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Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

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Pirâmides – Um Mistério Milenar

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 12, 2010

2009.05.04 ]

Gilberto Schoereder

Mais do que grandiosas obras de arquitetura e marcas da engenhosidade humana, as pirâmides podem conter conhecimentos ocultos sobre o passado das civilizações no planeta.

Uma parte dos estudiosos diz que a existência de construções em forma piramidal, espalhadas pelas mais variadas civilizações do planeta, é apenas uma coincidência ou o resultado de uma linha de ‘pensamento arquitetônico’ mais ou menos óbvio. Assim, o fato de as mesmas formas aparecerem em culturas tão distintas quanto a chinesa e a maia ou a egípcia, não implica necessariamente numa troca de informações entre elas ou numa origem comum dos conhecimentos.

Outra parte dos estudiosos entende que não é possível que pirâmides tenham sido construídas em locais tão distantes uns dos outros — e distantes no tempo e geograficamente —, sem que tenha ocorrido algum tipo de comunicação entre as culturas ou mesmo que elas tenham um ponto em comum. Geralmente, associa-se esse ponto comum à Atlântida, mas não é raro dizer-se que a forma piramidal — com toda a energia que se diz que ela carrega ou gera —, seja uma herança extraterrestre. A recente controvérsia em torno da possível existência de pirâmides em Marte só acirrou essa disputa entre pontos de vista tão diferentes.

As pirâmides mais comentadas e estudadas do mundo são, sem dúvida, as de Queóps (Khufu), Quéfren (Khafra) e Miquerinos (Menkaura), no Egito, em torno das quais circulam histórias de mistérios ainda hoje muito discutidos. A versão oficial da arqueologia diz que as grandes pirâmides de Gizé foram construídas como estruturas funerárias em honra aos três reis da quarta dinastia, entre 2575 e 2465 a.C. Outras versões, porém, afirmam que elas podem ter até 30 mil anos de idade, uma antigüidade da civilização humana que não é reconhecida pela História e Arqueologia. O pesquisador Robert Charroux diz que um historiador árabe chegou a traduzir as inscrições da pirâmide de Queóps, que traziam informações astronômicas suficientes para calcular a época de sua construção em cerca de 73 mil anos atrás.

O que começou a chamar a atenção dos estudiosos foi a dificuldade na execução das obras. Inicialmente, difundiu-se como verdade inquestionável que as pirâmides tinham sido construídas com a utilização de escravos, transportando blocos de pedra de uma distância ainda não determinada. No entanto, mais recentemente alguns pesquisadores começaram a fazer cálculos que trouxeram sérias dúvidas quanto à possibilidade de as pirâmides terem sido construídas dessa forma. Qualquer que fosse a tecnologia empregada, mais problemas insolúveis surgiam, o que deu origem a uma série de relatos sobre a existência de aparelhos ainda desconhecidos atualmente, como levitadores, ou a presença de extraterrestres, que utilizariam as pirâmides como centrais de energia para suas naves. Hoje existem grupos que afirmam que o topo das pirâmides não formava um ápice, mas sim uma espécie de plataforma, onde as naves extraterrestres se encaixariam.

Superarquitetos

A atenção geralmente centra-se na chamada Grande Pirâmide, a de Queóps, e mesmo desconsiderando-se os possíveis exageros na interpretação da real função das pirâmides, restam muitas dúvidas. Pesquisadores capacitados afirmam que a atribuição da grande pirâmide a Queóps deve-se apenas a três evidências extremamente frágeis: a narração de Heródoto, que visitou as pirâmides em 443 a.C.; as inscrições no complexo funerário próximo à pirâmide, que citam Queóps como o faraó; e uma pequena marca sob o piso da câmara principal, que tem alguma semelhança com o símbolo hieroglífico para o nome de Khufu. Segundo dizem, o próprio faraó não deixou qualquer indicação de ter construído a pirâmide, mas afirmou ter feito reparos na estrutura.

