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Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

Archive for the ‘Textos sobre pirâmides’ Category

Projeto 2 do Genesis Quest: Energia da Pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em setembro 22, 2012

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Enviado por Paulo Murilo

Tem aparecido muitas sugestões de que a Grande Pirâmide, e outras similares a ela ao redor do mundo, não foram originariamente construídas para servir de tumbas ou templos, mas para um propósito muito mais incrível… usinas de energia.

Os cientistas e pesquisadores do Genesis Quest não apenas explorarão o conceito de usina de energia, mas o colocarão à prova. Expedições de campo, experimentos, maquetes em escala e protótipos serão usados para provar ou refutar estas hipóteses.

Membros da equipe do Genesis Quest Christopher Dunn, John Cadman e os físicos Yuriy Zabulonov e Volodymyr Krasnoholovets pesquisaram a energia de pirâmide durante anos. Se a idéia deles se comprovar e Genesis Quest tiver sucesso em replicar e reviver esta tecnologia antiga em uma escala aproveitável, isto poderia resultar numa nova fonte de energia que poderia beneficiar a humanidade em um futuro distante, possivelmente até mesmo tomando o lugar dos combustíveis fósseis.

Outro conceito relacionado a energia da pirâmide envolve a produção de ‘água energizada’ a qual vem sendo proclamada a aumentar a produtividade das plantas. Um primeiro protótipo, construído por John Cadman, produziu água que parecia mesmo ter um efeito profundo nas plantas próximas. Genesis Quest pretende avaliar este fenômeno inteiramente.

Além disso, tem sido sugerido que as pirâmides podem servir para estabilizar falhas geológicas e minimizar o impacto de terremotos, através de um uso sofisticado de tecnologia sônica, absorvendo e convertendo energia sísmica. Este será um enfoque de longo-prazo da pesquisa contínua de Genesis Quest.”

Traduzido de: http://www.genesis-quest.com/portfolio/project-2-pyramid-power/

http://www.gizapower.com/ (inglês)
https://piramidal.net/tag/christopher-dunn/ (português)”

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Robô Curiosity encontra pedra em forma de pirâmide em Marte

Publicado por: luxcuritiba em setembro 20, 2012

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Composição química da rocha deve ser analisada nesta sexta-feira (21).

Objeto foi batizado de Jake Matijevic, em tributo a engenheiro da Nasa.

O robô Curiosity, que está em Marte desde o dia 6 de agosto, detectou na quarta-feira (19) uma pedra cujo formato lembra uma pirâmide egípcia. A composição química do objeto deve ser analisada nesta sexta-feira (21).

E a rocha já ganhou até nome: Jake Matijevic, em homenagem ao engenheiro da Nasa Jacob Matijevic, que morreu há um mês, aos 64 anos, e era um dos responsáveis pela missão ao planeta vermelho – além das anteriores Opportunity, Spirit e Sojourner.

A pedra tem 25 cm de altura e 40 cm de largura. A foto (ao lado) foi feita pela câmera Navcam, no braço do jipe, a 2,5 metros de distância do objeto.

Segundo os cientistas da Nasa, esse será o primeiro alvo de um kit de dez instrumentos do Curiosity, que inclui uma colher para recolher amostras da superfície de Marte, um aparelho de raio X chamado espectômetro e uma lente para fazer imagens aproximadas.

A “pirâmide” fica no meio do caminho entre o local de pouso do veículo, chamado Bradbury Landing, e um lugar denominado Glenelg – ambos na região da Cratera Gale, ao sul do equador marciano.

Na atual área, há pelo menos três tipos de terrenos que se misturam, o que pode resultar em achados interessantes. A meta é descobrir se o local oferece ou já ofereceu condições ambientais favoráveis à vida microbiana.

Por dia, o robô tem percorrido uma média de 22 a 37 metros de distância. A missão dele em Marte é de pelo menos dois anos, mas, assim como seus antecessores, o Curiosity não deve voltar à Terra.

Fonte: http://g1.globo.com

Veja também: Curiosity encontra em Marte rocha similar às da Terra

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Foto tirada por uma câmera fixa do governo em 13 de setembro de 2008

Publicado por: luxcuritiba em agosto 27, 2012

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Esta foto foi tirada por uma câmera de monitoramento automático do governo egípcio, em 13 de Setembro de 2008. Aparentemente trata-se de uma esfera, branca ou prateada, pairando no ar, próximo à grande pirâmide de Quéops. Seria um OVNI (Objeto Voador Não Identificado)?

Segundo os conhecimentos ufológicos, pode tratar-se de uma sonda, um pequeno veículo não tripulado, semelhante aos nossos atuais aviões “robôs”, controlados a distância por controle remoto.

Constam relatos de que sondas semelhantes foram vistas sobre os campos de trigo na Inglaterra, momentos antes da formação dos chamados agroglifos, ou crop circles.

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As pirâmides e o mistério de Órion

Publicado por: luxcuritiba em agosto 25, 2012

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As pirâmides de Gizé têm estimulado a imaginação humana. Quando foi erguida, a Grande Pirâmide tinha 145,75 m de altura (com o passar do tempo, perdeu 10 metros do seu cume). O ângulo de inclinação dos seus lados é de 54º54′. Sua base é um quadrado com 229 m de lado. Mas, apesar desse tamanho todo, é um quadrado quase perfeito – o maior erro entre o comprimento de cada lado não passa de 0,1%, algo em torno de 2 cm, o que é incrivelmente pequeno. A estrutura consiste em mais de 2 milhões de blocos de pedra, cada um pesando de duas a 20 toneladas.

Na face norte fica a entrada da pirâmide. Um número de corredores e galerias leva ao que seria a câmara mortuária do rei, localizada no “coração” da estrutura. O sarcófago é de granito preto e também está orientado com as direções da bússola. Surpreendentemente, o sarcófago é maior do que a entrada da câmara. Só pode ter sido colocado lá enquanto a construção progredia, um fato que evidencia a complexidade do projeto e como tudo foi cuidadosamente calculado.

São cálculos assombrosos. Por exemplo, se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura, chegará ao número pi (3,14159…) até o décimo quinto dígito. As chances de esse fenômeno ocorrer por acaso são quase nulas. Até o século 6 d.C., o pi havia sido calculado só até o quarto dígito.

E isso é só o começo. A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente para o norte, sul, leste e oeste. É um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola – assim com é incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para o enigma.

Ao que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espetacularmente alinhadas. No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren. No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base. A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas. É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.

Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra – ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais. O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas. Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre. Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo.

Muitos arquitetos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiríamos construir uma igual. Será? Às vezes as pessoas preferem acreditar em qualquer coisa menos na capacidade do gênio humano. Foi com essa intenção que, em 1944, um grupo de arqueólogos tentou construir uma réplica da pirâmide, sem usar a tecnologia moderna, nem mesmo a roda, mas seguindo uma escada proporcional de tamanho, tempo e número de operários 40 vezes menor. Isso resultaria justamente nos 10 m que faltam ao cume da Grande Pirâmide.

Cordas e varetas serviam como instrumentos para medição e demarcação do terreno, as pedras foram cortadas a cinzel nas pedreiras distantes, transportadas de barco e empurradas até o local da empreitada, ao lado de Quéops. O sistema utilizado para erguer as pedras foi uma combinação da rampa com as alavancas. Tudo como nos velhos tempos.

Para surpresa geral, as pedras foram se encaixando com precisão milimétrica e a construção progrediu, apesar dos atrasos provocados pelo desconhecimento do know-how da época, que teve de ir sendo desvendado na base da tentativa e erro. O que frustou o sucesso da empreitada foi o tempo. Não deu. Se a equipe dispusesse de alguns dias a mais, além dos 45 dias determinados, teria construído uma Grande Pirâmide em escala.

Robert Bauval e Adrian Gilbert tem um estudo astronômico sobre as pirâmides. Os dois publicaram suas descobertas preliminares no livro The Orion Mystery, editado pela Heinemann. Eles também fizeram um documentário para a TV em 1995, lançando uma nova e intrigante luz sobre o assunto. Os pontos de vista expressados no livro e no documentário foram inicialmente desprezados pelos egiptólogos acadêmicos, mas, conforme as evidências foram reforçando sua teoria, mais e mais gente a foi aceitando.

Alinhamento dos dutos de ventilação da pirâmide de Quéops com a constelação de Órion.

Embora Virgina Trimble e Alexander Badawy tenham sido os primeiros a notar que os “respiradouros” da pirâmide de Quéops apontavam para a Constelação de Órion, aparentemente com o objetivo de mirar a alma do rei morto em direção àquela constelação, Bauval foi o primeiro a notar que o alinhamento das três pirâmides era uma acurada imagem espelhada das Três Marias, como são chamadas no Brasil as estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka, que formam o “cinturão” de Órion. A isso ele deu o nome de Teoria da Correlação, que forma a espinha dorsal de sua pesquisa.

