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De onde vem a energia das Pirâmides? Dos neutrinos que elas produzem!

Posted by luxcuritiba em julho 17, 2014

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Crystal_Sun_Pyramid

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É o que afirma Gabriel Silva, um dos mais sérios pesquisadores do assunto. Com uma esquipe de técnicos, físicos e matemáticos, utilizando equipamentos especificamente projetados, Gabriel descobriu que formas piramidais produzem neutrinos, vindo daí os efeitos fantásticos já observados por tantos estudiosos.

Pirâmides e neutrinos

Explicar questões físicas, para um antropólogo, não é fácil. No entanto, o exposto é o resultado de uma investigação realizada por uma equipe de cientistas que tive a honra de dirigir e sorte de poder financiar em melhores tempos econômicos para mim. Uma equipe que agora não conta com os físicos e matemáticos que terminaram com sucesso o seu trabalho (com exceção de umas consultas esporádicas), e agora é composta por arquitetos, construtores, carpinteiros, pedreiros, técnicos em informática, etc. Gente que desde sua primeira composição até a atual, antes de opinar, pratica, realiza. Gente que se equivoca ao teorizar e tem que começar de novo muitas vezes. Pessoas que de “pseudo-cientistas”, como alguns cientistas nos chamam, não temos um único fio.

Considerações importantes sobre quântica
(Muito importante para compreender o efeito das pirâmides)

1) Todas as sub-partículas, partículas, moléculas, corpos, planetas… são aglomerados de matéria e toda matéria é magnética. Há uma enorme diferença entre a eletricidade, eletromagnetismo e o magnetismo. Os atuais técnicos, em sua maioria, principalmente aqueles voltados as aplicações de produtos no mercado, desconhecem que existe um Magnetismo Universal, que nada tem a ver com o eletromagnetismo. Há um tipo de magnetismo inerente à matéria “per si”, que de forma alguma é produzido pela eletricidade que usamos ou fabricamos, ou a eletricidade do raio, mas que corresponde às forças (tensões) dos próprios átomos que formam a matéria. Inclusive já existem pesquisas sobre o SUBMAGNETISMO produzido pelas partículas sub-atômicas.

2) Chamamos de “partículas magnéticas” aquelas partículas cujas características mais notáveis são justamente suas propriedades magnéticas, das quais temos mais informações do que sobre outras características.

3) Isso não acontece somente com os neutrinos, mas em relação ao progresso em sua captação e medições, ponhamo-nos em dia sobre as notícias. Em 1929, Wolfgang Pauli os descobriu (ou melhor, os “imaginou”, ou os deduziu) com base em um cálculo de difusão de energia sobre a decadência do rádio, até que, Fred Reines os detectou pela primeira vez em 1950. Entretanto, trataram a Pauli como “pseudocientífico” até então, apesar de suas muitas descobertas. Ele não viu, mas ele podia medir a diferença entre a massa “perdida” e a “irradiada” no decaimento do rádio e dar a essas partículas teóricas (que ele chamou de “geistball”) um valor de massa X, em função da diferença entre massa perdida e quantidade de energia irradiada. Esse valor estaria, seguindo a tabela arqueométrica, em uma relação de diferenças proporcionais a “dezenas de milionésimos” com relação ao elétron.

Até o ano 2000, e por Reines não ter completado sua investigação, assumiu-se que os neutrinos não tinham massa. Agora já se sabe efetivamente que o “Pai dos Neutrinos”, Pauli, estava certo em seus cálculos, conforme relatado pelo laboratório em Sudbury (Canadá).

Mas Roberto Balmaceda e outros físicos que trabalharam em investigações de diferentes agências do governo dos EUA ainda não tinham conhecimento disso. Ele seguiu o caminho da investigação não oficial, para concluir, em 1982, que os neutrinos têm massa. Já havia trabalhado na mina de Dakota, e tinha projetado um sistema mais simples de medição quantitativa e qualitativa, baseado em uma câmara de água pesada mas tirando vantagem das propriedades magnéticas da mesma, não só das propriedades constituintes. Quando o tacharam como “dissidente” (não só tecnicamente, mas também eticamente, porque não se prendeu a um sistema que fornecia dinheiro para financiar muitos cientistas), outros simpatizaram com algumas de suas idéias. Ele conseguiu construir sua própria câmara de captação, em 1984, e bastante melhorada. Um … de apenas 250 quilos de material eletrônico de teste, e uma cuba com vários filtros contendo alguns litros de água pesada. (Isso custou quase metade de toda a pesquisa e muito risco). Mas poderia fazer medições em qualquer lugar, sem entrar em qualquer subterrâneo. Isso produziu resultados qualitativos, mas quantitativamente pobres, já que eram apenas medidas proporcionais. Só podíamos medir alguns poucos neutrinos que entravam nas pirâmides e causavam um efeito, mas não podíamos fazer uma medição volumétrica, mas apenas “estatística”. Também não sabíamos se os neutrinos faziam parte do campo magnético ou apenas passavam por ele, desviados pelo campo magnético piramidal.

