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A noite em que a Força Aérea Brasileira caçou um Ovni

Publicado por: luxcuritiba em junho 8, 2017

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O objeto, diz a FAB, voava mais rápido que o som, e mesmo assim fazia zigue-zagues e ora se aproximava, ora se afastava, desafiando as leis da física.

Por Salvador Nogueira

Era uma noite estrelada, em 19 de maio de 1986. Às 23h15, chegou a informação de que a torre de controle de São José dos Campos, no interior de São Paulo, havia avistado luzes de cores amarelo, verde e laranja se deslocando sobre a cidade. Ao mesmo tempo, sinais foram detectados no radar em solo. O primeiro a observar o fenômeno foi o coronel Ozires Silva, então recém-nomeado presidente da Petrobras (antes, tinha comandado a Embraer). Ele estava a bordo do avião Xingu PT-MBZ e viu uma dessas luzes. “A visibilidade era uma beleza. Uma noite toda estrelada, típica do mês de maio. E entre as estrelas eu vi um clarão, um objeto ovalado. Parecia um astro. A diferença é que astro não aparece no radar”, disse o fundador da Embraer numa entrevista. “Voei na direção dele. E, enquanto me aproximava, ele começou a desaparecer.”

Às 0h39, foi acionada a aeronave de alerta da defesa da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O jato de caça partiu rumo a São José dos Campos, guiado pela detecção de sinais intermitentes no radar da torre de controle. A uma altitude de 5.200 metros, o piloto avistou uma luz branca abaixo de seu nível de voo. Posteriormente o objeto foi subindo e se posicionou 10 graus acima da aeronave de interceptação. Ambos começaram a aumentar a altitude, e o caça o perseguiu até os 10 mil metros. No trajeto, a luz por um momento mudou de branca para vermelha, depois verde e novamente branca, permanecendo nessa cor. O radar do caça detectou o objeto, que indicava estar de 10 a 12 milhas de distância (16 a 18,2 km), voando na direção do mar.

A perseguição prosseguiu até a aeronave atingir o ponto de não-retorno (que significa que não haveria combustível suficiente para voltar à base de origem). Como não houve aproximação efetiva, decidiu-se pelo fim da caça. Menos de 30 minutos depois, detecções de eco de radar começaram a ser feitas sobre a região de Anápolis, Goiás. Os sinais de radar eram mais confiáveis, davam direção e velocidade de deslocamento dos objetos. À 1h48, um segundo caça, dessa vez partindo da Base Aérea de Anápolis, subiu aos céus para investigar. O piloto chegou a obter contato pelo radar da sua aeronave, mas não conseguiu ver nada. Parecia uma perseguição absolutamente desleal. Enquanto o jato voava como um avião, em velocidade supersônica, o objeto tinha um nível de agilidade incompatível com aeronaves terrestres. Voava em zigue-zague, ora se aproximava, ora se afastava, mesmo estando mais rápido que o caça. Por fim, ao perder contato por radar, o avião retornou à base. Em compensação, no Rio de Janeiro, a mobilização continuava. Um segundo caça decolou à 1h50 na direção de São José dos Campos e avistou uma luz vermelha de onde emanava o sinal de radar detectado em solo. Perseguiu-a por alguns minutos, sem conseguir se aproximar, até que ela se apagou.

Simultaneamente, apareceram nada menos que 13 diferentes registros do radar em solo na traseira da aeronave. O piloto fez uma volta de 180 graus para tentar observá-las, mas nenhum contato visual ou com o radar de bordo foi efetuado. Uma segunda e uma terceira aeronaves decolariam de Anápolis, às 2h17 e às 2h36, sem obter qualquer tipo de contato. Os interceptadores lá no Rio foram pousando conforme sua autonomia chegava ao fim. O último recolheu-se à base às 3h30. No resumo do relatório assinado naquele ano pelo brigadeiro-do-ar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, então comandante interino do Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), os militares tiram conclusões definitivas. Primeiro, sobre a natureza dos objetos perseguidos e observados, capazes de “produção de ecos radar, não só no sistema de Defesa Aérea, como nos radares de bordo dos interceptadores (…), variação de velocidade de voo subsônico até supersônico, bem como manutenção de voo pairado, variação de altitudes inferiores a 5 mil pés (aproximadamente 1.500 m) até 40 mil pés (aproximadamente 12 mil metros), emissão de luminosidade nas cores branca, verde, vermelho, e outras vezes não apresentando indicação luminosa, capacidade de aceleração e desaceleração de modo brusco, capacidade de efetuar curvas com raios constantes, bem como com raios indefinidos”.