As pirâmides há muito vêm fascinando Robert Bauval. Ele é um engenheiro egípcio, filho de pais belgas, nascido em Al-Iskandariyaa (Alexandria), e passou a maior parte da sua vida trabalhando no Oriente Médio. Por muitos anos ponderou sobre o significado de Sah, a constelação de Órion e sua ligação com as pirâmides.

Bauval sabia que a aparentemente inconsistente disposição das três pirâmides em Gizé não era acidental. O problema há muito ocupava sua cabeça e a de seus amigos engenheiros. Muitos concordavam que o alinhamento, embora incomum não era um erro, dado o conhecimento matemático que os egípcios tinham.

Enquanto trabalhava numa obra da Arábia Saudita, Bauval costumava passar as noites com a família e os amigos num churrasco no deserto. Num desses finais de noite ao redor da fogueira, um amigo engenheiro, que também era astrônomo amador, apontou para a constelação de Órion, que se levantava atrás das dunas. Ele mencionou de passagem que as estrelas que formam o cinturão do caçador pareciam imperfeitamente alinhadas, e não formavam uma diagonal reta. Mintaka, a estrela mais à direita, está ligeiramente fora do prumo. Enquanto o amigo explicava, Bauval ia vendo a luz – o alinhamento das três estrelas correspondia perfeitamente ao das pirâmides de Gizé !

Inicialmente Bauval usou o programa de astonomia Skyglobe para checar o alinhamento das estrelas em 2450 A.C. O software foi suficiente para clarear a mente de Bauval quanto ao valor da sua descoberta. O programa Skyglobe também pode colocar a Via-Láctea nos mapas celestes que produz, e ao fazer isso Bauval encontrou as evidências para a sua teoria. Gizé está a oeste do Nilo, da mesma forma que Órion está a “oeste” da Via-láctea, e na mesma proporção em que Gizé está para o Nilo.

Alinhamento das tres principais pirâmides do Egito corresponde ao alinhamento das tres principais estrelas da constelação de Órion.

Bauval colocou a precessão das Três Marias e descobriu que, devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje. Claro, elas mudaram em declinação – antes estavam abaixo do equador celeste, a cerca de 10 graus de declinação.

A astronomia é fundamental na Teoria da Correlação de Bauval. Em um ciclo de 26 mil anos, o eixo do nosso planeta oscila levemente e isso leva a uma mudança aparente na posição das estrelas. Esse fenômeno é conhecido pleno nome de precessão. Enquanto a Terra oscila, a Estrela Polar que marca o Pólo norte celeste vai mudando. Atualmente, a estrela Polaris marca esse ponto, mas, na época das pirâmides, no lugar dela estava Thuban, da constelação Draconis. Dentro de dez anos, a estrela Vega, da constelação de Lira, irá ser o pólo norte celeste.

Outra mudança na posição das estrelas é provocada pela expansão do universo. As estrelas não estão paradas no espaço – elas têm o que se chama de movimento próprio. Algumas estão se movendo em direção à Terra, enquanto outras estão se afastando. Grupos de estrelas relacionadas, como as Três Marias, em Órion, tendem a se mover juntas pelo espaço.

A mudança da posição de uma estrela está em função, entre outras coisas, de sua distância do local de observação. Estrelas que estão muito longe parecem se mover bem devagar. Este é o caso das Três Marias, distantes aproximadamente 1,4 mil anos-luz da Terra. Assim, através dos séculos, elas mudaram sua declinação, e hoje nascem e se põem em tempos diferentes. Mas elas retêm sua forma característica por causa da distância.

É muito importante entender que o céu era diferente no tempo das pirâmides. A forma geral das Três Marias tem permanecido igual, embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente. Graças aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta no tempo, o que permitiu a Bauval verificar e constrir sua teoria.

As relações que tal descoberta implica são fascinantes. Os egípcios eram dualistas, tudo em que pensavam e em que acreditavam tinha sua contraparte – causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste, morte e renascimento – e nada era visto isoladamente. Eles construíram em Gizé uma réplica exata do cinturão de Órion, o destino do Faraó, o Duat. Longe de ser uma tumba, a pirâmide seria o ponto de partida da jornada do rei morto de volta às estrelas de onde veio.

A egiptologia tradicional acredita que os egípcios praticavam a religião solar, centrada na adoração de Ra. O culto a Ra, cujo centro era Heliópolis, a Cidade do Sol, era sem dúvida importante, mas parece que era um apêndice de uma religião estelar ainda mais antiga. Toda a evidência que tem surgido sugere que Ra era meramente um dos instrumentos pelos quais o rei retornava ao tempo primordial, e não ao seu objetivo final. A aplicação da Astronomia ao estudo do Antigo Egito mostra que as estrelas tinham importância definitiva no destino final do rei, como se pode notar pelo texto 466 recolhido na pirâmide : “Ó Rei, és esta grande estrela, a companheira de Órion, que gira pelo céu com Órion, que navega o Duat com Osíris…”

O rei era muito importante por ser o elo entre os deuses e os homens, e era tratado com enorme respeito na vida e na morte. Desde o momento de seu nascimento era educado e treinado para seu retorno às estrelas. Cada aspecto da sua vida estava associado com sua jornada. Ele aprendia as rezas e encantamentos (muitos foram colocados nos Livro dos Mortos), que lhe garantiria uma jornada segura. Seu objetivo na vida era um retorno bem-sucedido, e a pirâmide, longe de ser uma tumba ou um memorial, era um ponto de partida dessa grande jornada.

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Bósnia abriga a maior pirâmide do mundo?

Publicado por: luxcuritiba em agosto 20, 2012

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17.01.2011 ]

As pirâmides do Egito estão à procura de um divã. Escavações revelam que Bósnia- Herzegovina, nos Bálcãs, abriga a maior pirâmide do mundo. Suas características especiais a tornam um dos mais excitantes achados arqueológicos dos últimos anos.

Por: Luan Galani

Pirâmide Bósnia do Sol, com 220 m de altura, destaca-se no Vale das Pirâmides, localizado na cidade de Visoko, na Bósnia-Herzegovina.

Antigas pirâmides erguidas por civilizações já abocanhadas pelo tempo, com diversas câmaras, passagens subterrâneas e ‘maldições’, nos remetem diretamente ao Egito e sua sacralizada herança histórica. Mas isso está prestes a mudar. Arqueólogos da Bósnia-Herzegovina descobriram um vale de pirâmides na cidade de Visoko, perto de Sarajevo, a capital do país. A principal estrela do vale é a ‘Pirâmide Bósnia do Sol’, com altura de 220 metros.

Confira aqui vídeo com imagens aéreas da pirâmide e da cidade de Visoko [video]

Para se ter ideia de sua grandiosidade, são necessárias algumas comparações. A Grande Pirâmide do Egito tem ‘apenas’ 148 m, e a Pirâmide do Sol de Teotihuacán, no México, 74 m. Cada bloco da ‘nova’ pirâmide pesa aproximadamente 20 toneladas, o que a torna ainda mais impressionante.

O governo egípcio, preocupado com o teor da descoberta e de como ela poderia afetar o turismo no país, enviou um time de quatro especialistas para checar a veracidade dos fatos: o arqueólogo e egiptólogo Nabil Swelim , descobridor de quatro pirâmides, o geólogo Aly Barakat e os arqueólogos Soliman Hamed e Mona Fouad Ali, da Universidade do Cairo. Após 15 dias de estudos, a conclusão da equipe foi que a ‘Pirâmide Bósnia do Sol’ é de fato a maior do mundo.

Os cientistas mostram que a pirâmide data de 12 a 15 mil anos atrás. Mas material orgânico – mais precisamente pedaços de madeira – encontrado nos túneis foi datado entre 31 e 34 mil anos, segundo testes realizados no Laboratório Kiel, na Alemanha, e no Laboratório Gliwice, na Polônia.

Em entrevista à CH On-line o arqueólogo bósnio Semir Osmanagich, responsável pela descoberta, disse que “os resultados são impressionantes, pois mostram que havia atividade humana avançada na Bósnia no mesmo período em que engenhosos desenhos foram feitos na Espanha e na França, cerca de 32 mil anos atrás”.

Passagem subterrânea no vale das pirâmides.

Osmanagich conta que até agora eles descobriram apenas duas entradas para os túneis subterrâneos, que em um passado distante foram alagados, como mostram estudos feitos no local.

Geofísicos do respeitado instituto alemão LGA Bautechnik realizaram testes e encontraram 44 anomalias – passagens subterrâneas ou áreas pavimentadas – em todo o vale.

Os pesquisadores também encontraram escritas entalhadas em rochas. Análises de especialistas húngaros certificam que os entalhes e as gravuras nos túneis subterrâneos em muito se assemelham a antigas escritas europeias, como o rúnico e o glozélico.

Outra característica que faz com que os cientistas envolvidos na descoberta a considerem como uma das mais excitantes dos últimos tempos é a dureza do concreto usado na pirâmide.

Segundo pesquisas feitas no Instituto de Materiais da Universidade de Zenica e no Instituto de Engenharia Civil da Universidade de Sarajevo (ambos na Bósnia-Herzegovina), sua dureza é quatro vezes maior que a do concreto moderno.