Em janeiro de 1987, lançamos um projeto que vinha embaraçando os físicos há anos: gerar uma tela magnético tripla, que permitiria detectar a passagem de neutrinos pelo menos em três direções. Em três meses, o novo sistema estava pronto, usando quase todo o material do anterior, e não apenas a medição de presença, mas medições que para mim eram muito complicadas, dada a minha carência no manejo da matemática. Mas foi possível verificar e calcular a massa de neutrinos.

Balmaceda e Valdez calcularam para o neutrino (em qualquer de suas variantes), massa de 13,7 milhões de vezes menor que a do elétron. Em seu estado muônico algumas das medições mostraram uma leitura diferente, cerca de 14,7 milhões de massa a menos do que os elétrons.

4) As medições feitas em minhas pirâmides não estavam destinados de minha parte, a “medir neutrinos ‘, mas sim saber por que ocorrem os efeitos que ocorrem. O contato com Balmaceda veio porque um colega seu havia tomado conhecimento das minhas experiências com pirâmides e lembrou que nos primeiros ensaios na mina de Dakota tinha que fazer um arranjo cuidadoso, já que uma saliência cônica do telhado estava causando “perturbações” no teste. Se uma forma geométrica pode influenciar o movimento ou comportamento dos neutrinos ‘imparáveis’, este amigo e Balmaceda pensaram que o caminho era por ali, ou seja, uma tela magnética, ao invés de um caríssimo sistema físico-químico poderia permitir o registro de neutrinos, muito melhor e mais barato. Em vez de detectá-los pela “carambola” e os colisões com outras partículas, é mais simples e mais barato observar a sua interação magnética com as partículas de um campo qualquer. Assim, se detectam muitos mais, e melhor, sem perdas nos sensores. Isso tornou possível medir a diferença entre uma atmosfera normal e uma atmosfera piramidal. Em um padrão normal há uns trezentos mil neutrinos por metro cúbico. Em uma atmosfera piramidal relativamente “nova”, mais de três milhões.

Mas as condições atmosféricas variam e as condições magnéticos da atmosfera são as mais influentes nisso.

Quando ocorre em menos neutrinos por metro cúbico, na pirâmide não varia a quantidade, o que demonstra que os neutrinos são parte do campo de energia da pirâmide. Quando a saturação atmosférica é maior, a saturação na pirâmide dobra ou triplica. Em uma pirâmide mantida em perfeita orientação durante dois anos, a saturação chegou a cinquenta vezes mais do que na atmosfera normal. Durante o terceiro ano, a saturação se manteve, mas os efeitos biológicos foram significativos até mais de um metro de distância da pirâmide. Em uma das pirâmides, em que usamos material radioativo de rápido decaimento, comprado de uma clínica, verificamos que o decaimento radioativo, em vez de perder-se destrutivamente, transformou-se em uma saturação de neutrinos de mais de cento e cinqüenta vezes o normal. Um cálculo matemático de algumas semanas de trabalho, levou à teoria de que uma pirâmide de um metro cúbico pode chegar a uma saturação de 1 a 1,5 milhões de vezes mais neutrinos do que uma atmosfera normal. Os efeitos biológicos, com 150 vezes mais neutrinos do que a atmosfera normal, foram ótimos nas plantas e em nossos próprios corpos.

Quando entramos em contato com Balmaceda, Valdez e eu, fizemos um acordo no qual nós investimos muito tempo, dinheiro, prestígio e idealismo. Ir décadas adiante do “progresso científico” e da mentalidade mediana do mundo, é uma desgraça. Mas, para nosso prazer (porque naquela época não havia a intenção de ganhar nenhum dinheiro) descobrimos que o que estava acontecendo era apenas isso: uma aceleração progressiva do fluxo magnético e uma saturação de neutrinos na atmosfera da pirâmide. Em 2001, uma equipe mexicana, similar a nossa equipe, começou a investigação sobre neutrinos no canal que passa sob a Pirâmide do Sol, em Teotihuacan. Ainda não foram publicados os resultados, mas para nós, o fato de que eles usaram um equipamento de menos de dois metros cúbicos, como o nosso, é um sinal de que algo está se movendo em matéria de equipamentos de investigação mexicanos.

