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A civilização egípcia

Posted by luxcuritiba em julho 28, 2009

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OS EGÍPCIOS

Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do Bem e no culto da Verdade.

Aliás, importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates resplandecentes Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas. Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações morava a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas Pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.

A CIÊNCIA SECRETA

Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução da época não comportava.

Aqueles grandes mestres da antigüidade foram, então, compelidos a recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao circulo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.

A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de poesia e de beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências misteriosas. Tanto é assim, que as iniciações no Egito se revestiam de experiências terríveis para o candidato à ciência da vida e da morte – fatos esses que, entre os gregos, eram motivo de festas inesquecíveis.

Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a Humanidade terrestre teria de realizar. Aí residem os mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída no ambiente dos sábios daquele tempo.

O POLITEÍSMO SIMBÓLICO

Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas.

Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza.

As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião.

Já os sacerdotes da época conheciam essa fraqueza das almas jovens, de todos os tempos, satisfazendo-as com as expressões esotéricas de suas lições sublimadas.

Dessa idéia de homenagear as forças invisíveis que controlam os fenômenos naturais, classificando-as para o espírito das massas, na categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das árvores e ao som das flautas dos pastores, em contacto permanente com a Natureza.

O CULTO DA MORTE E A METEMPSICOSE

Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.

Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. A metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.

Inventou-se, desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à pátria espiritual.

Os mistérios de Ísis e Osíris mais não eram que símbolos das forças espirituais que presidem aos fenômenos da morte.

OS EGÍPCIOS E AS CIÊNCIAS PSÍQUICAS

As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos.

O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de frescos, apresenta-se o homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual. Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processos de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.

Seus reis estavam tocados do mais alto grau de iniciação, enfeixando nas mãos todos os poderes espirituais e todos os conhecimentos sagrados. É por isso que a sua desencarnação provocava a concentração mágica de todas as vontades, no sentido de cercar-lhes o túmulo de veneração e de supremo respeito. Esse amor não se traduzia, apenas, nos atos solenes da mumificação. Também o ambiente dos túmulos era santificado por um estranho magnetismo. Os grandes diretores da raça, que faziam jus a semelhantes consagrações, eram considerados dignos de toda a paz no silêncio da morte.

Nessas saturações magnéticas, que ainda aí estão a desafiar milênios, residem as razões da tragédia amarga de Lord Carnarvon e de alguns dos seus companheiros que penetraram em primeiro lugar na câmara mortuária de Tut Ankh Amon, e ainda por isso é que, muitas vezes, nos tempos que correm, os aviadores ingleses observam o não funcionamento dos aparelhos radiofônicos, quando as suas máquinas de vôo atravessam a limitada atmosfera do vale sagrado.

AS PIRÂMIDES

A assistência carinhosa do Cristo não desamparou a marcha desse povo cheio de nobreza moral. Enviou-lhe auxiliares e mensageiros, inspirando-o nas suas realizações, que atravessaram todos os tempos provocando a admiração e o respeito da posteridade de todos os séculos.

Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na Terra atingia o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos iniciáticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe. Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas: representariam os mais sagrados templos de estudo e iniciação, ao mesmo tempo que constituiriam, para os pósteros, um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridades do porvir.

Levantaram-se, dessarte, as grandes construções que assombram a engenharia de todos os tempos. Todavia, não é o colosso de seus milhões de toneladas de pedra nem o esforço hercúleo do trabalho de sua justaposição o que mais empolga e impressiona a quantos contemplam esses monumentos. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos daquele conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da Humanidade terrestre. Cada medida tem a sua expressão simbólica, relativamente ao sistema cosmogônico do planeta e à sua posição no sistema solar. Ali está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceanos, e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.

REDENÇÃO

Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos.

Com o seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.

Francisco cândido Xavier, A Caminho da Luz, p. 41-47.

A civilização egípciaOS EGÍPCIOS

Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a

civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do Bem e

no culto da Verdade.

Aliás, importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam

perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados

patrimônios morais, guardaram no íntimo uma lembrança mais viva das

experiências de sua pátria distante. Um único desejo os animava, que era

trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates

resplandecentes Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as

suas organizações religiosas. Em nenhuma civilização da Terra o culto da

morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações morava a

ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos

mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais

belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do

antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta.

Depois de perpetuarem nas Pirâmides os seus avançados conhecimentos,

todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.

A CIÊNCIA SECRETA

Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo

uma ciência que a evolução da época não comportava.

Aqueles grandes mestres da antigüidade foram, então, compelidos a

recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente

reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos

iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram

circunscritos ao circulo dos mais graduados sacerdotes da época,

observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.