Além disso, a permeabilidade também é maior que a do concreto de hoje. Enquanto aquele tem uma taxa de absorção de água de cerca de 1%, o concreto moderno tem uma taxa de até 3%.

Pirâmides nos Bálcãs?

Inscrições em rocha encontradas na Pirâmide Bósnia do Sol.

Alguns pesquisadores da área não aceitam a descoberta e argumentam que a existência de pirâmides na região dos Bálcãs é impossível. Isso porque não há qualquer registro de civilizações europeias que tenham tentado construir pirâmides em algum momento de sua história.

Eles consideram que as antigas civilizações da Bósnia-Herzegovina não eram capazes de construir estruturas colossais como pirâmides. E defendem que a estrutura apontada como “maior pirâmide do mundo” não passa de uma formação natural, sem qualquer interferência humana.

Os detratores da ‘nova’ pirâmide, com o apoio da Associação Europeia de Arqueólogos, encaminharam petições ao governo bósnio solicitando a suspensão das pesquisas. Mas uma comissão formada pelo governo do país para estudar o caso rejeitou as acusações.

Verdade ou mentira, fato é que a discussão aventa novas perspectivas no campo da história e da arqueologia. Esse, aliás, é o ponto de vista da arqueóloga Mona Haggag, da Universidade de Alexandria, no Egito. Ela sustenta que “a descoberta ajuda a escrever novas páginas da história europeia e mundial”.

Escavações no Vale das Pirâmides na Bósnia-Herzegovina.

Ao ser questionado sobre o motivo de as pirâmides terem sido descobertas só agora, apesar de todo o aparato tecnológico da atualidade, Osmanagich diz que “ninguém viu o óbvio na frente de seus olhos talvez porque elas estejam encobertas por solo e vegetação, como acontece com outras pirâmides na China e Guatemala”, defende o arqueólogo.

Desde a descoberta, a pequena Visoko já recebeu mais de 1 milhão de turistas. Isso acabou levando à criação de um parque arqueológico no vale das pirâmides e de uma fundação responsável pelas pesquisas a serem feitas no local.

“Ainda há muitos segredos a serem desvendados”, afirma Osmanagich.

Especial para a CH On-line / PR

Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br

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Pesquisadora diz ter encontrado “possíveis” novas pirâmides do Egito no Google Earth

Publicado por: luxcuritiba em agosto 17, 2012

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15 de agosto de 2012 ]

Uma pesquisadora norte-americana afirma ter descoberto, usando imagens de satélite no Google Earth, duas possíveis novas pirâmides no Egito, segundo o “Sky News”.

Angela Micol, que passou dez anos fazendo pesquisas com as imagens no Google Earth da bacia do Nilo, diz ter avistado dois locais em potencial, distantes 140 quilômetros um do outro.

A primeira área, que fica a cerca de 19 quilômetros da cidade de Abu Sidhum, indica uma formação triangular de 188 metros de largura – cerca de três vezes o tamanho da Grande Pirâmide.

“Após um exame detalhado da formação, o monte parece ter um topo plano e curiosamente tem um formato triangular, que passou por uma forte erosão do tempo”, analisou Angela.

A segunda área triangular fica a 144 quilômetros ao norte, perto do oásis de Faiyum, e teria 30 metros de largura. No local, haveria três montes menores, similares ao alinhamento diagonal das Pirâmides de Gizé.

Segundo a pesquisadora, arqueólogos devem examinar as imagens e visitar o local para explorá-lo melhor. ”As imagens falam por si mesmas, mas é necessário que pesquisadores de campo verifiquem se de fato são pirâmides”, ressalva Micol.

Fonte: http://arquivosdoinsolito.blogspot.com.br

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1a. Oficina Experimental de Pirâmides, Biofeedback e Reiki

Publicado por: luxcuritiba em julho 18, 2012

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Já experimentou a energia das pirâmides? Agora você PODE.

Se você tinha curiosidade de experimentar a energia das pirâmides, mas nunca teve oportunidade, agora você pode. No dia 02 de Agosto estaremos realizando uma oficina experimental, onde você pode sentir a maravilhosa energia das pirâmides, sem compromisso.

Desde a década de 1990, o doutor Ulises Sosa Salinas tem utilizado a terapia com pirâmides nas unidades de saúde públicas de Cuba. Segundo Salinas o efeito da pirâmide está baseado no restabelecimento do balanço bioenergético da pessoa enferma mediante a ministração da energia vital conforme sua necessidade, a partir da bioenergia concentrada no centro da pirâmide.

Na Espanha, Gabriel Silva há anos desenvolve um trabalho com pirâmides especialmente construídas para serem montadas sobre a cama. Assim seus usuários podem dormir todas as noites dentro da pirâmide e aproveitam para se reenegizarem durante o sono. Em diversos lugares terapeutas holísticos têm utilizado a pirâmide como ferramenta para prover uma energização, equilíbrio físico e emocional, e intensificação da sensação de relaxamento e redução do estresse.

Teremos no local várias pirâmides montadas e prontas para uso, inclusive uma pirâmide de cobre. Basta agendar seu horário.

Atenção: Como o espaço para montar as pirâmides é pequeno as vagas são limitadas. As pirâmides serão reservadas somente para quem fez o agendamento.

Biofeedback

Os participantes poderão também experimentar um sistema de biofeedback, que monitora o ritmo cardíaco de forma não invasiva, mostrando na tela do computador indicadores do seu grau de relaxamento ou estresse.

O sistema HRV (Heart Rate Variability), que será utilizado, é um indicador fisiológico que mostra a ativação do sistema nervoso autônomo. Através dele podemos visualizar a relação direta entre o sistema Parassimpático o sistema Simpático, bem como o padrão emocional.

A partir da leitura deste indicador fisiológico, o software sofre a interferência direta do padrão emocional da pessoa. A pessoa então poderá identificar seu atual padrão e re-significar suas experiências.

Reiki

Aproveite também a oportunidade para receber uma aplicação de energia Reiki. No dia do evento teremos reikianos prontos para atender aos interessados com seções de reiki. As aplicações de reiki não precisam ser agendadas e serão feitas conforme a demanda e disponibilidade dos terapeutas de reiki presentes no local.

Através do reiki, a energia vital é canalizada pelas mãos, e proporciona uma harmonização natural em quem a recebe, a nível físico, mental, emocional e espiritual. O reiki dissolve pensamentos negativos, relaxa e eleva a consciência, favorecendo um completo bem estar. Também remove bloqueios de energia vital, restabelecendo o fluxo normal de energia pelo corpo.

A técnica reiki é reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como terapia complementar, sendo utilizada em vários hospitais e clínicas bem como por terapeutas holísticos e integrativos em geral.

Local e informações:

R. Nunes Machado, 472 – Rebouças
80250-000 Curitiba-PR
Fone: 41-3324-2770 | 8505-3021
Horário: das 18h30 às 21h30
Contribuição expontânea de R$ 10,00 (para cobrir o custo de locação do espaço).

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O Despertar das Pirâmides

Publicado por: luxcuritiba em julho 13, 2012

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04.05.2012 ]

Traduções, pesquisa, adaptação e texto final: Lygia Cabus.

Por muito tempo, ao menos até o advento da Arqueologia como uma ciência sistemática, a partir do século XIX, essas colossais e intrigantes estruturas, as pirâmides foram quase que exclusivamente associadas ao Egito.

Depois, edificações semelhantes descobertas na América pré-colombiana começaram a revelar que as pirâmides, como fenômeno cultural, pertencem a culturas das mais diversas partes do mundo. Erguem-se, enigmáticas, na China, no leste europeu e até nas profundezas dos oceanos.

Essas descobertas tornaram o mistério das pirâmides ainda mais espantoso. Os primeiros estudiosos acreditaram e escreveram nos livros de História que as pirâmides seriam, essencialmente, gigantescos monumentos funerários que abrigavam os restos mortais de personagens poderosos, governantes de nações da Antiguidade. Porém, com avanço das pesquisas essa idéia tornou-se insatisfatória para explicar o verdadeiro propósito destas construções, sobretudo, as mais antigas.

Se é verdadeiro que muitas delas, as menores, especialmente, de fato, são túmulos de reis e rainhas, outras, maiores guardam segredos de engenharia e arquitetura que tornam sua existência e propósito praticamente inexplicáveis para o Conhecimento acadêmico.

Entretanto, já há mais de um século, estudiosos mais ousados têm proposto uma hipótese, considerada algo fantástica, de que várias das pirâmides que hoje, sabe-se, estão espalhadas pelo mundo, são na verdade gigantescas máquinas, objetos tecnológicos avançados, usinas que, supõe-se, poderiam servir para projetar e/ou absorver energias de modo completamente desconhecido pela a ciência contemporânea. Essa tecnologia misteriosa é associada à inteligências extraterrestres.

A pirâmide na Área 51: sem explicações oficiais.

