se misturam com o ar circundante, diz Karl Drbal, e com isso dá talvez a única solução plausível. As pirâmides experimentais são permeáveis ao ar. Mas o que acontece com uma pirâmide experimental no vácuo, que não permite nenhum tipo de troca de ar? Que energias mensuráveis são necessárias para espremer ou liberar as moléculas de água dipolares do aço?

O físico soviético Malinow esclareceu o estranho efeito das pirâmides através de ”ondas eletromagnéticas” no contexto do campo magnético da Terra. Mas então por que razão, por todos os faraós construtores de pirâmides, estas ondas matam os fungos e bactérias que provocam o bolor e o apodrecimento dos alimentos, mas ao lado disso conservam os mesmíssimos alimentos e até reforçam o seu aroma natural? No âmbito da Ancient Astronaut Society, uma associação de utilidade pública que se ocupa de minhas teorias, queríamos uma explicação exata para isso, e incentivamos nossos sócios a executarem experiências com todos os materiais possíveis e imagináveis. Após semanas e meses chegaram a nós 118 cartas de homens e mulheres de várias atividades profissionais, mas também de estudantes. Todos eles haviam construído modelos de pirâmides de tamanhos diversos, com diferentes materiais, e as tinham colocado no jardim, no porão, sobre o forro da casa, no dormitório, em um colchão de ar ancorado na piscina e até mesmo na geladeira, municiadas com as coisas mais espantosas. Um jovem de dezesseis anos de Holzkirchen, na Bavária superior, informou que havia colocado formigas em uma caixinha de material plástico, mas elas morreram após quatro dias, e um ginasiano da mesma idade descreveu sua experiência com moscas, que já tinham batido as botas 24 horas depois. Faltaram oxigênio, líquido e alimento aos pobres animaizinhos. Ordenei por telefone aos experimentadores adolescentes que interrompessem suas experiências de horror imediatamente. As pessoas às vezes são sinistras.

Uma professora, que estava passando as férias no cantão de Tessin, no sul da Suíça, colocou um pedaço de pão embolorado em sua pirâmide revestida de papel-pergaminho e depositou a obra de arte de 22 centímetros de altura no porão, “porque lá é bastante úmido, e os fungos do bolor gostam de umidade e escuridão”. Após dezoito dias o bolor tinha desaparecido, e o pão tinha virado farinha de rosca. Ha!

375190_4106647952304_424729935_nPerplexo ficou o pensionista de Arbon, às margens do lago de Constança, que colocou em uma pirâmide de vidro uma dessas pequenas velas que se usam para manter os pratos aquecidos. Ele escreveu que na verdade apenas queria saber se a chama queimava regularmente. Como a pequena chama se apagava com freqüência devido à falta progressiva de oxigênio, o homem de 68 anos perdeu a paciência com a brincadeira e esqueceu a pirâmide na estante de livros. Nove dias depois, ao passar por lá e olhar para a pirâmide, constatou que a vela tinha se transformado em um dedo atrofiado de cera. A temperatura outonal dificilmente poderia justificar a deformação da vela, nenhuma das outras velas que estavam na sala exibia qualquer modificação.

“Verdadeiramente assustada” ficou também Elka, uma pintora de fim-de-semana de 62 anos, de Wuppertal, que por puro prazer pincela a óleo pequenas figuras em miniatura. Seus coloridos produtos são minúsculos, têm um comprimento lateral de apenas cinco centímetros. A Sra. Elka colocou um quadrinho recém-pintado sobre um elegante pedestal de madeira em uma pirâmide de vidro de 28 cm de altura, não porque estivesse fazendo uma experiência, mas muito simplesmente porque o quadrinho, que mostrava uma pequena casa, um gato e a lua cheia, ficava bastante valorizado atrás das superfícies triangulares da pirâmide. Uma semana depois a Sra. Elka teve a impressão de que a miniatura se modificava. Três semanas mais tarde “a lua tinha caído do céu, a tinta do teto de madeira negro e ocre estava totalmente rachada, o céu azulescuro brilhava intensamente e a parte posterior do gato tinha se dissolvido no ar”. Que belo efeito! Recomendei à Sra. Elka que anunciasse suas futuras criações como “autenticamente pintadas por pirâmides”.

A experiência da pirâmide feita pelo casal Burgmüller, em Hamburgo, com o banal mel de abelhas apontava na mesma direção. Os Burgmüller moram no oitavo andar de um edifício, e tinham comprado sua pequena pirâmide deplexiglas de 14,5 cm de altura. Após o café da manhã, o Sr. Burgmüller colocou duas colheres de sopa de mel em uma tacinha e pôs o recipiente sobre o pedestal no interior da pirâmide, como estava previsto. Vinte e quatro dias depois o mel tinha se transformado em um pelote “que parecia cera endurecida ao tato”. Inadvertidamente a fiel esposa tirou a pirâmide de sua posição norte—sul ao arrumar a sala e — abracadabra — apenas seis dias depois o mel de abelhas escorria da tacinha mais líquido do que nunca. Talvez dessa maneira se possam explicar as lágrimas de São Januário, que está na catedral de Nápoles e que todos os anos começa a chorar de maneira fantasmagórica.

Esses resultados, que se devem mais ao acaso que a qualquer outra coisa, foram confirmados pelos “contabilistas”. Com isso me refiro àquelas pessoas quietas e amistosas que penosamente mantêm um registro diário e horário e que até mesmo pesam os objetos da experiência na balança de cartas. Gerhard Leiner de Graz, Áustria, construiu um modelo de pirâmide de madeira compensada de 4,5 mm de espessura. Ele iniciou sua série de experiências no dia 19 de março de 1983 às 12h30 min. Na pirâmide — posicionada na direção norte—sul — de colocou um ovo de galinha com sete dias que pesava 60,2 g. Um segundo ovo de galinha ficava fora do âmbito da experiência. A sala na qual o experimento estava sendo levado a cabo tinha uma temperatura média de 19°C.