Não é preciso dizer que esse conjunto de qualidades não existe em nenhuma aeronave cujo princípio de operação seja dominado pela ciência terrestre. Da forma cautelosa, como seria peculiar a um documento de origem militar, o relatório termina da seguinte maneira: “Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligências, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores como também voar em formação, não forçosamente tripulados.” Foi a afirmação mais contundente sobre ovnis já feita pela Força Aérea Brasileira.

* Este é um trecho do livro Extraterrestres, de Salvador Nogueira.

http://super.abril.com.br/ciencia/a-noite-em-que-a-forca-aerea-brasileira-cacou-um-ovni/

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Cientistas dizem ter medido estado mais elevado de consciência

Publicado por: luxcuritiba em maio 20, 2017

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Estado superior de consciência

Neurocientistas afirmam ter encontrado evidências científicas de um “estado superior de consciência”.

Eles observaram um aumento sustentado na diversidade dos sinais neurais – uma medida da complexidade da atividade cerebral – de pessoas sob a influência de drogas psicodélicas, em comparação com quando essas mesmas pessoas estavam em estado de vigília normal.

A diversidade dos sinais cerebrais fornece um índice matemático do nível de consciência. Por exemplo, pessoas que estão acordadas têm uma atividade neural mais diversa do que aquelas que estão dormindo.

“Esta descoberta mostra que o cérebro sob ação de psicodélicos se comporta de forma muito diferente do normal. Durante o estado psicodélico, a atividade elétrica do cérebro é menos previsível e menos ‘integrada’ do que durante a vigília consciente normal – conforme medida pela ‘diversidade de sinal global’.

“Como esta medida já mostrou seu valor como uma medida do ‘nível de consciência’, podemos dizer que o estado psicodélico aparece como um ‘nível de consciência mais elevado’ do que o normal – mas apenas com relação a esta medida matemática específica,” disse o professor Anil Seth, da Universidade de Sussex (Reino Unido).

Psilocibina, cetamina e LSD

Para chegar à conclusão sobre um estado superior de consciência, Seth e seus colegas Michael Schartner e Adam Barrett reanalisaram dados que haviam sido coletados anteriormente por uma equipe do Imperial College de Londres e da Universidade de Cardiff, quando voluntários saudáveis receberam uma das três drogas conhecidas por induzir um estado psicodélico: psilocibina, cetamina e LSD.

Usando tecnologias de imageamento cerebral, foram medidos os minúsculos campos magnéticos produzidos no cérebro, mostrando que, em todas as três drogas, essa medida do nível consciente – a diversidade do sinal neural – é substancialmente maior.

Isto não significa que o estado psicodélico seja um estado “melhor” ou mais desejável de consciência, ressaltam os pesquisadores. O que os resultados mostram é que o estado psicodélico do cérebro é distinto e pode estar relacionado a outras mudanças globais no nível de consciência, embora em sentido oposto, como o sono ou a anestesia, por exemplo, que são considerados estados mais baixos de consciência.

Estudar os “baratos”

A equipe afirma que mais pesquisas são necessárias, além do uso de modelos mais sofisticados e mais variados, para confirmar os resultados, mas eles estão cautelosamente animados com os resultados.

Eles defendem o aprofundamento dessa linha de pesquisas, uma vez que os estudos científicos têm-se concentrado até agora em estados mais baixos de consciência, como o sono, anestesia ou o chamado estado vegetativo.

http://www.diariodasaude.com.br

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Restos de planeta destruído encontrados na órbita de Marte

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2017

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Fósseis planetários

Marte compartilha sua órbita com um grupo de pequenos asteroides – os chamados troianos.

