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Experiências de quase morte são similares entre as pessoas?

Publicado por: luxcuritiba em agosto 30, 2017

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Sequência da quase-travessia

Ninguém realmente sabe o que acontece quando morremos, mas muitas pessoas têm histórias para contar sobre o que experimentaram quando estiveram perto da morte.

Quem teve uma experiência de quase-morte geralmente relata memórias muito ricas e detalhadas do evento. Embora tais experiências possam assumir muitas formas diferentes, alguns dos fenômenos bem conhecidos incluem ver uma luz brilhante, experimentar um sentimento de paz, ter uma experiência fora do corpo e perceber um túnel.

Embora esforços significativos de pesquisa tenham chegado a uma boa compreensão das características fenomenológicas específicas relatadas durante as experiências próximas da morte, a literatura científica sobre a estrutura temporal das experiências de quase-morte (EQM) ainda é bastante limitada.

Por exemplo, uma área menos explorada é se há alguma regularidade temporal nas experiências de quase-morte – em outras palavras, as pessoas tendem a experimentar os diferentes fenômenos em uma mesma ordem sequencial ou cada um tem sua própria sequência?

“Pelo nosso melhor conhecimento, nenhum estudo investigou formal e rigorosamente se as características da EQM seguem uma ordem ou distribuição fixa,” justificou a pesquisadora Charlotte Martial, da Universidade de Liége (Bélgica). “O objetivo do nosso estudo foi investigar a distribuição de frequência dessas características, tanto globalmente como de acordo com a posição das características nas narrativas, bem como as sequências temporais mais frequentemente relatadas dos diferentes fenômenos da experiência de quase-morte”.

Fenômenos durante a experiência de quase-morte

A equipe coletou e analisou relatos escritos de 154 pessoas que passaram pela experiência, catalogando as sensações e ocorrências específicas presentes em cada narrativa e depois examinando a ordem de surgimento dos diferentes fenômenos em cada história.

Em média, uma pessoa experimenta cerca de quatro fenômenos diferentes durante uma experiência de quase-morte. As características mais frequentemente relatadas foram: Sentimento de paz (80% dos participantes), ver uma luz brilhante (69%) e encontrar-se com espíritos ou pessoas já mortas (64%).

Pelo lado oposto, as duas experiências mais incomuns nos relatos foram pensamentos acelerados (5%) e visões precognitivas (4%).

Em termos de cronologia, um terço dos narradores (35%) descreveu uma experiência fora do corpo como a primeira característica de sua experiência de quase-morte; por decorrência, a última experiência mais frequente foi retornar ao corpo (36%).

“Isso sugere que as experiências de quase-morte parecem ser regularmente desencadeadas por uma sensação de desconexão do corpo físico e acabam quando retornam ao corpo,” confirmou Charlotte Martial.

No geral, os fenômenos mais comumente compartilhados pelos diversos narradores foram: sentir-se fora do corpo, sentir-se em um túnel, ver uma luz brilhante e, finalmente, um sentimento de paz – essa sequência exata de eventos foi relatada por 22% dos participantes.

Compreensão científica das experiências de quase-morte

A conclusão geral é que, embora diferentes tipos de experiências sigam-se naturalmente, principalmente aos pares, não é possível estabelecer uma sequência universal de eventos na amostra de narrativas analisada, o que sugere que cada experiência de quase-morte tem um padrão único de eventos, ainda que os eventos individualmente sejam comuns às diversas pessoas.

Em outras palavras, a ordem na qual os diferentes tipos de experiências ocorrem pode ser muito individual.

No entanto, Martial e seus colegas afirmam esperar que uma análise mais profunda de como os diferentes fenômenos se relacionam entre si pode levar a uma definição mais rigorosa e a uma melhor compreensão científica das experiências de quase-morte como um todo.

“Isso levanta questões importantes sobre quais aspectos específicos das experiências de quase-morte podem ser considerados universais – e quais não podem. Mais pesquisas serão necessárias para explorar essas diferenças e a extensão precisa de quais conteúdos dessas experiências refletem as expectativas e origens culturais [de cada pessoa], bem como os mecanismos neurofisiológicos subjacentes às experiências de quase-morte,” concluiu Charlotte Martial.