Recentemente e coincidentemente nestes tempos de proximidade de realização da famosa profecia maia, que prevê o Fim de Uma Era no próximo mês de dezembro (2012) e, ainda, com parte desta profecia se realizando no que diz respeito às intensas e violentas tempestade solares que as agências espaciais têm monitorado entre 2011 e o ano presente, 2012, um estranho fenômeno vem ocorrendo em algumas das mais famosas pirâmides do mundo.

Pouco divulgado nos midia e quando divulgado, subestimado, desacreditado, este fenômeno tem sido descrito pelos estudiosos como uma ATIVIDADE OU ATIVAÇÃO de pirâmides na América Latina, nas edificações das culturas maia e asteca, na China e, também, na Bósnia.

Além disso, rumores e finalmente, imagens de uma pirâmide recém-construída foram divulgadas; esta, localizada em Groom Lake, Nevada – USA, uma enorme pirâmide erguida no deserto da região Área 51, famosa por ter sido, até então, supostamente, cenário de eventos ufológicos; eventos relacionados ao chamado CASO Roswell, ocorrido em julho de 1947 no estado do Novo México e que teriam sido (e continuariam sendo) ocultados e desmentidos enfaticamente pelo governo norte-americano ao ponto de, atualmente, serem considerados, por muitos, como mero folclore pós-moderno.

NICOLA TESLA

Nikola Tesla, controverso cientista, nascido na atual Croácia, de etnia sérvia (1856-1943), engenheiro mecânico e eletrotécnico, afirmava que as pirâmides não são túmulos. Antes, são como torres de usinas de energia.

ATIVAÇÃO DAS PIRÂMIDES

El Castillo (O Castelo) ou pirâmide de Kukulcán.

A primeira notícia sobre uma ativação das pirâmides foi divulgada em março deste ano (2012) e refere à Pirâmide da Lua, também chamada de El Castillo (O Castelo) ou – ainda – pirâmide de Kukulcán, pertencente à cultura maia, localizada nas ruínas da antiga cidade de Chicen Itza em Teotihuacan, México.

A questão surgiu a partir de uma fotografia, obtida em 2009 através do celular de um turista que estava no local com a família. Com as manchetes freqüentes sobre o Fim do Mundo Maia, o autor da foto resolveu divulgar o material.

Na imagem, em um dia nublado, um facho de luz violeta aparece, muito claramente, sendo emitido da pirâmide, em linha reta, em direção ao céu. Especialistas acadêmicos, evidentemente, atribuíram o que se vê na foto a um defeito da câmera.

Pirâmide Branca ou pirâmide de Xianyang, China.

Na China, na província de Qinghai, cientistas estão monitorando a pirâmide Branca ou pirâmide de Xianyang. O objetivo desse monitoramento não foi esclarecido pelas autoridades mas entre os ufólogos comenta-se que os chineses estão alertas para detectar qualquer sinal de emissão de energia anômala emitida ou recebida/captada pela pirâmide.

A pirâmide de Xianyang está localizada na região onde, segundo a tradição popular, em um passado remoto, extraterrestres realizaram o pouso forçado de uma nave espacial. Seus ocupantes, sem outra alternativa, passaram um longo tempo residindo nas cavernas próximas aos povoados locais até serem resgatados por sua espécie.

Restos mortais de um alienígena Dropa encontrado nas cavernas de Byan-Kara-Ula, China.

Esse povo que veio do céu, chamado de Dropas, deixaram, como legado de sua passagem, estranhos discos de pedra com gravações indecifráveis. Existem, ainda, fotografias de supostos seres humanóides, híbridos, descendentes da espécie alienígena, fruto de suas relações com seres humanos.

Porém, na China, a pirâmide de Xianyang não é única; apenas, é a maior. De fato existe um complexo que reúne numerosas dessas construções. Supõe-se que foram erguidas pelos extraterrestres.

Na virada do século, dois comerciantes australianos se encontravam numa vasta área nas planícies de Qin Chuan, na China central. Lá eles descobriram mais de cem pirâmides. Quando eles perguntaram ao guarda de um monastério local sobre elas, foi-lhes dito que, de acordo com os registros guardados no monastério, as pirâmides são consideradas “muito velhas”. Visto que os registros tinham mais de 5000 anos, podemos apenas imaginar a idade das pirâmides propriamente ditas.

Complexo de pirâmides na China.

Foi dito aos comerciantes que as pirâmides pertenciam à uma era quando os “velhos imperadores” reinavam na China, e que os imperadores sempre enfatizavam o fato de que eles não eram originários da Terra. Eles eram descendentes dos “filhos do céu, que estrondosamente desceram a esse planeta em seus dragões de metal ardente”. Foi dito aos comerciantes que as pirâmides haviam sido construídas por visitantes do espaço sideral.

Os chineses acreditam que a grande pirâmide de topo achatado foi utilizada, milhares de anos atrás, como espaço-porto e local onde as gigantescas naves espaciais (talvez dos Dropa) poderiam ser reabastecidas com sua peculiar energia propulsora.

No vídeo abaixo (ao lado) são mostradas mais de 40 pirâmides localizadas pelo GoogleEarth, e na página Pirâmides Chinesas são mostradas imagens detalhadas das pirâmides.

Vídeo mostrando mais de 40 pirâmides chinesas localizadas pelo GoogleEarth.

A própria pirâmide poderia funcionar como gerador dessa energia, passível de ser usada para diferentes propósitos, além da propulsão de naves. Propósitos tais como: abrir portais para outros Universos ou dimensões ontológicas (de Ser e Estar), viagens no tempo, controle do clima e, até mesmo como sistema de defesa planetária fosse contra o possível impacto de meteoros, fosse como base de defesa contra ataques de outros alienígenas, hostis.

Todas as pirâmides chinesas estão situadas nas planícies de Qin Chuan e diferem em tamanho entre 25 e 100 metros de altura. Todas, exceto uma, a Grande Pirâmide Branca, situada ao norte, no vale de Qin Lin. Ela é imensa, aproximadamente 300 metros de altura!

Outro ponto interessante sobre a Grande Pirâmide Branca é que nas proximidades o governo chinês construiu uma plataforma de lançamento para seu programa espacial e, claro, a área é restrita para todos os estrangeiros.

PIRÂMIDES DA BÓSNIA

Pirâmide do Sol, Bósnia.

As pirâmides da Bósnia foram descobertas em 2005 pelo antropólogo da American University da Bosnia-Herzegovina, Dr.sci. Sam Semir Osmanagich.

Localizadas nas proximidades da cidade de Visoko, situada 20 km a noroeste da capital do país, Saravejo, as pirâmides foram “intuídas” pelo pesquisador ao observar duas colinas que apresentavam formato demasiado regular.

Triangulares, com os ângulos de sua base quadrilátera orientados para os pontos cardeais, eram, de fato, duas pirâmides ocultas pela vegetação. Foram denominadas pirâmides do Sol e da Lua.

Foram as primeiras pirâmides descobertas na Europa, confirmando o fato de que essas construções existem em todo o mundo. Escavações realizadas até 2011 revelaram mais 3 pirâmides hoje nomeadas, pirâmides do Dragão, da Mãe Terra e do Amor. Assim foi delimitado o Vale Bósnio das Pirâmides que abriga, ainda, um complexo de túmulos, numerosas esculturas de cerâmica e um enorme labirinto subterrâneo com mais de 10 km de extensão.

Surpreendentes, as pirâmides da Bósnia hoje são reconhecidas como as maiores e mais antigas de todo o planeta. A pirâmide do Sol, com seus 220 metros de altura, supera a Grande Pirâmide do Egito, que mede 147 metros (de altura).

Sua orientação para o Norte é precisa com erro de 0 graus, 0 minutos e 12 segundos. Sua antiguidade supera 12 mil anos de idade. Seus blocos de concreto retangulares possuem propriedades únicas confirmadas por instituições científicas da Bósnia mas, também, da França e da Itália: extrema dureza e baixa absorção de água (cerca de 1%), muito superior em durabilidade que os concretos atuais.

O terraço pavimentado da pirâmide da Lua, segundo análise realizada pelo Instituto de Física e Tecnologia da Silésia, Polônia – utilizando o método radiocarbono, foi datado em 10,500 anos.

Máquina & Sala Terapêutica

Pirâmide do Sol, Bósnia. Representação artística do que testemunhas dizem ter observado.

Ao que tudo indica, ao ser descoberta, a pirâmide bósnia do Sol já estava “ativada”. Uma equipe de físicos detectou um feixe de energia que projeta-se através do topo da pirâmide. O raio do feixe (que é, portanto, circular) é de 4,5 metros e sua freqüência é de 28kHz.

O feixe é contínuo em sua direção, para cima e sua intensidade aumenta à medida que ganha altura, ou seja- distanciando-se da pirâmide. O fenômeno contradiz as leis conhecidas da física e da tecnologia. Tudo indica que os construtores da pirâmide do Sol da Bósnia criaram uma máquina de movimento perpétuo; e essa máquina de energia está trabalhando.