Agora, uma equipe internacional de astrônomos, usando o telescópio VLT, no Chile, descobriu que a maioria desses objetos compartilha uma composição comum.

Ter a mesma composição química significa que eles provavelmente são restos de um mesmo corpo celeste original, um pequeno planeta que foi destruído por uma colisão há muito tempo.

Asteroides troianos

Os asteroides troianos movem-se na mesma órbita de um planeta, presos dentro de “refúgios gravitacionais”, 60º à frente e 60º atrás do planeta, os chamados pontos de Lagrange; o ponto que antecede o planeta é chamado L4, e aquele à sua retaguarda é o L5.

Marte é até agora o único planeta terrestre conhecido que possui companheiros troianos em órbitas estáveis – Júpiter tem mais de 6.000 e Netuno tem 10.

E os troianos marcianos têm uma distribuição desigual que vem intrigando os astrônomos: todos, exceto um, estão no ponto L5, compondo uma família conhecida como Eureka. E as órbitas de todos, menos de um, se agrupam em torno da família Eureka.

Para tentar descobrir porque eles se distribuem desta forma desigual, os astrônomos decidiram pesquisar se eles têm uma composição similar ou não. Felizmente, isto pode ser feito com telescópios, medindo a cor da luz solar refletida da superfície do asteroide – em outras palavras, obtendo seu espectro.

Colisões entre planetas

Os espectros mostram que esses asteroides são predominantemente compostos de olivina, um mineral que normalmente se forma dentro de corpos celestes muito maiores, sob condições de alta pressão e temperatura – no núcleo de um planeta, por exemplo.

A implicação dessa composição similar é que os asteroides troianos de Marte são provavelmente resquícios do manto de algum planeta anão ou planetesimal que chegou a desenvolver uma crosta, manto e núcleo, e que deve ter sido destruído por colisões muito tempo atrás.

“Nossas descobertas sugerem que esse material participou da formação de Marte e talvez de seu vizinho planetário, nossa própria Terra,” especula Apostolos Christou, do Observatório Armagh, no Reino Unido.

Várias teorias sobre a formação da Lua especulam sobre o impacto de um hipotético planeta Teia (ou Theia) contra a Terra primordial, lançando ao espaço o material que formou nosso satélite. Mas os modelos mais recentes sobre a formação de Marte não incluem colisões com outros corpos.

Bibliografia:

The olivine-dominated composition of the Eureka family of Mars Trojan asteroids
Galin Borisov, Apostolos Christou, Stefano Bagnulo, Alberto Cellino, Tomasz Kwiatkowski, Aldo dell Oro
Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
Vol.: 466 (1): 489-495
DOI: 10.1093/mnras/stw3075
https://arxiv.org/abs/1701.07725

fonte http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Documentário “O direito de saber do homem” – Wilhelm Reich

Publicado por: luxcuritiba em abril 1, 2017

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Documentário “Man’s rigth to know” (O direito de saber do homem), produzido em 2002 pelo instituto “Wilhelm Reich Infant Trust” – uma organização sem fins lucrativos criada a seu pedido em seu testamento.

Reich foi um homem revolucionário, muito à frente do seu tempo, um médico, um pesquisador, um cientista e, principalmente, um humanitário que dedicou toda sua vida para ajudar a saúde dos seus irmãos (todos nós seres humanos).

Reich dedicou mais de 30 anos de sua vida ao estudo da energia vital que ele chamou de energia orgone, uma homenagem e alusão ao orgasmo e à matéria orgânica. Descobriu suas propriedades e características, com isso desenvolveu aparelhos e equipamentos que fazem essa energia ser muito mais útil às pessoas.

Um desses equipamentos foi a caixa orgônica, que tem a função de atrair e acumular em seu interior uma quantidade de energia vital (ou orgone) muito maior do que temos disponível no ar. Com isso quem entra dentro de uma caixa orgônica recebe uma carga de energia vital diretamente em seu organismo, principalmente pela pele e respiração.