A análise foi publicada na revista científica Frontiers in Human Neuroscience.

http://www.diariodasaude.com.br

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‘Planeta Nove’ pode estar causando inclinação do sistema solar

Publicado por: luxcuritiba em agosto 26, 2017

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Astrônomos trazem novas evidências para a existência de um novo e gigantesco integrante no

O “Planeta Nove” pode ser a razão por trás da misteriosa inclinação de seis graus do sistema solar, de acordo com astrônomos. Nesta semana, durante o encontro anual de cientistas planetários da American Astronomical Society (AAS, na sigla em inglês), pesquisadores norte-americanos revelaram novas evidências para a existência de um nono planeta, que estaria orbitando o Sol além de Netuno.

A presença de um corpo celeste com massa de cerca de dez vezes a da Terra, vinte vezes mais longe do Sol que Netuno, foi proposta em janeiro pelos astrônomos Konstantin Batygin e Mike Brown (conhecido como o cientista que “matou” Plutão), do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. De acordo com os pesquisadores, o movimento de alguns corpos celestes do Cinturão de Kuiper, uma região nos confins do sistema solar, só poderia ser explicado pela presença de um grande e longínquo astro. Ele só não teria sido encontrado, de acordo com os cientistas, por estar localizado entre 32 bilhões e 160 bilhões de quilômetros de distância da Terra.

No novo estudo, publicado no periódico científico Astrophysical Journal, Brown apresentou uma análise em que o “Planeta Nove” seria a explicação para a inclinação de seis graus do sistema solar – que, até o momento, é considerada misteriosa para os cientistas. Em linhas gerais, os oito planetas orbitam o Sol como se estivessem em um mesmo plano. Esse plano, contudo, é inclinado em relação ao Sol. Se pudéssemos ver de fora, a impressão seria de que o Sol (e não o plano) estivesse inclinado.

“Esse é um mistério tão antigo e tão difícil de explicar que simplesmente não falamos sobre ele”, explicou Brown, em comunicado da Caltech.

Ao colocar o hipotético novo planeta como razão desse fenômeno, o astrônomo e sua equipe descobriram que, se ele for gigante como dizem as estimativas e tiver uma órbita inclinada cerca de trinta graus em relação ao plano do sistema solar, ele pode ser a explicação que faltava para a inclinação.

“Como o ‘Planeta Nove’ é tão massivo e tem uma órbita inclinada em comparação aos outros planetas, o sistema solar não tem outra opção a não ser ‘torcer’, lentamente, seu alinhamento”, afirmou Elizabeth Bailey, uma das autoras da pesquisa, publicada no periódico científico Astrophysical Journal.

Novas pistas

Outro time de cientistas, liderado pelo astrônomo Renu Malhotra, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, também sugeriu que o “Planeta Nove” pode ser o motivo para órbitas estranhas de quatro corpos celestes do Cinturão de Kuiper. Segundo eles, esses objetos não seriam afetados por nenhum dos planetas do sistema solar (como acontece com a órbita de Plutão, um planeta anão que recebe a influência de Netuno, o mais próximo a ele), mas de um “nunca visto” corpo celeste massivo – um nono planeta, portanto. As estimativas de Malhorta sobre a massa e a localização desse corpo celeste batem com os cálculos prévios de Brown e Batygin.

“Nosso estudo traz estimativas mais precisas para a massa e órbita que esse planeta teria e, mais importante, restringe sua posição em sua órbita”, explicou o Malhorta, em comunicado.

Segundo os cientistas, o “Planeta Nove”, apesar de ainda não comprovado, seria a explicação mais plausível dada pela ciência para alguns comportamentos aparentemente inexplicáveis do sistema solar.