Na verdade, nenhuma das pirâmides tem inscrições com os nomes dos faraós que supostamente as construíram, ainda que as construções dos faraós da quinta dinastia em diante contenham centenas de inscrições oficiais. Posteriormente, chegou-se a dizer que Richard Howard-Vyse, um dos primeiros a estudar a grande pirâmide, teria feito as marcas para aumentar a importância de seus estudos, uma vez que precisava de uma descoberta espetacular para obter mais apoio a suas pesquisas. Mais do que isso, diz-se que o salto tecnológico das construções da terceira para as da quarta dinastia é inexplicável, assim como o declínio da complexidade matemática da quarta para a quinta dinastia.

A partir de inúmeros relatos, sabe-se também que a grande pirâmide era recoberta por uma camada de pedras, possivelmente ônix, que lhe dava uma aparência completamente diferente da atual, e que existiam inúmeras inscrições, que chegaram a ser vistas por Heródoto. Estas pedras foram retiradas pelos árabes em 1356, após um terremoto que assolou a cidade do Cairo, tendo sido cortadas e utilizadas na reconstrução de mesquitas e fortes. Assim, jamais se soube o que estava escrito na cobertura da pirâmide.

Medidas Perfeitas

Os cálculos matemáticos em torno das dimensões da grande pirâmide causaram espanto em todo o mundo científico. Sabe-se que ela está orientada segundo os pontos cardeais, de forma quase perfeita. Por suas dimensões, é possível calcular as dimensões da Terra, e descobriu-se que a soma dos quatro lados da base, dividida por duas vezes o eixo, resulta em 3,1416, o valor de Pi. Para muitos estudiosos, não resta dúvida de que os construtores conheciam o número zero, sabiam que a Terra era esférica e qual seu tamanho com uma precisão somente atingida recentemente com o uso de satélites. Milhares de anos antes de Pitágoras nascer, eles já conheciam o uso dos ‘triângulos pitagóricos’.

A existência de poços conduzindo às duas câmaras principais levou os cientistas a imaginar tratar-se de dutos de ventilação (para os mortos?), mas depois soube-se que os poços sul e norte da câmara do rei apontavam respectivamente em direção a Zeta Orionis (a cintura de Órion) e Alpha Draconis; enquanto os poços sul e norte da câmara da rainha indicavam Sirius e Órion. Os cientistas também perceberam que a disposição das três pirâmides de Gizé reproduz exatamente a disposição das três principais estrelas da constelação de Órion.

Em 1920, uma nova descoberta chamou a atenção, não tanto dos cientistas, mas mais nos meios esotéricos e místicos. O francês Antoine Bovis descobriu que a câmara principal da grande pirâmide tinha propriedades até então insuspeitas. Apesar de ser um local extremamente quente e úmido, os corpos de animais mortos deixados no local não eram corrompidos, mas ficavam desidratados. Bovis resolveu realizar uma experiência construindo uma pirâmide menor, com as medidas na escala da original e a mesma orientação. Ele colocou o corpo de um gato morto no mesmo local onde estaria a câmara principal e o resultado foi o mesmo: o corpo ficou desidratado.

Nos anos 60, alguns pesquisadores realizaram experiências na Checoslováquia e nos EUA, reproduzindo a geometria exata das pirâmides e obtendo resultados igualmente significativos, de modo que as pequenas pirâmides construídas preservavam alimentos, mantinham lâminas de barbear afiadas e aceleravam o crescimento de plantas e a cura de feridas em animais. Apesar disso, alguns cientistas entenderam que a geometria não era a responsável por esses efeitos, mas sim a alta concentração de quartzo nos blocos de granito utilizados nos blocos da câmara principal, combinada com a pressão incrível a que esses blocos eram submetidos, de modo que a câmara poderia ser o ponto focal de um poderoso campo piezoelétrico. Medidas realizadas com magnetômetros dentro da câmara mostraram níveis mais elevados do que os do campo geomagnético normal.