A caixa orgônica faz diversas coisas no corpo, mas principalmente 2:
1- aumenta significativamente a quantidade de energia vital no organismo;
2- libera o fluxo dessa energia por todo o organismo.

Com mais energia circulando, o organismo como um todo vai sendo irrigado e voltando à vida, se regenerando, se curando e recuperando sua vitalidade – devolvendo a saúde para quem estava doente.

Esse invento de Reich, a caixa orgônica, foi o motivo da sua perseguição e morte. Essa e outras histórias da vida e obra de Wilhelm Reich são retratados neste documentário.

Para comemorar o aniversário de 120 anos de Wilhelm Reich achei que a melhor maneira era divulgar este documentário em um único arquivo, completo (sem cortes), com boa legenda e em português. Assim todo brasileiro poderá conhecer mais e melhor quem foi o Dr. Wilhem Reich e o que ele fez de tão importante e revolucionário para a humanidade que fez com que fosse o único caso na história dos Eua, há recente e exatos 60 anos atrás, em 1957, em que um cientista teve toda sua obra caçada (não só proibida) e muito mais, destruída e queimada (no caso em incineradores de lixo de nova Iorque). Uma atrocidade feita agora, nos nossos tempos, somente comparada as que fizeram na Europa na inquisição na Idade Média, há 900 anos atrás, quando queimaram curandeiras naturais como se fossem bruxas.

Anderson Cattoni
http://www.facebook.com/caixaorgonica
E-mail: caixaorgonica@gmail.com
Whatsapp: (35) 9.9732.5405

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Mapa mostra campo magnético da Terra em 3D

Publicado por: luxcuritiba em março 31, 2017

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Mapa magnético da Terra

Observações da constelação de satélites Swarm, da Agência Espacial Europeia (ESA), estão permitindo construir o primeiro mapa detalhado de uma porção pouco conhecida do campo magnético da Terra – a exemplo do mapa gravitacional da Terra, feito pela sonda Goce.

E os dados mostram que nosso escudo protetor contra a radiação do espaço e as partículas do vento solar não é nada homogêneo.

Embora ainda haja muitas dúvidas sobre como o campo magnético da Terra se forma, os cientistas acreditam que a maior parte dele é gerada a profundidades superiores a 3.000 km pelo movimento de ferro fundido no núcleo externo.

Os 6% restantes são, em parte, devido às correntes elétricas no espaço que circunda a Terra e, por outro lado, devido às rochas magnetizadas na litosfera superior – a parte externa rígida da Terra, consistindo na crosta e no manto superior.

Campo magnético litosférico

Embora este campo magnético litosférico seja muito fraco e, portanto, difícil de detectar a partir do espaço, os instrumentos do trio de satélites Swarm mostraram-se capazes de mapear seus sinais magnéticos. Após três anos de coleta de dados, foi agora publicado o mapa de maior resolução feito até hoje desse campo.

“Ao combinar as medições do Swarm com os dados históricos do satélite alemão CHAMP e utilizando uma nova técnica de modelagem, foi possível extrair os minúsculos sinais magnéticos de magnetização da crosta,” explicou Nils Olsen, da Universidade Técnica da Dinamarca.

O novo mapa mostra variações detalhadas no campo magnético litosférico, variações estas produzidas por estruturas geológicas na crosta terrestre.

Uma destas anomalias ocorre na República Centro-Africana, centrada em torno da cidade de Bangui, onde o campo magnético é significativamente mais nítido e mais forte. A causa dessa anomalia ainda é desconhecida, mas alguns cientistas especulam que ela pode ser o resultado do impacto de um meteorito, há mais de 540 milhões de anos.

Registro magnético na crosta

O campo magnético terrestre não é estável, ele encontra-se em um estado de fluxo permanente – sabe-se, por exemplo, que o campo magnético está em processo de enfraquecimento. O norte magnético também não é fixo, ele “vagueia”, e a cada poucas centenas de milhares de anos a polaridade gira de modo que as bússolas passam a apontar para o sul em vez de apontar para o norte.