“Ele continua a nos impressionar. Cada vez que olhamos com cuidado percebemos que o ‘Planeta Nove’ revela algo sobre o sistema solar que, por muito tempo, nos pareceu misterioso”, afirmou Konstantin Batygin, do Caltech.

http://veja.abril.com.br/ciencia/planeta-nove-pode-estar-causando-inclinacao-do-sistema-solar/

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A origem extraterrestre de Jesus

Publicado por: luxcuritiba em agosto 13, 2017

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Jesus era um astronauta?
A origem extraterrestre de Cristo, sugerida em trechos da Bíblia, estaria sendo escondida para não destruir as antigas religiões do planeta.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO – A origem alienígena de Cristo

OBJETIVO – Negar a verdade para evitar o descrédito das igrejas tradicionais

Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco voador, tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para não destruir as religiões da Terra. Mas o complô ganhou um inimigo em 2003. Dom Fernando Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, disse acreditar na origem extraterrena de Cristo. Pronto. Um religioso aceitava a tese do escritor Erich von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas?: as divindades vieram do espaço.

Formado em filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália, Dom Pugliese estuda mensagens ocultas na Bíblia. Ele tem sua própria interpretação para os ensinamentos cristãos. A estrela de Belém, que guiou os Reis Magos até a manjedoura de Jesus, seria uma nave espacial, porque se movia de forma inteligente, acompanhando a viagem dos nobres. A aparição da Virgem Maria na cidade de Fátima, em Portugal, seria uma manifestação ufológica, um robô em forma feminina controlado por um óvni. Jesus suava gotas de sangue por causa de características somáticas e psicossomáticas sobre o seu corpo humano. Embora nunca tenha visto um ET – apenas discos voadores –, Dom Pugliese acha que os anjos e arcanjos, assim como Cristo, têm origem alienígena. Segundo ele, as referências à vida extraterrestre estão no Antigo e no Novo Testamento, em mensagens cifradas.

Mais gente acredita que o maior símbolo do cristianismo tem algo a ver com os homenzinhos verdes. Se não, como explicar os milagres de curar doentes, multiplicar pães e peixes ou transformar água em vinho? Entre os crédulos está o francês Claude Vorilhon, ou simplesmente Raël, fundador do Movimento Raeliano. Autor do livro Extraterrestrials Took me to Their Planet (Extraterrestres Levaram-me ao seu Planeta, sem versão brasileira), Raël declarou em 1975 que se encontrou com Jesus, Buda, Moisés e Maomé no mundo de Elohim, o ser supremo. O criador da seita ufológica diz que todos os profetas que viveram na Terra foram enviados por Elohim. Logo, Cristo é um ET. Felizmente, segundo Raël, o filho de Deus foi clonado pelos alienígenas, que pegaram o DNA divino ainda na cruz. Assim estariam explicados os raios e tremores testemunhados na época, logo depois da morte de Cristo. Graças à clonagem, resultado de uma tecnologia de 25 mil anos, Jesus vive até hoje em outra galáxia, de onde voltará na hora certa.

Alguns escritores do movimento batizado de Nova Era, como Brad Steiger e Randolph Winters, simpatizam com a paternidade extraterrestre de Cristo. No livro The Fellowship: Spiritual Contact between Humans and Outer Space Beings (A Irmandade: Contato Espiritual entre Humanos e Seres Espaciais, sem versão brasileira), Steiger conta histórias de pessoas que garantem conversar com ETs. Uma delas explica que o Homem de Nazaré não era um deus, mas um mestre ascendente alienígena que encarnou para assumir um padrão físico mais aceitável aos humanos. Jesus voltará, mas não no Juízo Final. Ele descerá à Terra numa espaçonave, claro. Curiosamente, entretanto, não há compaixão nesse Cristo ET. Quem não atender as suas palavras será varrido do planeta.

A natureza extraterrena do messias pode ser comprovada por outros sinais, argumentam os adeptos da teoria. O anjo Gabriel visto por Maria seria um astronauta do alto de uma nave espacial, escondida pela intensidade do brilho das luzes. Foi um ET quem anunciou a gravidez à Virgem, invocando o nome de Deus para justificar o seu experimento médico. A concepção foi realizada, na verdade, por uma projeção de esperma através da luz emitida do óvni. Não deixa de haver ainda uma dose de misticismo, oculta nesse pretenso racionalismo científico: Jesus era “o corpo biológico de uma entidade espiritual cósmica”. Todos esses argumentos são encontrados em sites e publicações ufológicas, desde as mais sérias até as de qualidade duvidosa. A maioria não tem dúvidas de que João Batista, o primo de Jesus, também era um alienígena, pois certas interpretações dos Evangelhos dizem que ele havia sido “levado para o céu no interior de um objeto voador”.