Três câmaras subterrâneas onde fica situado um pequeno lago azul apresenta um nível de ionização 43 maior do que a concentração média normal em ambientes semelhantes. Significa que essas câmaras são verdadeiras “salas de cura”.

K-2, escultura de cerâmica encontrada no labirinto subterrâneo do Vale das Pirâmides da Bósnia. Estrutura terapêutica.

Em 2011, detecções revelaram que o eletromagnetismo no interior do túneis é igual a zero. Ali também não há radiação em níveis técnicos nem radioatividade de origem cósmica.

As esculturas de cerâmica ali encontradas não são meramente decorativas: estão posicionadas sobre os fluxos de água de tal modo que convertem energia negativa em positiva. São, portanto, não uma galeria de artes mas, antes, uma máquina conversora das polaridades de energia.

Tudo isso faz com que o labirinto subterrâneo seja uma das construções mais seguras e, espantosamente, um dos lugares mais saudáveis do mundo capaz de propiciar a regeneração e o rejuvenescimento do corpo.

As pesquisas interdisciplinares que investigam as pirâmides da Bósnia descobriram, em seis anos, resultados jamais alcançados em dois séculos de pesquisa sobre as pirâmides do Egito. São revelações sobre o plano físico, energético e espiritual dessas enigmáticas construções. Esses resultados, pioneiros, revolucionam completamente a Ciência das Pirâmides.

SINAIS

Mas a questão é saber o quê despertou as pirâmides. Outros fenômenos intrigantes que estão se tornando freqüentes. As tempestades solares intensas foram previstas pelos maias como um avisos celestes de que uma Era está chegando ao fim. É possível que sejam sinais relacionados.

A NUVEM FOTÔNICA

Os rumores sobre atividades cósmicas incomuns afetando a Terra tornam-se cada vez mais intensos. Uma estranha nuvem de fótons envolve o sistema solar neste momento histórico.

A NASA nega mas a informação tem sido confirmada por alguns cientistas menos ortodoxos (obedientes). Não se sabe ao certo como essa energia estranha pode estar afetando o Sol e os planetas que sofrem sua influência.

O MISTERIOSO HUM

Ao mesmo tempo, desde de 2011 e mesmo antes disso, um outro fenômeno? até agora, inexplicado vem atingindo diferentes partes do mundo. É um fenômeno acústico, já vem sendo gravado e está sendo chamado de o misterioso HUM. Pessoas descrevem-no de maneiras diferentes: um zumbido abafado, um motor, um tremor constante ou mesmo como um lamento da Terra.

Os cientistas cogitam hipóteses:

Pesquisadores da Agência Científica Internacional Wosco dizem que o “Hum” pode estar sendo causado pelo forte aumento da atividade solar e a intensificação dos processos de movimento de cargas de energia do núcleo da Terra; uma atividade que foi gravada recentemente.

Outros cientistas, acreditam que a magnetosfera perdeu sua capacidade de absorver radiação solar de tal modo que abriram-se lacunas na proteção natural do planeta, como o rompimento de um escudo. Isso permitiria uma penetração da energia solar de maneira direta e incisiva, capaz de provocar o efeito sonoro.

Uma terceira hipótese, especula que a Heliosfera, que funcionaria como um delimitador protetor deste sistema solar onde encontra-se a Terra, está sedo “esfregada”, tangenciada por algo “invisível” ou “nuvem interestelar”. Esta nuvem poderia pertencer a um outro sistema solar próximo produzindo o estranho ruído e provocando uma série de anomalias na Terra e em outros corpos celestes vizinhos. (RT/RUSSIA/Lygia Cabus,2012)

As descobertas feitas na Bósnia demonstram que existe nas pirâmides muito mais que uma engenhosidade titânica e incompreensível. Um segredo do qual muitos estudiosos já suspeitavam, uma origem fantástica, mistério assustador, vem ganhando a credibilidade da investigação científica.

O que se sabe hoje sobre o Vale das Pirâmides da Bósnia pode ser o começo de uma revelação muito maior que, muito possivelmente poderá ser aplicada a outras pirâmides, em todo o mundo.

Porém, pode ser tarde demais. Os cientistas simplesmente não sabem desde quando essa rede de pirâmides instaladas no planeta vêm sendo ativada nem quais são os fatores, sejam cósmicos ou telúricos (terrenos) que desencadearam a intensificação desse despertar. Entretanto, a civilização globalizada tem sentido alguns “sintomas” de algo que ninguém sabe o quê é.

As manchetes têm registrado fenômenos que estão deixando os especialistas confusos: mortandade em massa de animais, surgimento de doenças nunca vistas, anomalias genéticas, distúrbios psíquicos e violência quase epidêmica, tempestades solares, sons misteriosos ecoando nos quatro cantos deste globo.

A Humanidade está confusa. Os sábios já não sabem mais nada e em meio à desorientação das pessoas, parece que as pirâmides, as sentinelas silenciosas de todos Tempos, estão entendendo tudo e fazendo aquilo que foram programadas para fazer.

FONTES:

Atlantis, Lemuria And Area 51: Scientists Baffled. World’s Pyramids Are Reactivating.

IN Before It’s News, publicado em 20/05/2012. [http://beforeitsnews.com/story/2053/194/Atlantis,_Lemuria_And_Area_51_…

_Scientists_Baffled_…_Worlds_Pyramids_Are_Reactivating.html?currentSplittedPage=0]

El Sonido del Apocalipse. ¿De Donde Proviene el Misterio? [Trad. Ligia Cabus]. IN RT/Rússia, em espanhol,publicado em 28/01/2012.
[http://actualidad.rt.com/ciencia_y_tecnica/inventos/issue_35429.html]. O Estranho Som do Apocalipse. Sofä da Sala Notícias, publicado em28/01/2012. [http://sofadasala-noticias.blogspot.com.br/2012/01/o-estranho-som-do-apocalipse.html]

OSMANAGICH, Sam Semir. WORLD HISTORY AND BOSNIAN PYRAMIDS 2011. Published IN November, 2011. [http://piramidasunca.ba/eng/latest-news/item/7778-world-history-and-bosnian-pyramids-2011.html] – Acessado em 04/05/2012.

WOLCHOVIR, Natalie. Mayan Light Beam Photo: Message from Gods, or iPhone Glitch? IN Live Science, publicado em 27/02/2012. [http://www.livescience.com/18692-mayan-light-beam-photo.html]. Maias – O Misterioso Facho de Luz da Pirâmide Mexicana. [Trad.Ligia Cabus] Sofä da Sala Notícias, publicado em 05/03/2012. [http://sofadasala-noticias.blogspot.com.br/2012/03/maias-o-misterioso-facho-de-luz-da.html].

Fonte: http://www.sofadasala.com

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As Câmaras Ocultas nas Pirâmides – parte 2

Publicado por: luxcuritiba em julho 10, 2012

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É uma possibilidade excitante que um dia se possa encontrar uma câmara oculta que nos revele informações sobre nosso passado das quais nem suspeitamos. Por isso, vários outros pesquisadores estão procurando meios de descobrir câmaras escondidas e passagens secretas nas grandes pirâmides de Gizé. Dois egiptólogos amadores franceses estão entre eles. Gilles Dormion, um arquiteto, e Jean-Yves Verd´hurt, um corretor de imóveis aposentado, usando análise arquitetônica e um georadar, ou seja, um radar capaz de penetrar em objetos sólidos, em 2004, ano em que publicaram um livro, concluíram que deve existir uma câmara por baixo da câmara da rainha na Grande Pirâmide. Eles pensam que provavelmente essa seria a verdadeira câmara funerária de Kéops, a qual poderia conter artefatos que excederiam em riqueza aos da tumba de Tutankhamon. Se tal cômodo realmente existir, é pouco provável que tenha sido violado e poderia conter também a múmia do rei. Para confirmar ou não a hipótese, bastaria fazer mais alguns buracos no maior monumento egípcio. O problema é que os dois pesquisadores não obtiveram permissão das autoridades egípcias para continuar os estudos e provar essa tese.

Um respeitado egiptólogo, Jean-Pierre Corteggiani, do Instituto Francês de Arqueologia Oriental no Cairo, disse ter ficado impressionado pelo fato de que as imagens do georadar foram coletadas e interpretadas por um técnico de uma empresa francesa especializada nesse tipo de equipamento. Tal perito trabalha para uma companhia que teve como um de seus principais projetos estabelecer a rota do trem expresso que liga Paris a Estrasburgo. Isso significa que para dizer que é seguro colocar os trilhos em determinado lugar, porque não há nenhuma cavidade sob o solo, ele precisa estar absolutamente certo, caso contrário o perigo de desastre seria imenso. Corteggiani também se mostrou intrigado pela localização sugerida para a nova câmara: debaixo da assim chamada câmara da rainha, mas um pouco mais a oeste. Isso a colocaria na interseção das diagonais e exatamente no coração da pirâmide, o que para Kéops teria, provavelmente, forte conotação simbólica como local de descanso.