Quando uma nova crosta é gerada através da atividade vulcânica, principalmente ao longo do fundo do oceano, os minerais ricos em ferro no magma que se solidifica são orientados para o norte magnético, capturando assim uma “foto” do campo magnético no estado em que se encontrava quando as rochas esfriaram.

Como os polos magnéticos se invertem ao longo do tempo, os minerais solidificados formam “riscas” no fundo do mar, o que permite ler os registros da história magnética da Terra.

O mapa elaborado agora fornece uma visão global sem precedentes dessas faixas magnéticas associadas à tectônica de placas – intimamente ligada ao vulcanismo – refletidas nas cristas oceânicas.

“Estas riscas magnéticas são evidências das reversões dos polos e analisar as impressões magnéticas do fundo do oceano permite a reconstrução de mudanças antigas no núcleo. Também ajudam a investigar os movimentos da placa tectônica,” reafirmou Dhananjay Ravat, da Universidade de Kentucky, nos EUA. “O novo mapa define as características do campo magnético até cerca de 250 km e ajudará a investigar a geologia e as temperaturas na litosfera da Terra.”

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Imagens fantasmagóricas de sinais WiFi capturados usando fotografia de longa exposição e um aplicativo para Android

Publicado por: luxcuritiba em março 26, 2017

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Para seu projeto Digital Ethereal , o designer Luis Hernan começou a capturar um desses sinais invisíveis de WiFi, usando uma combinação criativa de fotografia de longa exposição e um aplicativo para Android.

Uma vez que você não pode apenas configurar sua câmera ao lado de seu roteador, clique no botão do obturador e capturar um fluxo de informações de imagens, Hernan decidiu “traduzir” essa informação em luz e cor usando um aplicativo Android chamado Kirlian dispositivo móvel que visualiza a força do sinal WiFi usando uma série de cores.

As imagens resultantes revelam esses sinais invisíveis que Hernan diz lembrá-lo de fantasmas. Do site do projeto Digital Ethereal:

Acredito que nossa interação com essa paisagem de sinais eletromagnéticos, descrita por Antony Dunne como Espaço Hertziano, pode ser caracterizada nos mesmos termos que os fantasmas e espectros.

Ambos são entidades paradoxais, cuja substância atípica lhes permite ser uma presença invisível. Da mesma forma, eles passam por um processo de fundamentação gradual para se tornarem temporariamente disponíveis à percepção. Finalmente, ambos nos assombram. Fantasmas, como Derrida teria, com os segredos das gerações passadas. Hertziano, com a frustração da interferência e da lentidão.
Aqui está um olhar para o resto da série:

Para saber mais sobre o Digital Ethereal e explorar as outras formas fascinantes que Hernan explorou este espaço invisível para o projeto, vá ao site da DE clicando aqui .

fonte: https://petapixel.com

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Comprovada teoria do Sistema Solar Caótico

Publicado por: luxcuritiba em março 26, 2017

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Sistema Solar Caótico

A aparente calma que hoje reina no Sistema Solar por muito tempo levou os cientistas a considerarem que as coisas se desenvolveram por aqui de forma, se não amena, pelo menos mais ou menos contínua.

Mas os dados coletados pelos geólogos começaram a destoar desse quadro bem-comportado, mostrando variações nas rochas que somente poderiam ser explicadas por alterações periódicas nas órbitas planetárias em relação às órbitas verificadas hoje.

Essas variações levaram o professor Jacques Laskar, do Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França, a elaborar uma hipótese que passou a ser conhecida como “Teoria do Sistema Solar Caótico”. Laskar propôs, em 1989, que pequenas variações nas órbitas planetárias, verificadas em janelas temporais de milhões de anos, produzem grandes mudanças no clima dos planetas – e seriam essas mudanças que explicariam as variações encontradas no registro geológico.

Efeito borboleta

Agora, pela primeira vez uma equipe conseguiu rastrear indícios suficientes para dar suporte a essa teoria do Sistema Solar caótico, em que as órbitas dos planetas variam de tempos em tempos por meio de um mecanismo conhecido como ressonância.