ETs Divinos

Os conspiradores esconderiam muito mais segredos. Toda a linhagem de personagens bíblicos, do Gênesis ao Apocalipse, seriam astronautas de outras galáxias, como defende Däniken. A lista é variada: os anjos que revelaram a Ló a destruição de Sodoma e Gomorra ou conduziram os judeus na fuga do Egito, o carro de fogo que levou o profeta Elias para o céu, as visões de Deus do profeta Ezequiel, a arca utilizada por Noé durante o dilúvio. Segundo seguidores da teoria extraterrestre, todas essas descrições correspondem perfeitamente a espaçonaves alienígenas. Para colocar mais lenha na fogueira, em 1995, o padre italiano Piero Coda propôs uma questão aos seus colegas de Vaticano. Ele queria saber se a morte de Cristo na cruz também salvou as criaturas de outros planetas. Embora não tenha citado um salvador ET, Coda acabou admitindo a hipótese de que Deus poderia ter criado a vida em outros lugares do universo.

Um documento apócrifo, escrito no segundo século antes de Cristo, costuma ser apresentado como mais uma prova do messias alienígena. O livro do profeta Enoque, bisavô de Noé, relata algumas passagens inspiradoras aos simpatizantes da teoria. Entre as quais, “200 anjos desceram e tiveram relações amorosas com as filhas da Terra, que deram nascimento a gigantes”. Seria um dos mais antigos registros de casos de sexo entre humanos e ETs, tema preferido da ufologia moderna.

As mensagens cifradas da Bíblia, repletas de figuras de linguagem, realmente dão margem a diversas interpretações. Sempre há espaço para novas soluções, como envolver o mais famoso autor de milagres de todos os tempos. Uma coisa é certa. Se Jesus era mesmo extraterrestre, o papa Francisco e a Nasa terão em mãos a maior agência de turismo do mundo.

https://super.abril.com.br

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Atualizações Agosto 2017

Publicado por: luxcuritiba em agosto 7, 2017

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Seria a grande pirâmide de Giza uma gigantesca máquina de energia?

Publicado por: luxcuritiba em agosto 7, 2017

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Imagens térmicas revelam detalhes chocantes

É possível que os pesquisadores tenham encontrado evidências de que a Grande Pirâmide de Giza seja uma máquina de energia gigante? As varreduras térmicas parecem provar isso.

O projeto internacional chamado “Scan Pyramids” revelou seus primeiros resultados depois de realizar exames de calor dentro da grande pirâmide de Gizé. Os resultados são incompreensíveis.

De acordo com especialistas que analisaram a Grande Pirâmide de Gizé, existem “anomalias térmicas” que os cientistas dizem que podem levar a uma câmara anteriormente desconhecida dentro da Grande Pirâmide.

O fato de haver anomalias térmicas dentro da grande pirâmide é um enigma, pois acreditava-se que a temperatura dentro da pirâmide era sempre constante e era igual à temperatura média da Terra, 20 graus Celsius (68 graus Fahrenheit).

Agora, depois de executar varreduras com o auxílio de câmeras térmicas, os pesquisadores identificaram vários setores dentro da pirâmide que não podem explicar.

As câmaras térmicas detectaram variações de temperatura em três pedras adjacentes na parte inferior das estruturas.

O comentário mais interessante após a descoberta veio de um dos pesquisadores de “Scan Pyramids”:

Nós não sabemos o que é, pode ser outro material, uma passagem ou qualquer outra coisa… temos que verificar com outros cientistas. Pode ser que o ar quente está saindo da pirâmide [por uma passagem].