O Poder das Pirâmides

As propostas iniciais acerca dos poderes da grande pirâmide — e, conseqüentemente, também das demais pirâmides —, evoluíram de maneira assustadora, especialmente a partir dos anos 60. Durante algum tempo, ter pirâmides em casa, de qualquer tamanho e construídas dos mais variados materiais, tornou-se uma verdadeira febre, tanto como forma de experimentar a capacidade de germinar sementes de plantas ou refazer o fio de lâminas usadas, como uma forma de energizar os ambientes. Diz-se que, em 1959, uma pirâmide de papelão chegou a ter sua patente registrada como um aparelho capaz de regenerar lâminas de barbear, mas parece não ter obtido grande sucesso.

A atração que o formato piramidal exerce é, sem dúvida, hipnotizante. Acreditando ou não em seus poderes energizantes, até mesmo o Museu do Louvre, em Paris, o mais famoso do mundo, construiu uma pirâmide de vidro como parte das novas instalações, e a utilização de pirâmides tornou-se comum em construções modernas em todo o planeta.

Ainda que as pirâmides tenham perdido um pouco de espaço na preferência dos místicos, ainda hoje existem excursões de caráter esotérico ao Egito. Grupos de estudos ufológicos, especialmente os mais ligados ao aspecto espiritualista do tema, têm proposto que, por meio de canalizações, recebem informações precisas sobre como foram construídas e por quais civilizações extraterrestres. Guy Tarade, pesquisador e escritor que segue a mesma linha de Erich von Däniken, diz que em certas tradições da Rosa Cruz é citado que, num passado distante, grupos de iniciados conseguiram emigrar para fora do nosso sistema solar, e que as pirâmides teriam sido o ponto de partida. Elas funcionariam como um energizador das naves, que partiriam de seu topo achatado. O atual formato reproduz a aparência que as construções tinham quando as naves estavam pousadas em seu cume.

Numa linha de pensamento que também atribui uma idade muito mais avançada às pirâmides, alguns pesquisadores entendem que sua arquitetura é uma herança dos atlantes, e daí se explicaria sua difusão por todo o planeta: quando o povo da Atlântida espalhou-se pelo mundo, levou consigo o conhecimento de como construí-las. Assim, informações importantes do passado do planeta estariam contidas na própria estrutura das edificações, podendo ser interpretadas por aqueles que possuírem o conhecimento para tanto.

Entre as histórias jamais confirmadas sobre a pirâmide de Queóps, está a que se refere a um dos primeiros califas do Cairo, depois de o Egito ter sido conquistado pelos muçulmanos. Ele teria encontrado duas estátuas nas câmaras do Rei e da Rainha: uma em pedra negra, a outra em pedra branca, representando um homem e uma mulher com traços fisionômicos diferentes dos egípcios. Esses objetos teriam sido retirados, levados para um museu e desaparecido, o que torna impossível confirmar a história. Também se diz que um tipo especial de lâmpada foi utilizado para iluminar as passagens interiores da pirâmide durante sua construção, uma vez que não foram encontrados resquícios de fumaça ou fuligem nas paredes internas. Esses aparelhos seriam as lâmpadas eternas, ou perenes, também citadas pela tradição Rosa Cruz, que se refere a lâmpadas que funcionavam sem necessitar de combustível e por mais de mil anos.

Os mistérios e indefinições sobre a real natureza das pirâmides de Gizé permanecem. Pesquisadores independentes continuam propondo explicações alternativas, algumas interessantes e outras consideradas alucinações sem sentido. Escavações recentes no terreno próximo às construções revelaram a existência de uma tumba subterrânea que, segundo alguns cientistas, pode ser do próprio Osíris — deus egípcio da morte e relacionado à suposta origem extraterrestre do povo que construiu as pirâmides. Seja como for, há muito ainda a ser dito sobre o assunto e é possível que nos próximos anos novas descobertas lancem alguma luz.