Outro egiptólogo, Aidan Dodson, perito em arqueologia funerária egípcia, por outro lado, afirmou: Acho implausível a idéia de que a câmara funerária de Kéops ainda esteja para ser achada na pirâmide. Arquitetonicamente não há nenhuma razão pela qual devesse existir um corredor debaixo da câmara da rainha. A câmara funerária sempre foi conhecida. Os autores da possível descoberta argumentam que a pirâmide evoluiu por tentativa e erro. Na medida em que os arquitetos percebiam que os aposentos inicialmente concebidos como câmaras funerárias não suportariam o peso colocado acima deles, voltavam para a mesa de desenho. Sobre a câmara do rei o telhado é reforçado com vigas de granito, formando um sistema engenhoso para aliviar a pressão sobre o aposento. Entretanto, as vigas racharam, o que se atribuiu tradicionalmente a atividade sísmica ocorrida depois que o monumento foi completado. Gilles Dormion acredita, porém, que o acidente aconteceu durante a construção da pirâmide. Em síntese, segundo ele, quando Kéops morreu havia três câmaras funerárias construídas. A primeira, no sub-solo, permanecia inacabada, a segunda estava disponível e a terceira apresentava problemas de rachadura em seu teto. Kéops foi, então, enterrado na segunda. Ou melhor dizendo, embaixo da segunda, porque a câmara da rainha em si não estava equipada para receber o corpo de um faraó, faltando, principalmente, uma entrada suficientemente larga para acomodar o sarcófago de pedra.

Dormion vem trabalhando nas pirâmides do Egito há mais de 20 anos e, baseado em análises de radar feitas por ele e por Verd’hurt na pirâmide de Meidum, realizadas em 2000, descobriu duas câmaras anteriormente desconhecidas naquele monumento. Em época bem anterior, em março de 1985, ele e Jean Patrice Goidin, um arquiteto, haviam visitado a Grande Pirâmide e feito observações visuais que os levaram a suspeitar da existência de um sistema oculto de passagens e câmaras. Eles teorizaram originalmente que o sistema que nós vemos hoje é de fato um estratagema para enganar os ladrões de tumba, e que a real câmara funerária de Kéops estaria ao lado dos compartimentos que formam o teto da câmara do rei. Um dos indícios está na disposição dos blocos que formam o teto da grande galeria.

Por serem paralelos à inclinação da galeria, se constituem em um dispositivo anti-deslizamento que libera de pressões a parede norte. Isso, entretanto, seria desnecessário se tal parede fosse maciça. Naquela ocasião eles também observaram que as paredes da passagem horizontal que conduz à câmara da rainha apresentam blocos de pedra que foram dispostos de uma maneira diferente da de outros blocos do monumento. Eles chamaram a atenção para o fato de que ali os blocos foram postos uns em cima dos outros de forma que as juntas formam um padrão em cruz, completamente diferente do arranjo em qualquer outra passagem do monumento. A visão deles era a de que a parede pudesse esconder um compartimento, possivelmente contendo o equipamento funerário do faraó.

Em 1986 os dois homens voltaram ao Egito e começaram uma pesquisa dentro da Grande Pirâmide empregando a microgravimetria, um conjunto de métodos e técnicas de medida da aceleração da gravidade da Terra, que permite calcular a densidade dos materiais. Nos compartimentos do teto da câmara do rei os testes não foram conclusivos, embora eles tenham detectado alguma espécie de anomalia. Outras leituras parecem ter indicado a existência de uma cavidade atrás da parede ocidental da passagem da câmara da rainha, exatamente como eles haviam previsto anteriormente. Dormion teve permissão para perfurar três pequenos buracos na parede. Os dois primeiros revelaram apenas vários blocos de pedra separados por argamassa. O último buraco atingiu uma profundidade de 2 metros e 65 centímetros e revelou uma cavidade com cerca de 40 centímetros de comprimento cheia de areia cristalina muito fina, formada por mais de 99% de quartzo, cuja origem não podia ser eólica nem causada pela erosão do monumento. Embora a investigação tivesse revelado praticamente nada, era prevista a volta da equipe em 1987 para realização de pesquisas mais sofisticadas. Entretanto, antes de que eles pudessem fazê-lo, em janeiro de 1987, uma equipe japonêsa da Universidade de Waseda, sob a direção de Sakuji Yoshimura, assumiu a continuação dos trabalhos.

Com o uso de equipamento de GPR – Ground Penetrating Radar, ou seja, um equipamento de radar que penetra no sub-solo, os japoneses inspecionaram o piso e as paredes da câmara da rainha, no esquema ao lado representada num corte vertical, e detectaram a presença de uma cavidade por trás da parede norte a uma distância de cerca de três metros. Ela teria 30 metros de comprimento por um metro de largura e um metro e meio de altura. A seguir examinaram essa cavidade inspecionando toda a extensão da sua parede ocidental e concluíram que ela talvez seja uma passagem oculta que corre paralelamente ao corredor horizontal que conduz à câmara da rainha, o qual também vemos no esquema acima. Conforme o relatório dos pesquisadores, essa espécie de corredor encontrado por eles começa num ponto que fica a uma distância da parede norte da câmara da rainha correspondente à largura de apenas um bloco de pedra e parece terminar em um ponto aproximadamente 30 metros ao norte da câmara. Nesse local, atingindo o ponto onde se encontra a grande galeria, a passagem deve terminar ou virar para oeste em ângulo reto. Os pesquisadores franceses sugeriram que esse corredor deve conduzir a um compartimento oculto no ventre da pirâmide e que talvez esteja aí a verdadeira câmara funerária.

Dormion e sua equipe acreditam que nenhuma das três câmaras existentes na Grande Pirâmide está qualificada para ser uma câmara funerária real. Muitos arqueólogos pensam o mesmo com relação à câmara da rainha e à câmara subterrânea. Os franceses, porém, vão além ao sugerir que a câmara do rei, tida pela maioria dos egiptólogos como, pelo menos, o lugar do descanso inicial do rei, também não pode ter sido uma câmara funerária porque não é bastante forte para isso. A prova está nas profundas rachaduras dos volumosos blocos de granito que formam o teto do compartimento. A verdade é que vários peritos acreditam que tais rachaduras podem ter surgido até mesmo antes da pirâmide ter sido colocada em uso, o que impediria seu emprego final como câmara mortuária, embora a maioria acredite que foi construída com aquele propósito em mente. Por fim, até mesmo aqueles que acreditam que a câmara nunca foi posta em uso, também acreditam que Kéops deve ter sido enterrado em outro lugar, e não em uma câmara escondida na própria pirâmide.

A equipe japonesa também pensa ter descoberto o que parece ser uma cavidade cerca de um metro e 50 centímetros abaixo do piso da passagem horizontal que liga a grande galeria com a câmara da rainha. Eles acreditam que esta cavidade pode ter até três metros de profundidade e que deva estar, provavelmente, totalmente cheia com areia. Essa areia deu motivo a muita discussão. Surgiram até rumores de que seria radioativa. Embora não fosse verdade, quando os técnicos examinaram a areia e compararam-na com amostras de areia de Gizé e de Saqqara, descobriram que era bastante diferente das amostras. Aparentemente a areia foi trazida de longe. Embora os egiptólogos acreditem que os construtores da Grande Pirâmide possam ter usado cavidades cheias de areia para servirem de pára-choques aos efeitos dos terremotos, isto não explica porque não foi usada a areia do próprio local.

Em outra série de medições, os japoneses localizaram próximo da câmara subterrânea do monumento um provável aposento com dois metros de altura, situado cerca de três metros atrás da zona oeste da parede norte da referida câmara. Nenhuma pesquisa adicional foi feita até agora para investigar melhor os achados de Dormion e Yoshimura.

Em outubro de 1992, um engenheiro francês, Jean Kerisel, chefiou uma equipe que usou métodos não destrutivos para inspecionar a área ao redor da câmara subterrânea da pirâmide de Kéops. Essa pesquisa estava baseada em teorias que levam em conta o relato de Heródoto, que se refere à existência de um canal por sob o monumento, e a evidência arqueológica da existência desse canal fora do planalto de Gizé. Ele começou seu trabalho considerando o nível da água debaixo da Grande Pirâmide. Usou uma combinação de cálculos originalmente feitos por Vyse e Perring, pesquisadores britânicos que, em 1836 e 1837, cavaram um poço vertical fora da câmara subterrânea com profundidade de 11 metros. Embora acreditasse que o poço de Vyse fosse bastante profundo para alcançar o nível provável de um canal, Kerisel achava que poderia ter sido cavado no lugar errado. Após pesquisar com GPR, o francês confirmou a provável existência do aposento percebido pela equipe de Yoshimura e ainda informou ter detectado — por baixo do piso do corredor horizontal que leva à câmara subterrânea — uma estrutura que poderia ser o teto de um novo corredor. Ele estaria localizado no ponto exato no qual o corredor descendente o atingiria, caso tivesse sido extendido até lá. Esse novo corredor teria cerca de um metro e 60 centímetros de altura, cruzaria o corredor horizontal num ângulo de 45 graus aproximadamente, elevar-se-ia ligeiramente em seu trajeto, parecendo dirigir-se diretamente para a esfinfe.