5) Sobre Vibração: a aceleração de um fluxo magnético produz “tensioactividad circundante” (não me lembro o nome exato do fenômeno), e isso nada mais é que um aumento na taxa média de vibração das partículas de qualquer corpo exposto. Na pirâmide, a taxa de freqüência vibratória tomada como “efeito diapasão” dos corpos orgânicos que permanecem nela, está muito próxima de 440 Hz (sempre que a pirâmide seja de material não magnético).

6) Os efeitos piramidais não são tão instantâneos quanto apertar o interruptor e acender a luz. Não é um fenômeno instantâneo, mas progressivo e difícil de medir, mas foi provado.

7) É verdade que não há nenhuma carga elétrica ou magnética em um corpo fechado qualquer, mas a pirâmide não é assim como um ‘corpo fechado’ magneticamente falando. O tipo de “carga magnética” da pirâmide não é ‘normal’, como não são “normais” seus efeitos. Mas, ausente esta influência magnética, não haveriam os efeitos. Na pirâmide ocorre um “vácuo magnética” muito especial, porque não é inócuo.

O campo magnético piramidal ainda está escondendo alguns segredos que descobriremos quando as casas piramidais nos proverem os recursos econômicos necessários. Mas sabemos muito bem o que acontece ali. E também os efeitos práticos. Na verdade, a maior revelação neste campo, está no fato de que supomos (teorizamos, imaginamos, intuímos, mas de forma alguma afirmamos), que a pirâmide “produz” neutrinos, a partir dos decaimentos dos íons negativos que não pertencem a um sistema integrado. Nossas medições teriam exigido uns tantos anos mais para verificar esta possibilidade. No entanto, sabemos com certeza que a maior parte dos neutrinos existentes na pirâmide, estão lá para a inclusão, exceto no caso já mencionado de materiais radioativos.

Durante algumas das experiências conseguimos orientações extremamente perfeitas da pirâmide (o campo magnético telúrico não é “fixo” e em alguns lugares os meridianos variam até centenas de metros, provocando desvios de alguns segundos até alguns minutos na bússola). Nesses casos, registramos a presença de “bichas” (faggots, “esquisitos” em gíria brasileira), como os chamaram os físicos e os neutrinos tauônicos e muônicos, porque são mais difíceis de encontrar. Pelo que parede, a radiação solar não os produz ou não chegam a terra. Estes, encontrados em certa proporção nas pirâmides, indicaria que são o produto de transmutações quânticas em nosso laboratório.

8) Não se sabe se os neutrinos se transformam e suas três variedades são realmente três estados da mesma partícula, se se produzem “diferente” a partir da fusão, ou se estes “raros” são de origem diferente aos de fusão. Nossa teoria particular é que eles são de origem terrestre os tauônicos e os muônicos, e de origem solar os eletrônicos (mais estáveis). Possivelmente também são gerados no núcleo da terra ou nos vacuoides (grandes minas ou depósitos) de actinides subterrâneos.

Uma das teorias é a “Pilz”, que diz que os neutrinos muônicos seria o produto da inversão ou deformação do spin de qualquer lépton (incluindo um neutrino eletrônico, que também é um lépton). Não sei por que não é, segundo os físicos, aplicável a teoria dos neutrinos tauônicos. No entanto, a teoria de Herminio Valdez é que esta teoria é válida para os dois, e supõe também que essa deformação ou inversão é causada pelas tensões originadas no neutrino eletrônico submetido a um relativo “vazio magnético”, como aquele que é formado dentro do pirâmide.

Levando isto a prática biológica, permite-nos deduzir que não só encontrar nas pirâmides os efeitos salutares já conhecidos, mas uma plenitude atômica e molecular nos corpos expostos, sob o ” Padrão de Harmonia Universal” que já predisseram os Alquimistas, a que o ser humano pode atingir outros níveis de consciência e realização. Sabemos por experimentação que a pirâmide prolonga a vida do ponto de vista da orgânica e celular, mas vislumbramos, a partir do ponto de vista da física pura e natural, que a pirâmide vai nos permitir chegar a um grau evolutivo exaltado, do qual só temos referências históricas-antropológicas confusas e alegóricas. É apenas uma questão de continuar experimentando, em grupo e individualmente.

fonte: http://www.piramicasa.es

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Uma resposta to “De onde vem a energia das Pirâmides? Dos neutrinos que elas produzem!”

  1. Fernando Balggiz de Andrade said

    muito interessante!!

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