Para Saber Mais:
– O Poder das Pirâmides – Emilio Salas e Román Cano (Ed. Nova Era)
– O Poder Secreto das Pirâmides – Bill Schul e Ed Petit (Ed. Nova Era)
– A Grande Pirâmide – Tom Valentine (Ed. Nova Fronteira)

http://www.revistasextosentido.net/news/pir%C3%A2mides%20-%20um%20misterio%20milenar/

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Psicólogo monta consultório no formato de pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 12, 2010

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Marcelo Pedroso

Em busca de novos estímulos para as abordagens aos seus pacientes, o psicólogo João Carlos Maciel, 41 anos, fechou a sala que mantinha em um prédio comercial de Taubaté, no interior de São Paulo, e montou um consultório no formato de uma pirâmide no quintal de sua casa.

A pirâmide tem exatos 3,93 m na base por 2,5 m de altura, nas proporções das estruturas egípcias. Uma armação de ferro, recheada por argamassa e tijolos compõem a construção, que também ganhou um toldo, usado nos períodos chuvosos ou de muito sol.

O interior é pintado de branco, com a estrutura de ferro em preto. Não há decoração no local, apenas duas poltronas, que podem ser substituídas por almofadas dependendo do objetivo da terapia.

A porta está orientada para o norte e um cristal de cor vermelha na ponta da pirâmide serve como catalisador de energias, segundo Maciel. O ambiente terapêutico é complementado por uma pequena área com um gramado e a sombra de uma árvore.

O novo consultório ficou pronto em abril e já faz a diferença no atendimento dos pacientes do psicólogo, que já fez até um cartão de apresentação com a pirâmide aos fundos, “para despertar a curiosidade”.

Conceito

“Não vou pelo conceito místico, mas pelo arquétipo da pirâmide, que remete ao inconsciente das pessoas. As pessoas se abrem para o tratamento, os conteúdos psíquicos afloram.”

Segundo o psicólogo, a nova estrutura é adequada tanto para sessões individuais quanto para trabalhos em grupos de até oito pessoas. “Criei um ambiente tranqüilo, sossegado, que favorece a abordagem do cliente.”

Maciel, que tem 15 anos de profissão, trabalha dentro da psicodinâmica em uma linha humanista e utiliza a hipnose e a PNL (Programação Neurolinguística) como ferramentas, disse que alguns resultados já puderam ser observados.

“Estou fazendo uma pesquisa com meus pacientes para ver a diferença. Tenho relatos de pessoas que começaram a sonhar depois que vieram fazer as sessões na pirâmide. Eu atendia em um prédio anteriormente e não tinha esse tipo de relato.”

O psicólogo também citou como exemplo um tratamento de síndrome de pânico, no qual a pirâmide entra como elemento para favorecer a meditação. “Faço um trabalho focal. A pessoa vem com uma queixa e eu trabalho ela. A pirâmide entra como um elemento da terapia. Ela facilita o trabalho de aguçar as percepções.”

http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1644501-EI1141,00.html (27.05.2007)

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Como funciona a pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 12, 2010

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Os experimentos de Watson

No entanto, deixando de lado o aspecto comercial da questão, como é que as miniaturas de pirâmide conseguem regenerar o fio das lâminas gastas? Com o problema decidiu enfrentar-se um físico, Lyall Watson, e depois de ter efetuado experimentos e mais experimentos (afirma que uma lâmina durou quatro meses apesar de usá-la diariamente, graças à pirâmide), anunciou que acredita ter descoberto a possível explicação do fenômeno. Ei-la aqui: tendo em conta que o fio de uma lâmina de uma navalha, etc., possui uma estrutura cristalina, quando é usada, obviamente, pelo atrito, perde uma certa quantidade de cristais, em sua superfície externa.

Sendo assim, o poder renovador das pirâmides não pode mais que ser devido à que elas funcionam como lentes que concentram energia, ou como ressonadores que captam energia, fazendo-a atuar, no ponto correspondente à câmara mortuária do original, na função de catalizar a reestruturação cristalina. Do qual se deduz que a mesma configuração da pirâmide é algo parecidíssimo à estrutura de um cristal de magnetita, e por isso criaria em seu interior um campo magnético.

Nada mais e nada menos: por um conjunto de fatores, o fato é que a configuração de um compartimento parece que influi nos fenômenos que acontecem em seu interior.