Ao pesquisar a pirâmide, o ministro das Antiguidades, Mamdouh El-Damaty, disse que há algo como uma pequena passagem no chão que você pode ver, levando ao terreno das pirâmides, atingindo uma área com uma temperatura diferente.

Esta descoberta é o respaldo de numerosas teorias do passado que sugerem que a Grande Pirâmide de Gizé não é um túmulo como se acreditava no passado distante.

Existem teorias que propõem que a Grande Pirâmide de Gizé seja, de fato, uma máquina de energia gigante que aproveite a energia natural da Terra e a amplifique de alguma forma. Esta teoria foi considerada ridícula pelos céticos que acreditam que algo assim serja impossível.

“Escanear” a pirâmide com tecnologia de infravermelho também permitiu que especialistas identificassem três pontos quentes no interior da pirâmide, que também possuem uma temperatura mais alta que o resto dos blocos.

Essas descobertas anômalas sugerem que de alguma forma, o calor está vindo por baixo da pirâmide.

A “anomalia impressionante” foi encontrada na parte oriental da Grande pirâmide no nível do solo, o que levou os pesquisadores a acreditar que poderia haver numerosas câmaras escondidas construídas na grande pirâmide.

Uma ou mais dessas câmaras podem ser responsáveis pelas variações de temperatura que foram detectadas na pirâmide.

Scan Pyramids provou mais uma vez que a Grande Pirâmide de Gizé é uma incrível construção antiga cheia de enigmas e mistérios que ainda não foram resolvidos e explicados com precisão.

fonte: https://www.ancient-code.com/the-great-pyramid-of-giza-a-giant-energy-machine-thermal-images-reveal-shocking-details/

      

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Metade dos átomos do seu corpo veio de outras galáxias

Publicado por: luxcuritiba em agosto 1, 2017

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Poeira de galáxias

Sabendo que todos os átomos mais pesados – do hélio para cima na tabela periódica – são criados nas estrelas, costuma-se dizer que todos nós somos seres feitos de “poeira de estrelas”.

Mas parece que nossos elementos constituintes – e de tudo o mais que conhecemos, inclusive da Terra – não vieram apenas de vizinhanças mais próximas.

Na verdade, parece que pelo menos metade dos nossos corpos são “poeira de galáxias” – de outras galáxias, que não a nossa aconchegante Via Láctea.

“Nós não nos damos conta de quanto da massa das atuais galáxias similares à Via Láctea foi na verdade ‘roubada’ dos ventos de outras galáxias,” disse Claude Faucher Giguère, da Universidade Northwestern, nos EUA.

Até agora os astrofísicos calculavam que as explosões estelares – as novas e supernovas – não teriam força suficiente para arremessar poeira pelos gigantescos espaços intergalácticos, mas Giguère e seus colegas demonstraram que não é bem assim.

Transferência de massa entre galáxias

Usando modelos 3D da evolução das galáxias, a equipe simulou o caminho que a matéria ejetada das explosões estelares teria seguido desde o Big Bang até hoje. As simulações mais precisas das supernovas revelaram que os ventos galácticos empurram a matéria muito mais rapidamente do que se pensava anteriormente, permitindo que elas atinjam outras galáxias.

Os cálculos indicam que, no tempo de vida de uma galáxia, ela troca matéria continuamente com suas vizinhas, com a jornada entre uma galáxia e outra desses átomos, moléculas e até compostos moleculares, levando de algumas centenas de milhões de anos até 2 bilhões de anos, contou Giguère.

Em galáxias com 100 bilhões de estrelas ou mais, os ventos galácticos podem ter transportado cerca de 50% da matéria atual dessas galáxias – dela para outras, e de outras para ela. Esse percentual é menor para as galáxias menores.

Se as simulações estiverem corretas, galáxias grandes como a nossa podem ter na matéria intergaláctica o principal elemento que as permitiu crescer – até metade de toda a sua massa pode ter chegado pelos ventos intergalácticos.