Quando chegou dezembro de 1992 a equipe usou microgravimetria e informou que no ponto onde o radar havia descoberto uma espécie de passagem, o micro-gravímetro nada detectou, o que indicava que o pretenso corredor estava obstruído por dentro. Por outro lado, no corredor horizontal foi detectada uma anomalia local muito clara de uma falha na alvenaria no lado ocidental, cerca de seis metros antes da entrada para a câmara. Isso corresponderia, conforme os cálculos, a um poço vertical com pelo menos cinco metros de profundidade, de seção quadrada, com lados de cerca de um metro e 40 centímetros, junto da parede ocidental do corredor. Kerisel concluiu sua pesquisa afirmando que a passagem descoberta pelo GPR poderia ser simplesmente uma zona de calcário argiloso, do mesmo tipo dos estratos existentes na cabeça da esfinge, mas com a excepcional característica de ser bastante grossa. Quanto ao micro-gravímetro, poderia ter descoberto um volume considerável de dissolução da pedra calcária através da água subterrânea, ou seja, um tipo de gruta profunda, acidente geológico possivel de existir. Embora tenha desejado realizar escavações para investigar melhor suas descobertas, o engenheiro nunca as fez.

Foi também em 1992 que Rudolf Gantenbrink, um engenheiro alemão especializado em robótica, empregando um robô que ele mesmo projetou e construiu, iniciou a exploração do interior dos dois condutos que, a partir da câmara do rei, penetram no interior do monumento. Em março de 1993, Gantenbrink explorou o conduto do lado sul da câmara da rainha, quando então encontrou a famosa “porta” que o bloqueia. Foi somente em setembro de 2002 que um novo equipamento conseguiu “espiar” para além dessa “porta”, encontrando uma pequena câmara com 17 cm de comprimento bloqueada por outra pedra de aspecto rústico. Na mesma ocasião foi explorado o conduto do lado norte da câmara da rainha e uma porta semelhante surgiu.

http://www.fascinioegito.sh06.com/camaras2.htm

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As Câmaras Ocultas nas Pirâmides – parte 1

Publicado por: luxcuritiba em julho 4, 2012

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Não começou ontem a procura por câmaras ou passagens escondidas no interior das pirâmides egípcias. Esse assunto vem interessando o homem há centenas de anos. A ideia de que talvez seja possível encontrar tesouros ocultos, ou os projetos da construção dos monumentos, ou ainda informações científicas, ou até mesmo artefatos de uma cultura perdida, tem motivado os homens a buscarem câmaras ocultas nas misteriosas pirâmides. No passado, porém, a única maneira de fazer isso consistia em perfurar as paredes e esperar que a sorte pudesse revelar alguma passagem até então invisível. Na realidade, essa técnica foi usada e os exploradores deixaram suas marcas de destruição sem nada descobrirem de significativo. Hoje em dia, entretanto, temos modernos instrumentos científicos para nos ajudar nessa tarefa.

Dr. Luis Alvarez

As tentativas realizadas no século XX usaram, entre outros meios, magnetismo e ondas sonoras com pouco sucesso. Um renomado cientista, o Dr. Luis Alvarez, ganhador do Prêmio Nobel de física em 1968, desenvolveu e empregou uma sonda de raios cósmicos (foto ao lado). Ele projetou esse equipamento especificamente para registrar os raios cósmicos que atravessam a alvenaria da pirâmide. A base teórica da experiência é o fato de que os raios cósmicos, os quais bombardeiam nosso planeta o tempo todo, vindos do espaço, perdem energia proporcionalmente à densidade e espessura dos objetos que atravessam. A idéia era a de usar detectores de raios cósmicos na câmara conhecida da pirâmide para descobrir a densidade da estrutura acima dela. As informações coletadas seriam registradas em fitas magnéticas e analisadas por computador. Os raios atravessariam, em média, cerca de 100 metros de blocos de pedra calcária e, teoricamente, se eles cruzassem um espaço vazio na estrutura do monumento, o equipamento registraria um valor ligeiramente maior de energia do que aquele que seria indicado quando os raios passassem por áreas sólidas. Se tal leitura surgisse, os investigadores planejavam perfurar um orifício na pedra calcária e, usando equipamento óptico, descobrir o que havia dentro.

Alvarez foi de opinião de que seria mais provável encontrar câmaras secretas na pirâmide de Kéfren do que na Grande Pirâmide. Ele raciocinou que tendo sido a pirâmide de Kéfren construída depois da de Kéops, deveria possuir um plano arquitetural interior mais sofisticado e concentrou naquele monumento os seus estudos. Doze agências governamentais, inclusive a Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos, participaram das pesquisas e, portanto, a equipe dispunha de suficientes recursos técnicos e financeiros para a empreitada. A esperança era a de que se pudesse encontrar, em uma inviolável galeria oculta, um sarcófago lacrado contendo a múmia do faraó.

Os técnicos, em setembro de 1968, gravaram em fitas magnéticas especiais a trajetória de milhões de raios cósmicos. O material foi analisado por um computador no Cairo. Foi possível perceber claramente a localização das faces, das bordas e dos cantos da pirâmide, mas não foi encontrada qualquer câmara oculta. Os procedimentos foram repetidos e aí surgiu a surpresa: cada vez que as fitas eram reanalisadas surgia um padrão diferente e importantes características que deveriam se repetir em cada uma das gravações, não surgiam. Em outras palavras, de um dia para o outro, de uma hora para outra, a pirâmide parecia ser diferente. Os técnicos chegaram a afirmar, talvez um pouco exageradamente, que aquilo desafiava todas as leis conhecidas da física. O material foi enviado aos Estados Unidos e um equipamento altamente sofisticado da Califórnia apresentou os mesmos resultados. Os especialistas admitiram na ocasião que os resultados obtidos pareciam ser cientificamente impossíveis e afirmaram que só duas causas poderiam provocar tais anomalias: 1) haveria um erro substancial na geometria da pirâmide que afetou os registros; 2) dentro do monumento atuaria uma força misteriosa que desafiava as leis da ciência.

Posteriormente se concluiu que não havia nenhum mistério no caso. O programa de computador confiou em medidas extremamente precisas da geometria da pirâmide, bem como num posicionamento exato dos dispositivos de coleta de dados. Porém, havia problemas com algumas destas medidas e isso, aparentemente, provocou as anomalias. Quando foram feitos os ajustes necessários dos dados, o interior da pirâmide revelou-se inteiramente sólido. Embora tivessem explorado apenas 19% do volume total da pirâmide de Kéfren, em 1970 os pesquisadores sentiram-se seguros para afirmar que caso ali existissem câmaras de tamanho equivalente àquelas existentes na pirâmide de Kéops, os sinais que seus equipamentos detectariam seriam enormes. Portanto, concluíram, podemos dizer com segurança que nenhuma câmara com volume semelhante às quatro câmaras conhecidas das pirâmides de Kéops e Snefru existem na massa de pedra calcária investigada por absorção de raios cósmicos.

Cinco anos mais tarde, em 1973, Luis Alvarez estava convencido de que era improvável a existência de uma câmara oculta dentro da estrutura da pirâmide de Kéfren acima da sua base. Mas também achava que por baixo dela alguma coisa poderia ser encontrada. Foi então que fez contato com o físico Lambert Dolphin, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e lhe disse que estava em busca de um novo método que lhe permitisse ver por baixo das pirâmides e ainda explorar monumentos mais complexos como, por exemplo, o de Kéops. Alvarez sugeriu ao físico que tentasse construir um radar que pudesse penetrar no sub-solo, o que possibilitaria não apenas explorar as pirâmides, mas também procurar tumbas escondidas em Saqqara e no Vale dos Reis. Dolphin não se fez de rogado e em breve sua equipe havia desenvolvido um sistema de radar portátil adequado ao propósito. Em consequência, em 1974, um grupo de técnicos da Universidade de Stanford, dos Estados Unidos, e da Universidade Ains Shams, do Egito, tentou achar câmaras escondidas usando o equipamento de sondagem eletromagnética que fora criado especialmente para a missão. Na foto ao lado vemos parte da aparelhagem, instalada em uma das câmaras da pirâmide de Kéfren. Seu princípio se baseia no uso da propagação das ondas de rádio.