Uma indústria tcheco-eslovaca produtora de cerveja, tendo em conta o princípio, comprovou que quando, por necessidade de tornar mais rentáveis a embalagem dos recipientes de seu produto, adotou para estes a forma poligonal ao invés da tradicional cilíndrica, a qualidade da cerveja sofria diminuição. Também foi averiguado que cobaias feridas recuperavam mais rapidamente a saúde se fossem alojadas em jaulas redondas.

Os egípcios o sabiam

Naturalmente as provas de que a configuração das pirâmides produz em seu interior efeitos do tipo que descrevemos, e a dedução lícita de que os antigos egípcios o sabiam, e que precisamente por isso construíam as pirâmides como sepulcros de seus faraós, foram desdenhosamente rechaçadas pelos arqueólogos e os egiptólogos profissionais. Enfim, já dissemos em que coordenadas intelectuais caminham estes homens de ciência, já se sabe que de física não entendem nada nem lhes interessa entender, por sua formação humanística, etc., então, o fato é que o aceitem ou não os egípcios, que não eram experts em egiptologia, construíam as pirâmides para favorecer a mumificação.

Associação das pirâmides com a água subterrânea

A teoria de Lyall Watson propõe uma explicação séria sobre o importante papel que joga a configuração piramidal em si, como lente concentradora de energia, ou como ressonador de energia, porém omite um fator muito importante, presente nas pirâmides e em todos os sepulcros megalíticos: sua associação com as águas subterrâneas ou freáticas, e a rígida orientação da construção sobre os eixos norte-sul e leste-oeste. Parece contrário a toda lógica que, se a pretensão era preservar os cadáveres da putrefação, procuraram precisamente que nas câmaras mortuárias o ambiente fosse úmido, como Bovis acertadamente observou.

Existe uma explicação científica

O que procuravam pois “os antigos” com tal irracionalidade, e em virtude de quais conhecimentos? Lamentavelmente os mortos não podem explicar-nos de viva voz sua teoria, mas nós não podemos cruzar os braços como fazem os arqueólogos e os egiptólogos, porque na atualidade temos um caudal de conhecimentos de física mais que suficiente para decifrar, sem necessidade de especulações fantasiosas, o por que de sua aparente irracionalidade, e deduzir, conseqüentemente, que nível de conhecimentos tinham eles, ainda que os egiptólogos continuem entrelaçados entre nomenclaturas de deuses e mitologias, cujo sentido autêntico lhes escapa. As águas subterrâneas atuam como electrólitos e as capas geológicas como eletrodos e os sais dissolvidos como substâncias submetidas a electrólise.

Dito com outras palavras, os mantos freáticos são sistemas elétricos, e é óbvio que todo sistema elétrico gera seu próprio campo de forças e um campo de forças magnéticas.

Ação das forças eletromagnéticas

Em física não existe nenhuma dificuldade para entender que as forças eletromagnéticas geradas pelas águas subterrâneas percorrem o córtex terrestre, e ditas forças são denominadas “coulombinas”, do nome de seu descobridor Coulomb. Pois bem, as pirâmides e as pedras “captam” essas forças (daí a presença das esculturas megalíticas para o emprego das pedras), como ondas negativas. Será oportuno que os egiptólogos e os especialistas de outras culturas antigas, assim como os etnólogos, tenham presente que quando lêem ou ouvem acerca de “forças mágicas, vitais, ocultas, etc.”, o que se oculta atrás dessa fraseologia não são mais que forças coulombianas, e que portanto aqueles que delas falam ou deixam consignação escrita, as conheciam e sabiam (ou conhecem ou sabem) como usá-las, pelo que não eram nem tontos nem infantis nem irracionais, e se não primitivos atuais, não se deixem despistar por seu aspecto semi-oligofrênico.