Cosmologia extragaláctica

Outros pesquisadores que checaram os cálculos gostaram da análise, como a professora Jessica Werk, da Universidade de Washington, que afirma que rastrear o fluxo da matéria da origem do Universo até o presente, e entender onde surgiram os átomos que compõem o ar que respiramos e a água que bebemos, é um dos problemas fundamentais da astrofísica.

“É um dos cálices sagrados da cosmologia extragaláctica. Agora, descobrimos que a metade desses átomos vem de fora da nossa galáxia,” concluiu ela.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Veja também:

Poeira de estrelas no telhado da sua casa?

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Quando amantes se tocam, mulher sente menos dor

Publicado por: luxcuritiba em julho 3, 2017

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Toque que cura dor

Futuros papais, tomem nota disso: vocês podem ser mais úteis na sala de parto do que se dão conta.

Este é um dos recados que podem ser tirados de um estudo que constatou que, quando um parceiro empático segura a mão de uma mulher com dor, os corações e as taxas respiratórias dos dois se sincronizam e a mulher passa a sentir menos dor.

“Quanto mais empático for o parceiro – quanto mais significativo for o relacionamento – mais forte é o efeito analgésico e maior a sincronização entre os dois quando eles se tocam,” explica o professor Pavel Goldstein, da Universidade da Califórnia em Boulder (EUA).

Sincronização interpessoal

O estudo, realizado com 22 casais, é o mais recente em um crescente corpo de pesquisa sobre a “sincronização interpessoal”, o fenômeno em que os indivíduos começam a refletir fisiologicamente as pessoas com quem estão.

Por exemplo, você já deve ter observado que as pessoas inconscientemente sincronizam os passos com a pessoa ao lado de quem estão andando. E pesquisas já mostraram que as pessoas também ajustam sua postura para espelhar os amigos durante a conversa e que os corações dos amantes se sincronizam.

Mas ninguém havia ido tão longe, explorando a sincronização interpessoal no contexto da dor e do toque.

Goldstein e seus colegas afirmam que seu estudo pode ajudar no crescente esforço em busca de opções de alívio da dor sem o uso dos problemáticos opioides, que podem causar dependência e estão gerando um número cada vez maior de mortes por sobredosagem.

E pode também ajudar a aliviar as dores do parto – contanto, é claro, que os pais se aguentem na sala sem desmaiar.

http://www.diariodasaude.com.br

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Deixar a mente vagar não é apenas uma falha cognitiva

Publicado por: luxcuritiba em junho 28, 2017

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Imaginação proveitosa

Embora deixar a mente vagar seja tipicamente considerado pelos cientistas como um lapso na atenção, na verdade quando nós nos deixamos levar por pensamentos, ficando absortos de uma maneira deliberada, isto se traduz em uma maior eficácia no processamento em sistemas do cérebro envolvidos no controle cognitivo.

Isto pode explicar por que algumas pessoas se beneficiam em deixar seus pensamentos correrem livres e outras não, afirma uma equipe do Instituto Max Planck para Ciências Humanas Cognitivas (Alemanha) e da Universidade de Iorque (Inglaterra).

Os exames neurológicos mostraram que, nas pessoas que intencionalmente deixam suas mentes vagarem, duas redes neurais importantes passam a se sobrepor de forma ampla, otimizando o funcionamento global.

Os pesquisadores afirmam que isso faz mais sentido do que considerar a imaginação como uma falha de atenção, já que nossos pensamentos de fato nem sempre estão presos aos acontecimentos do momento.

Mente livre

Como as pessoas ficam mais propensas a cometer erros em tarefas específicas assim que perdem a concentração, deixar a mente vagar tem sido interpretado como uma falha no autocontrole.

Mas tudo indica agora que esse fenômeno é mais complexo: além do vaguear involuntário e espontâneo dos nossos pensamentos, deixar a mente livre, solta na imaginação, pode servir como uma espécie de ensaio mental deliberado que nos permite considerar eventos futuros e resolver problemas.

“Nós descobrimos que, nas pessoas que frequente e propositadamente permitem que suas mentes saiam pela tangente, o córtex é mais espesso em algumas regiões pré-frontais.