Chao Ma, Stephen Meyers e Bradley Sageman, das universidades Wisconsin-Madison e Northwestern, nos EUA, encontraram as evidências em camadas alternadas de calcário e xisto, depositadas na Formação Niobrara, no estado do Colorado (EUA), na época em que os dinossauros ainda caminhavam pela Terra.

Mais especificamente, eles descobriram a assinatura de uma “transição de ressonância” entre Marte e Terra, ocorrida 87 milhões de anos atrás.

A transição de ressonância é a consequência do Efeito Borboleta na teoria do caos, que estabelece que pequenas mudanças nas condições iniciais de um sistema não-linear podem ter grandes efeitos ao longo do tempo.

Outros estudos já indicaram que mesmo encontros entre asteroides podem mexer com as órbitas no Sistema Solar

Órbitas planetárias e clima

No contexto do Sistema Solar, o fenômeno ocorre quando dois corpos em órbita periodicamente influenciam um ao outro, como ocorre quando um planeta em sua trilha ao redor do Sol passa em relativa proximidade de outro planeta em sua própria órbita.

Esses “cutucões” na órbita de um planeta, pequenos mas regulares, podem exercer grandes mudanças na localização e orientação do planeta em seu eixo em relação ao Sol e, consequentemente, alterar a quantidade de radiação solar que um planeta recebe em uma determinada área. Onde e quanta radiação solar um planeta recebe é um elemento-chave na determinação do seu clima.

“O impacto dos ciclos astronômicos sobre o clima pode ser bastante grande,” comentou Meyers, citando como exemplo o ritmo das idades glaciais da Terra, fortemente correlacionadas com mudanças periódicas na forma da órbita da Terra e na inclinação do nosso planeta em seu eixo. “A teoria astronômica permite uma avaliação muito detalhada dos eventos climáticos passados, que podem fornecer um análogo para o clima futuro.”

Clima e rochas

Meyers acrescenta que, embora a conexão entre mudança climática e o registro nos sedimentos depositados na Terra possa ser complexa, a ideia básica é simples.

“A mudança climática influencia a distribuição relativa da argila em relação ao carbonato de cálcio, registrando o sinal astronômico no processo. Por exemplo, imagine um clima muito quente e úmido, que bombeie argila para o mar através dos rios, produzindo uma rocha argilosa, ou xisto, alternando com um clima mais seco e mais frio, que bombeie menos argila para o mar e produza uma rocha rica em carbonato de cálcio, ou calcário.”

“Outros estudos têm sugerido a presença do caos com base em dados geológicos. Mas esta é a primeira evidência inequívoca, tornada possível pela disponibilidade de dados radioisotópicos de alta qualidade e o forte sinal astronômico preservado nas rochas,” concluiu o pesquisador.

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Poeira de estrelas no telhado da sua casa?

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 18, 2017

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Partículas cósmicas são encontradas no telhado das casas

Há muito tempo se sabe que a poeira cósmica desce atmosfera abaixo, não necessariamente se queimado na entrada como ocorre com os pedregulhos maiores – ou mesmo sendo resultado da explosão desses corpos maiores.

O grande problema é separar a poeira cósmica da poeira terrestre. Até agora, os cientistas têm feito isto na Antártica, onde a atmosfera é mais limpa e os grãos são conservados intactos no gelo há centenas ou milhares de anos.

Agora, pela primeira vez, uma equipe do Imperial College de Londres demonstrou que é possível identificar e separar a poeira cósmica até mesmo nos telhados das casas das grandes cidades – eles demonstraram sua técnica em Paris (França), Berlim (Alemanha) e Oslo (Noruega).

“A vantagem óbvia para esta nova abordagem é que é muito mais fácil rastrear a origem das partículas cósmicas se elas estiverem em nosso quintal,” disse o pesquisador Matthew Genge.

particulas-cosmicas-urbanas

Poeira cósmica veloz

A técnica mostrou também outra vantagem inesperada: as partículas cósmicas encontradas são bem maiores do que as coletadas até agora na Antártica.