A força escapa pela cúspide

Prossigamos. Estas forças coulombianas captadas pelas pedras das pirâmides afluem para a cúspide (ponto onde concorrem os vértices de todos os triângulos que formam as superfícies da pirâmide), acelerando sua velocidade à medida que a configuração no monumento vai estreitando, para escapar pela ponta. Esta fuga significa que as cavidades interiores da pirâmide são drenadas de suas cargas elétricas, exatamente como ocorre na jaula de Faraday, de forma que nas cavidades é produzido um “vazio biológico”, apesar do ambiente úmido. Foi comprovado que nele nem sequer podem ser desenvolvidos mofos, e também foi demonstrado que com o sistema são obtidas mumificações absolutamente naturais.

Suspensão temporária no vazio biológico

Com este vazio biológico, qualquer coisa situada nele fica como em um estado de suspensão temporária, mas se a hipótese das pirâmides jaulas de Faraday confirma que o que era perseguido pelos antigos egípcios era a mumificação natural, também foi visto que com a teoria de Lyall Watson a configuração piramidal poderia produzi-la; agora então, é completamente impensável supor que as radiações cósmicas atuem sem a presença das forças coulombianas, ou que estas atuem em ausência das radiações cósmicas, simplesmente porque as pirâmides não são sistemas isolados de laboratório, onde teoricamente poderiam ser investigadas se somente as radiações ou se somente as forças coulombianas poderiam provocar as mumificações.

Por que construíram pirâmides?

É muito compreensível que os arqueólogos digam que não, porque com esta linguagem desapareceram tanto as genealogias dos deuses como as artes mágicas, as cerimônias, os ritos, etc., que constituem o material de sua erudição. Mas sua negativa por incompreensão do delineamento cientificamente unitário do problema, e de suas conseqüências interpretativas, não pode nem deve perturbar o sono de ninguém que queira chegar ao fundo da questão, que não é outra senão a inteligência do por que, por exemplo, os egípcios construíam pirâmides e não cubos para obter a mumificação, ou por que dedicavam tanta atenção à influência dos astros nos acontecimentos terrestres e humanos. Poderia alguém negar que os egípcios desconheciam todos mecanismos existentes no trato de energias cósmicas, influência das energias solares e lunares, marés e suas influências, distâncias exatas, datas exatas, cálculos exatos. Tudo isso seria apenas obra da coincidência?

As pirâmides modificam as radiações cósmicas

Estudos levados a cabo no Instituto Max Planck da Alemanha indicam que “os organismos protegidos das forças magnéticas e elétricas perdem o ritmo das funções psicofísicas naturais e adquirem novos ritmos que não são circadianos”.

Alto aí! Depois de um percurso apaixonante, voltamos a encontrar-nos com a resposta sugerida pelas pirâmides. Já vimos como elas conseguiam modificar a atuação das radiações cósmicas em seu interior, e por sua vez neutralizar a ação dos campos elétricos e magnéticos no interior do mesmo, situando-o como fora do tempo. Mas o que é o tempo senão a medida dos ritmos circadianos, anual, cósmico, etc.?

A mumificação, uma mudança de ritmo

A “mumificação” não é mais que o efeito da tentativa perfeitamente lograda de fazer com que todos os organismos, inclusive o cadáver, colocado no interior isolante da pirâmide, assuma, como dizem os investigadores do Instituto Max Plank, ritmos diferentes dos naturais, isto é, infinitamente mais lentos, com o qual a decomposição do orgânico praticamente seja levada a cabo segundo um ciclo infinitamente grande, muito semelhante à idéia de eternidade.

A pirâmide, portanto, não é mais que a, “máquina da eternidade”, e sua configuração, a única capaz de “romper” a cibernética biorrítmica de todo o sistema cósmico. Muito humildemente, os senhores arqueólogos deveriam refletir sobre estas considerações, e reconhecer que até agora estiveram proporcionando-nos, da cultura e da civilização dos antigos de que se ocupam, uma visão absolutamente inadequada, pueril e francamente disparatada.

Fonte: Revista Grandes Enigmas – O Poder das Pirâmides – Fernando Jiménes Del Oso

Fonte: Revista Grandes Enigmas – O Poder das Pirâmides – Fernando Jiménes Del Oso

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