“Além disso, descobrimos que, em pessoas que deixam intencionalmente a mente vagar, duas redes cerebrais importantes se sobrepõem: a rede de modo padrão, que fica ativa quando focamos em informações da memória, e a rede fronto-parietal, que estabiliza nosso foco e inibe estímulos irrelevantes como parte do nosso sistema de controle cognitivo,” explicou o professor Johannes Golchert.

Imaginação com controle

Embora ambas as redes afetadas estejam fortemente ligadas entre si, a rede de controle pode influenciar os nossos pensamentos, ajudando-nos a focar em nossos objetivos de uma forma mais estável. Isso pode ser visto como evidência de que nosso controle mental não é prejudicado quando deixamos nossa mente vagar deliberadamente, defende a equipe.

“Soltar a mente não deve ser considerado apenas como algo perturbador. Se você é capaz de controlar isso até certo ponto, ou seja, suprimi-lo quando necessário, e deixá-lo correr livre quando possível, então você pode aproveitá-lo ao máximo,” disse Golchert.

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Nêmesis: Novas pistas de que o Sol teve uma irmã gêmea

Publicado por: luxcuritiba em junho 27, 2017

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Imagem de um sistema estelar triplo na nuvem molecular Perseus.

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Estrelas binárias

Depois das previsões teóricas sobre o Planeta Nove e o Planeta Dez, agora os astrônomos têm um novo alvo para seus telescópios: uma estrela gêmea do Sol.

Cientistas afirmam que é “quase praticamente certo” que o nosso Sol teve um gêmeo quando nasceu há 4,5 bilhões de anos – embora não seja um gêmeo idêntico.

Mais do que isso, o físico Steven Stahler, da Universidade da Califórnia em Berkeley, e Sarah Sadavoy, radioastrônoma do Observatório Astrofísico Smithsoniano, afirmam que praticamente todas as estrelas nascem aos pares – e muitas em ninhadas bem mais prolíficas.

Estrela gêmea do Sol

Muitas estrelas têm companheiras, incluindo nossa vizinha mais próximo, Alfa Centauro, um sistema trigêmeo. Os astrônomos têm procurado uma explicação para isso há muito tempo: Será que os sistemas de estrelas binárias e trinárias nasceram desse jeito? Ou será que uma estrela capturou a outra? As estrelas binárias podem se separar e se tornar estrelas solteiras?

Os astrônomos procuram uma eventual companheira para o nosso Sol há tanto tempo que essa estrela hipotética até já foi batizada: Nêmesis. Ela seria necessária para explicar um notável padrão nas quedas de cometas e asteroides sobre a Terra, incluindo aquele que supostamente exterminou os dinossauros. Esses corpos celestes caem na Terra em “ondas”, que poderiam ser causadas pela aproximação de um corpo celeste de grande massa. Mas Nêmesis ainda não foi localizada.

A nova pista para a existência de Nêmesis veio do rastreamento por radiotelescópios de uma nuvem molecular gigante repleta de estrelas recém-formadas na constelação Perseus e de um modelo matemático que consegue explicar as observações de Perseus apenas se todas as estrelas parecidas com o Sol tiverem nascido com uma companheira.

“Nós rodamos uma série de modelos estatísticos para ver se poderíamos explicar as populações relativas de estrelas jovens solteiras e binárias de todas as separações na nuvem molecular Perseus e o único modelo que consegue reproduzir os dados é aquele no qual todas as estrelas se formam inicialmente como binários amplos. Esses sistemas, então, ou diminuem ou se separam dentro de um milhão de anos. Estamos dizendo, sim, provavelmente houve uma Nêmesis, há muito tempo,” disse Stahler.

As estrelas binárias em Perseus formam-se em núcleos ovalados densos.

Estrela perdida

O termo “binário amplo” significa que as duas estrelas são separadas por mais de 500 unidades astronômicas, ou ua, equivalente à distância média entre o Sol e a Terra. Um companheiro binário amplo para o nosso Sol estaria 17 vezes mais longe da nossa estrela do que seu planeta mais distante conhecido até hoje, Netuno.