No dia 4 de outubro — duzentos dias depois! — o ovo da pirâmide tinha perdido 58,8 por cento de seu peso, a gema estava amarela, o cheiro completamente normal: o ovo estava comestível. O ovo de controle fora da pirâmide tinha um fedor que subia até o céu, perdão, até o teto da sala. Outras tentativas de longa duração feitas por Gerhard Leiner confirmam os resultados, somente um pintinho ainda não eclodiu do ovo. Outro membro da AAS experimentou com pedaços de maçã, rabanetes, sementes de plantas, tabaco, suco de laranja, plantas de pepino e de tomate e até mesmo com morangos.

Fonte: “Os Olhos da Esfinge”, de Erich Von Däniken.

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Pirâmide em Marte?

Publicado por: luxcuritiba em maio 6, 2013

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Talvez você já tenha ouvido falar que pirâmides não são privilégio do Egito, mas que elas existem em vários lugares do mundo, além das pirâmides mexicanas há construções piramidais na Itália, na Grécia, na Inglaterra, no Japão, na China, enfim, em praticamente todos os cantos do planeta.

Este vídeo parece demonstrar que as pirâmides também não são privilégio do planeta Terra. Existiriam pirâmides em Marte? Quem tem o programa do Google para exploração espacial pode verificar por si mesmo(a). Quem não tem o programa pode acompanhar o vídeo que segue no link abaixo. Veja as imagens e tire suas próprias conclusões. Se as informações estiverem corretas (conforme medição feita no vídeo) a pirâmide marciana deve ter em torno de 2,76 km de base. Uma verdadeira montanha em forma de pirâmide.

Neste caso, curiosamente, a pirâmide marciana, ao contrário das pirâmides terrestres, tem apenas 03 faces. É interessante notar que, há algum tempo foi divulgada a imagem de uma pirâmide de tres faces, localizada pelo Google Earth, na famosa área 51, no EUA. Também foi localizada pelo Google Earth uma pirâmide de tres faces na Antártida. Seria esta uma comprovação de que, de fato, os EUA estão em processo de troca de tecnologia com raças extraterrestres?

Coordenadas: 27°45’28.97″N – 117°37’46.94″E.

Veja também:

Curiosity encontra em Marte rocha similar às da Terra

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Robô Curiosity encontra pedra em forma de pirâmide em Marte

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Pirâmide na Área 51: sem explicações oficiais. Veja mais em https://piramidal.net/2012/07/13/o-despertar-das-piramides.

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Casa piramidal construída em Criciúma-SC, Brasil

Publicado por: luxcuritiba em maio 6, 2013

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Casa piramidal construída em Criciúma, Santa Catarina, Brasil.

A qualidade energética da casa é bastante boa. Algumas pessoas condicionadas contra a pirâmide, por crenças religiosas, etc., têm percebido uma energia agradável no local e por isso mudaram sua crença da pirâmide-tumba, pelo conhecimento da Pirâmide terapêutica. Nada apodrece dentro desta casa.

A casa está a venda, porque seu proprietário planeja construir outra piramicasa, mais bem elaborada.

Veja os videos e fotos abaixo:

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http://www.piramicasa.es/BRASIL/PiramicasaMartinello.htm

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Evidência de inteligência geoespacial nas pirâmides de Teotihuacán no México

Publicado por: luxcuritiba em maio 3, 2013

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Assessing Evidence of Geospatial Intelligence

Teotihuacán, no México, é um imenso sítio arqueológico ainda esmagadora, orientada ao longo de um eixo gêmeo. Na década de 1960 uma equipe de arqueólogos e pesquisadores mapearam todo o complexo com grande detalhe. O mapa resultante revela uma malha urbana centrada em torno de duas linhas principais, quase perpendiculares, alinhadas.

A partir da Pirâmide da Lua, no extremo norte, o complexo se estende ao sul ao longo da Avenue of the Dead, além dos grandes complexos compostos pela cidadela, indo até cerca de 3,2 km. Além deste eixo norte-sul, temos de acrescentar um alinhamento leste-oeste que vai de um ponto perto da Pirâmide do Sol, a um local de significado astronômico no horizonte ocidental.

Anthony Aveni, astrônomo e antropólogo, descobriu que no dia em que o Sol passa diretamente pela primavera do hemisfério Norte (18 de maio), o aglomerado estelar das Plêiades faz sua primeira aparição anual antes do amanhecer. É neste ponto no horizonte ocidental que as Plêiades aparecem, e os construtores com certeza visavam este objetivo.

Além disso, o Sol também define neste momento no horizonte em 12 de agosto – o aniversário do início do atual ciclo do calendário mesoamericano (5 Sun) – determinado por um consenso dos estudiosos acadêmicos como tendo começado em 12 de agosto de 3114 aC .

É muito claro que Teotihuacán foi estabelecida de acordo com um conjunto de alinhamentos que celestiais, geográficos, bem como relações geodésicas. Caminhando ao longo da avenida de uma pirâmide para o outro, os degraus até o topo, e levantamento do local a partir de uma multiplicidade de ângulos, fica-se impressionado pela sensação de estar no meio de uma vasta matriz geométrica.

Teotihuacán foi o primeiro verdadeiro centro urbano nas Américas. No seu auge por volta de 500 dC, ele ostentava uma população de cerca de 200.000.

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