A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de

poesia e de beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais

eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências

misteriosas. Tanto é assim, que as iniciações no Egito se revestiam de

experiências terríveis para o candidato à ciência da vida e da morte –

fatos esses que, entre os gregos, eram motivo de festas inesquecíveis.

Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes

revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de

um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado

as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o

roteiro que a Humanidade terrestre teria de realizar. Aí residem os

mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída

no ambiente dos sábios daquele tempo.

O POLITEÍSMO SIMBÓLICO

Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos

grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e

Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas

os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de

Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência

planetária, em virtude das suas experiências pregressas.

Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia

politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do

Céu, do Homem e da Natureza.

As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades

exteriores da religião.

Já os sacerdotes da época conheciam essa fraqueza das almas jovens, de

todos os tempos, satisfazendo-as com as expressões esotéricas de suas

lições sublimadas.

Dessa idéia de homenagear as forças invisíveis que controlam os

fenômenos naturais, classificando-as para o espírito das massas, na

categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das

árvores e ao som das flautas dos pastores, em contacto permanente com a

Natureza.

O CULTO DA MORTE E A METEMPSICOSE

Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente

e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer.

Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do

além-túmulo.

Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu

doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía

semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da

metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao

corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. A

metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio

penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.

Inventou-se, desse modo, uma série de rituais e cerimônias para

solenizar o regresso dos seus irmãos à pátria espiritual.

Os mistérios de Ísis e Osíris mais não eram que símbolos das forças

espirituais que presidem aos fenômenos da morte.

OS EGÍPCIOS E AS CIÊNCIAS PSÍQUICAS

As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos

sacerdotes dos templos.

O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e

dos mundos eram para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo

de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas

afirmações. Num grande número de frescos, apresenta-se o homem terrestre

acompanhado do seu duplo espiritual. Os papiros nos falam de suas

avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos

modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo

espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas.

Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao

magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses

conhecimentos nasceram os processos de mumificação dos corpos, cujas

fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.

Seus reis estavam tocados do mais alto grau de iniciação, enfeixando nas

mãos todos os poderes espirituais e todos os conhecimentos sagrados. É

por isso que a sua desencarnação provocava a concentração mágica de

todas as vontades, no sentido de cercar-lhes o túmulo de veneração e de

supremo respeito. Esse amor não se traduzia, apenas, nos atos solenes da

mumificação. Também o ambiente dos túmulos era santificado por um

estranho magnetismo. Os grandes diretores da raça, que faziam jus a

semelhantes consagrações, eram considerados dignos de toda a paz no

silêncio da morte.

Nessas saturações magnéticas, que ainda aí estão a desafiar milênios,

residem as razões da tragédia amarga de Lord Carnarvon e de alguns dos

seus companheiros que penetraram em primeiro lugar na câmara mortuária

de Tut Ankh Amon, e ainda por isso é que, muitas vezes, nos tempos que

correm, os aviadores ingleses observam o não funcionamento dos aparelhos

radiofônicos, quando as suas máquinas de vôo atravessam a limitada

atmosfera do vale sagrado.

AS PIRÂMIDES

A assistência carinhosa do Cristo não desamparou a marcha desse povo

cheio de nobreza moral. Enviou-lhe auxiliares e mensageiros,

inspirando-o nas suas realizações, que atravessaram todos os tempos

provocando a admiração e o respeito da posteridade de todos os séculos.

Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características

espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na

Terra atingia o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos

iniciáticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam

como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe. Esses

grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas:

representariam os mais sagrados templos de estudo e iniciação, ao mesmo

tempo que constituiriam, para os pósteros, um livro do passado, com as

mais singulares profecias em face das obscuridades do porvir.

Levantaram-se, dessarte, as grandes construções que assombram a

engenharia de todos os tempos. Todavia, não é o colosso de seus milhões

de toneladas de pedra nem o esforço hercúleo do trabalho de sua

justaposição o que mais empolga e impressiona a quantos contemplam esses

monumentos. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos

daquele conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par

desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da Humanidade

terrestre. Cada medida tem a sua expressão simbólica, relativamente ao

sistema cosmogônico do planeta e à sua posição no sistema solar. Ali

está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceanos,

e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo

homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude

percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia,

a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas

científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna

astronomia.

REDENÇÃO

Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito

voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos.

Com o seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os

conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os

receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.

Francisco cândido Xavier, A Caminho da Luz, p. 41-47.

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2 Respostas to “A civilização egípcia”

  1. leticia said

    AMEEI ACHEI TUDO O QUE EU QUERIA BEIJOS ME ADD NO MSN SÓ QUEM É DE PORTO ALEGRE !
    LELE.SFD@HOTMAIL.COM ;D

  2. giovanna said

    (…)

    Resposta:
    Obrigado por sua participação tão construtiva Giovanna. Volte sempre.

    Att.
    Zhannko

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