“A ideia de que muitas estrelas se formam com uma companheira já foi sugerida antes, mas a questão é: quantas?” comentou Sarah Sadavoy. “Com base em nosso modelo simples, afirmamos que quase todas as estrelas se formam com uma companheira. A nuvem de Perseus é geralmente considerada uma região típica de formação de estrelas de pequena massa, mas nosso modelo precisa ser verificado em outras nuvens”.

Mas talvez os astrônomos não devam sair correndo em busca da irmã gêmea do Sol. Com base no modelo, a irmã do Sol provavelmente escapou e se encontra hoje misturada com todas as outras estrelas na nossa região da Via Láctea, sendo virtualmente impossível identificá-la. Se for assim, ela não seria a responsável pelas ondas de asteroides e cometas que caem periodicamente sobre a Terra.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nemesis-novas-pistas-sol-tem-irma-gemea&id=010130170627&ebol=sim#.WVJZzhXyupo

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Descobertas estruturas multidimensionais no cérebro humano

Publicado por: luxcuritiba em junho 21, 2017

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Cérebro de alta dimensão

A maioria de nós já precisa forçar bastante a imaginação para entender o mundo em quatro dimensões – pois acabam de ser descobertas estruturas no nosso cérebro que se “esparramam” por até onze dimensões.

Usando uma técnica chamada topologia algébrica, algo nunca antes feito em neurociência, a equipe do Blue Brain Project (Projeto Cérebro Azul) descobriu um universo de estruturas e espaços geométricos multidimensionais nas redes neurais do cérebro.

Essas estruturas surgem quando um grupo de neurônios forma uma espécie de “panelinha neural”: cada neurônio se conecta a todos os outros neurônios do grupo de uma maneira muito específica, gerando um objeto geométrico preciso. Quanto mais neurônios entrarem na panelinha, maior será a dimensão do objeto geométrico resultante.

A descoberta é, simultaneamente, uma novidade sem precedentes para a ciência e um balde de água fria nas pretensões iniciais da equipe: É preciso lembrar que o objetivo original do Projeto Cérebro Azul era construir um cérebro artificial em computador, copiado do cérebro real. Só que o cérebro humano está-se mostrando muito mais complicado do que os cientistas imaginavam a princípio.

“Nós descobrimos um mundo que nunca tínhamos imaginado. Existem dezenas de milhões desses objetos, mesmo em uma pequena partícula do cérebro, através de sete dimensões. Em algumas redes, encontramos estruturas com até onze dimensões,” disse o neurocientista Henry Markram, diretor do projeto e professor da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça).

Ele afirma que essas estruturas até agora desconhecidas podem explicar por que tem sido tão difícil entender o cérebro: “A matemática geralmente aplicada para estudar redes não consegue detectar as estruturas e espaços de alta dimensão que agora vemos claramente”.

Cérebro visto pela matemática

Se o mundo 4D – as três dimensões espaciais mais o tempo – já força nossa imaginação, mundos com 5, 6 ou mais dimensões são muito complexos para a maioria dos seres humanos compreenderem – se é que algum os compreende.

É aqui que entra a topologia algébrica, um ramo da matemática que consegue descrever sistemas com qualquer número de dimensões, ainda que seja impossível visualizá-los.

“A topologia algébrica é como um telescópio e um microscópio ao mesmo tempo. Ela pode ampliar as redes para descobrir estruturas escondidas – as árvores na floresta – e ver os espaços vazios – as clareiras – tudo ao mesmo tempo,” explicam os matemáticos Kathryn Hess e Ran Levi, responsáveis por esta nova neuromatemática.

A grande questão que os pesquisadores estão se colocando agora é se a complexidade das tarefas que realizamos tão naturalmente depende da complexidade dos “castelos de areia” multidimensionais que o cérebro pode construir – as redes multidimensionais formam-se e se destroem o tempo todo.

Também será interessante se essa multidimensionalidade der alguma pista para a memória – não há teorias razoáveis para explicar como e onde o cérebro armazena nossas memórias. “Elas podem estar ‘se escondendo’ em cavidades de alta dimensionalidade,” especula Markram.

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