Enquanto a poeira incrustada no gelo antártico tem grãos na faixa de 0,01 milímetro, a poeira cósmica urbana tem grãos na faixa de 0,3 milímetro. Elas também apresentam uma cristalização diferente das partículas muito mais antigas da Antártica.

As diferenças podem estar ligadas a mudanças nas órbitas da Terra e de Marte, por exemplo, ao longo de milhões de anos, especula Genge. Distúrbios gravitacionais resultantes dessas mudanças podem ter influenciado a trajetória das partículas à medida que elas avançavam pelo espaço, o que pode ter gerado um efeito sobre a velocidade com que elas atingem a atmosfera da Terra.

“Esta descoberta é importante porque, como analisamos a poeira cósmica fóssil coletada de rochas antigas para reconstruir uma história geológica do nosso Sistema Solar, então precisamos entender como essa poeira é alterada pela atração contínua dos planetas,” disse ele.

A análise da cristalização exterior das partículas mostrou que elas devem ter entrado na atmosfera terrestre a uma velocidade de 12 km/s, o que torna a poeira cósmica urbana as partículas mais velozes já encontradas na Terra.

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Veja também:

Metade dos átomos do seu corpo veio de outras galáxias

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Luz do Sol energiza células do sistema imunológico

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 11, 2017

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Vitamina D e imunidade

A luz do Sol possibilita que nosso corpo sintetize a vitamina D, que recentemente se descobriu ser muito mais benéfica do que se imaginava.

O que se descobriu agora é que tomar Sol tem outro benefício extremamente poderoso.

Cientistas descobriram que a luz solar, atuando através de um mecanismo separado da produção de vitamina D, energiza as células T, que desempenham um papel central no funcionamento do nosso sistema imunológico.

Eles comprovaram esses efeitos mostrando como a pele, que é o maior órgão do corpo humano, permanece alerta para os muitos micróbios que entram em contato conosco diariamente ou podem até mesmo viver em nossa pele.

“Todos sabemos que a luz solar fornece vitamina D, o que se acredita ter um impacto sobre a imunidade, entre outras coisas. Mas o que descobrimos é um papel completamente separado da luz solar sobre a imunidade. Algumas das funções atribuídas à vitamina D sobre a imunidade podem ser devidas a este novo mecanismo,” destacou o professor Gerard Ahern, da Universidade de Georgetown (EUA).

Luz, oxidante e defesa

O que se descobriu é que o componente azul da luz do Sol faz com que as células T se movam e ajam mais rapidamente.

“As células T, sejam elas ajudantes ou matadoras, precisam se mover para fazer seu trabalho, que é chegar ao local de uma infecção, e orquestrar uma resposta,” explicou Ahern. “Este estudo mostra que a luz solar ativa diretamente células-chave do sistema imunológico, aumentando seu movimento.”

O pesquisador acrescentou que, embora a produção de vitamina D exija a luz ultravioleta (UV), sempre apontada como promotora do câncer de pele e do melanoma, a luz azul do Sol, bem como de lâmpadas especiais, não levanta essas suspeitas.

A resposta das células T à luz solar opera por meio da síntese de peróxido de hidrogênio, que por sua vez ativa uma via de sinalização que aumenta o movimento das células T. O peróxido de hidrogênio é um composto que os glóbulos brancos liberam quando detectam uma infecção. Além de chamar as células T e outras células imunes para orquestrar uma defesa, o peróxido de hidrogênio é um forte oxidante, atuando também para matar as células invasoras – sim, os radicais livres são benéficos, por exemplo, para a cura de ferimentos.

“Nós descobrimos que a luz solar produz peróxido de hidrogênio nas células T, o que faz com que essas células se movam mais rapidamente. E sabemos que uma resposta imune também usa peróxido de hidrogênio para fazer com que as células T se movam até o dano. Tudo isso agora se encaixa,” disse Ahern.

Terapia com luz azul

O pesquisador acrescenta que ainda há muito trabalho a fazer para compreendermos o impacto total desta descoberta, mas ele sugere que, se a ativação das células T pela luz azul tiver apenas respostas benéficas, pode fazer sentido oferecer aos pacientes terapia de luz azul para aumentar sua imunidade.

Reforçando essa possibilidade, vários estudos têm mostrado que a luz azul pode definir o humor e influenciar importantes respostas biológicas no ser humano, incluindo o sono, a fadiga e todo o relógio biológico.

http://www.diariodasaude.com.br

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Magnetismo oceânico mostra lado elétrico da Terra

Publicado por: luxcuritiba em novembro 14, 2016

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Que a Terra possui um campo magnético é algo bem estabelecido porque é possível medi-lo. Mas o que gera esse campo magnético é algo que a ciência ainda luta por descobrir.

Já sabemos que o campo magnético tem origem em diferentes partes da Terra e que cada uma dessas fontes gera um magnetismo de intensidade diferente. Já sabemos também que o campo magnético da Terra está enfraquecendo. Mas exatamente como ele é gerado e por que ele tem intensidades diferentes é algo por se esclarecer.

Foi em busca de novos conhecimentos nesta área que, em 2013, a ESA (Agência Espacial Europeia) lançou o seu trio de satélites Swarm.

Agora, os dados dos três observatórios trouxeram informações sobre uma fonte de magnetismo em nosso planeta que poucos se dão conta: as marés oceânicas.

E, de forma um tanto surpreendente, os primeiros dados, que ainda precisarão ser monitorados por um prazo mais longo para ajudar na questão do magnetismo terrestre, trouxeram informações inéditas sobre o interior da Terra e o funcionamento das placas tectônicas.

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Magnetismo das marés oceânicas

Graças às medições de grande precisão da missão Swarm, pareadas com as da missão Champ – uma missão que terminou em 2010, depois de medir os campos gravitacionais e magnéticos da Terra por mais de 10 anos – os cientistas conseguiram “pinçar” o campo magnético gerado pelas marés dos oceanos no meio dos dados, um feito inédito, que ajuda a entender um pouco da variabilidade do nosso escudo protetor.

Mas o melhor estava por vir: a equipe descobriu que o campo magnético gerado pelo movimento dos oceanos funciona como uma “bobina de acoplamento” que permite fazer um retrato da natureza elétrica do manto superior da Terra, centenas de quilômetros abaixo do fundo do oceano.

Quando a água salgada do mar flui através do campo magnético terrestre, esse movimento gera uma corrente elétrica que, por sua vez, induz uma resposta magnética que adentra profundamente, abaixo da crosta terrestre, atingindo o manto.

“Os satélites Swarm e Champ permitiram que distinguíssemos entre a litosfera ‘rígida’ do oceano e a ‘astenosfera’ mais flexível por baixo,” explicou Alexander Grayver, do ETH de Zurique, na Suíça.

Campo magnético e placas tectônicas

“Estes novos resultados são importantes para a compreensão das placas tectônicas, a teoria que argumenta que a litosfera da Terra consiste em placas rígidas que deslizam sobre a astenosfera mais quente e menos rígida e que serve como um lubrificante, permitindo o movimento das placas,” disse Grayver.

A litosfera é a parte externa rígida da Terra, que consiste na crosta e no manto superior, enquanto a astenosfera fica logo abaixo da litosfera e é mais quente e mais fluida do que a litosfera.

“O trabalho mostra que, até cerca de 350 km abaixo da superfície, o grau no qual o material conduz correntes elétricas está relacionado com a composição [da crosta]. Além disso, a análise mostra uma clara dependência da configuração tectônica da placa oceânica. Estes novos resultados indicam também que, no futuro, poderemos ter uma visão completa 3D da condutividade abaixo do oceano,” disse Roger Haagmans, cientista da missão Swarm.

“Temos muito poucas formas de explorar profundamente a estrutura do nosso planeta, mas a Swarm está dando uma contribuição valiosa para a compreensão do interior da Terra que aumenta o nosso conhecimento de como a Terra funciona como um sistema num todo,” completou Rune Floberghagen, diretor da missão Swarm.

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