Amostras de pedra calcária da pirâmide haviam sido testadas em laboratório e tudo levava a crer que o material, apresentando baixas perdas de rádiofreqüências, seria altamente receptivo à penetração de radar. Mas, chegando no Egito, os cientistas perceberam que as pirâmides estavam carregadas de umidade e sal. Descobriram que todas as pedras calcárias tinham alto teor de argila. Quanto maior a umidade, maiores as perdas de rádiofreqüência e, assim, os sinais de radar só conseguiram penetrar nas pirâmides até uma profundidade de cerca de 60 centímetros. As experiências mostraram que a área rochosa de Gizé apresenta perdas muito altas de rádiofreqüência de forma que a sondagem por radar fica limitada, para todos os propósitos práticos, a profundidades de apenas alguns metros, mesmo quando é empregada uma freqüência operacional otimizada. Essa perda inesperadamente alta dos sinais do radar é devida à alta porosidade e baixa qualidade da pedra calcária, já que essa também poderia ser classificada como um arenito de granulação fina, e à alta umidade ambiente, de cerca de 75% a 85%, do Vale do Nilo. O ar úmido que sopra vindo do Mediterrâneo mantém as pedras calcárias do planalto de Gizé umidecidas durante o ano todo e o alto nível do lençol de água do Nilo sobe pela rocha porosa trazendo consigo sais e minerais. Infelizmente, as condições não são melhores no Vale dos Reis e os pesquisadores foram obrigados a admitir que o equipamento que usavam não seria adequado para achar câmaras escondidas, faraós perdidos ou a tumba de Alexander o Grande, como esperavam.

Os técnicos não se deram por vencidos. Durante a experiência, perceberam que a sondagem acústica poderia complementar a sondagem eletromagnética do radar, porque ondas sonoras viajam bem em pedras porosas e úmidas sob condições nas quais as ondas eletromagnéticas geralmente não o fazem. Ondas sísmicas de pequenas cargas explosivas, por exemplo, são habitualmente usadas em larga escala pela indústria geofísica para exploração de óleo e minérios. Porém, até a data daquelas experiências, nenhuma instrumentação desse tipo que fosse satisfatória para uso em arqueologia era conhecida. Os pesquisadores desenvolveram e testaram, então, um sistema para uso no Egito. Eles reconheciam que nenhum sistema sensor isoladamente poderia atender a todos os propósitos e que o uso simultâneo de dois ou mais sistemas sensores multiplicaria a efetividade do trabalho de pesquisa arqueológica. Por isso, a equipe empregou sondagem acústica, medição de resistividade elétrica e magnetometria de próton para uma variedade de tarefas de exploração. Fotografias aéreas e imagens térmicas infravermelhas também foram usadas para ajudar na interpretação dos resultados.

Embora a equipe do professor Luis Alvarez tivesse concluido ser improvável que exista qualquer câmara oculta acima do leito rochoso no corpo principal da pirâmide de Kéfren, ninguém sabe se existem câmaras adicionais dentro da pirâmide de Kéops, se há covas de barcos ao redor da pirâmide de Miquerinos ou se há câmaras debaixo das pirâmides ou sob o pavimento circunvizinho delas, ou mesmo ao redor da Esfinge. Um dos métodos empregados pela equipe de Lambert Dolphin, a medição da resistividade elétrica da terra, vem sendo usado de há muito como ferramenta geofísica na investigação das condições do subsolo. Desenvolvido originalmente como meio de explorar depósitos minerais e de óleo a grandes profundidades, esse método também achou aplicação no delineamento do que quer que esteja enterrado próximo da superfície e que tenha resistividade diferente daquela do solo circundante. Essa tecnologia explora as diferenças de condutividade elétrica das estruturas arqueológicas com relação à terra circunvizinha. As diferentes propriedades elétricas da estrutura comparadas com as da terra determinam o aparecimento de anomalias de resistividade. Estruturas como paredes e fundações são más condutoras, enquanto que sepulturas, poços e covas são normalmente bons condutores. Muitos tipos diferentes de eletrodos são usados, de acordo com o tipo de estrutura arqueológica, sua dimensão e sua profundidade. O objetivo do trabalho no Egito era detectar túneis ou tumbas localizadas a pouca profundidade, dos quais se poderia esperar que produzissem anomalias bem definidas do ponto de vista da resistividade. O equipamento que mede a resistividade é formado por uma fonte controlada de corrente elétrica e um dispositivo que mede as diferenças de potencial geradas pela passagem da corrente através da terra.

Os técnicos traçaram perfis da resistividade em setores ao redor das três pirâmides principais de Gizé, com maior ênfase na de Kéfren, onde foram levantados dados em todos os quatro lados e em seu interior. A foto ao lado ilustra uma etapa desse trabalho. Várias anomalias foram localizadas durante o trabalho ao redor do monumento, inclusive uma no lado ocidental mais tarde identificada como uma tumba que tinha sido descoberta em 1966. A anomalia era consideravelmente maior do que se esperaria de uma tumba das dimensões descritas por seu descobridor e parece indicar a existência de câmaras ainda inexploradas nas redondezas do achado original. Por outro lado, foram detectadas várias anomalias na profundidade entre quatro e seis metros em diversos locais ao redor da pirâmide, o que poderia indicar a existência de câmaras. Duas delas chamaram especialmente a atenção: uma no canto noroeste, no lado ocidental, a cerca de 6 metros além da base da pirâmide e a outra no centro do lado oriental, entre o templo mortuário e a face da pirâmide, que poderia ser um túnel. Tais achados exigiriam pesquisas posteriores, as quais, pelo que sabemos, ainda não foram feitas.

No interior da pirâmide de Kéfren duas medições foram realizadas ao longo da passagem horizontal principal que conduz à câmara funerária. Valores de alta-resistividade foram encontrados onde a passagem entra na câmara e foram achados valores até mais altos em outro trecho, sugerindo a existência ou de uma rachadura profunda no leito de rocha naquele ponto, que não é visualmente aparente no túnel, ou alguma outra anomalia a uma profundidade de quatro metros ou mais debaixo da passagem. Tal anomalia poderia ser um túnel e deveria ser checada através de perfuração, o que também ainda não foi feito.

A sondagem acústica foi outro dos métodos empregados pela equipe de Lambert Dolphin em 1977. Simplificando, o processo consiste em enviar ondas sonoras através de um meio sólido e medir e interpretar o eco daí resultante. Sem cavar ou perturbar a área, essa técnica freqüentemente descobre, rápida e facilmente, o tipo e a localização de objetos subterrâneos, espaços vazios e túneis. Em arqueologia, entretanto, ela ainda não havia sido empregada até aquela data. O equipamento operou bem quando usado dentro de câmaras cortadas no leito de rocha. Nelas foi fácil procurar em todas as seis direções por anomalias na pedra, tais como outras tumbas, falhas, ou cavidades. A câmara funerária da pirâmide de Kéfren fica situada no leito de rocha, debaixo do monumento, e foi um dos locais no qual a sonda foi instalada. A foto ao lado mostra uma etapa dessa instalação. A partir do chão do compartimento foram feitas 11 sondagens em posições diferentes, no sentido vertical descendente.

Surpreendentemente, foram observados muitos ecos que poderiam significar túneis ou câmaras, principalmente nas profundidades de 9, 21 e 33 metros. Na profundidade de nove metros o que parece existir é apenas um antigo buraco cavado pelos ladrões da antiguidade. Os ecos surgidos a 21 metros, entretanto, eram fortes, bem definidos e se repetiram em várias das posições da sonda, sugerindo uma superfície cavada de considerável tamanho. Os ecos na profundidade de 33 metros também parecem indicar a existência no sub-solo de uma câmara de pelo menos 19 metros de comprimento. A pirâmide de Kéops, construída pelo pai de Kéfren, tem uma câmara subterrânea a aproximadamente 33 metros abaixo do nível do leito de rocha, ou a 25 metros abaixo da base da pirâmide. Portanto, os ecos surgidos a 21 e 33 metros abaixo da câmara funerária de Kéfren vêm de profundidades razoáveis para se procurar uma câmara escondida, se é que Kéfren seguiu o exemplo de seu pai. De acordo com os dados coletados pelos pesquisadores, as fontes dos dois ecos parecem ser ambientes circulares, como esboçado na figura ao lado. Além disso, testes realizados na passagem horizontal que conduz à câmara superior revelaram a presença de outra anomalia a cerca de quatro metros de profundidade, que até poderia ser uma passagem que faria a ligação com as outras possíveis câmaras.

Na pirâmide de Kéops o equipamento de sondagem acústica foi colocado na câmara do rei e dois conjuntos de dados foram levantados. A câmara de pedra em si está revestida com grandes blocos polidos de granito, sob os quais estão as pedras principais da construção. O primeiro conjunto de dados foi tomado a partir da própria câmara. A sondagem mostrou excesso de ruído a aproximadamente 60 m. Esse não era um resultado inesperado, pois todos os blocos em todas as direções estavam refletindo energia e o primeiro bloco provavelmente estava reverberando fortemente as múltiplas reflexões internas. O outro conjunto de dados foi obtido a partir do túnel que sai da câmara do rei. Esses dados mostraram um longo conjunto de ecos múltiplos originários de uma fonte situada a 7,25 metros de distância. Essa distância está a meio caminho entre a câmara do rei e a da rainha. Os ecos parecem indicar uma possível câmara, mas pode ser também apenas uma grande lacuna naquela posição. A figura ao lado mostra um esboço do local dessa anomalia. Lambert Dolphin declarou que recebeu permissão para perfurar um buraco a partir da grande galeria até esse espaço vazio, mas preferiu não danificar a pirâmide pois suas evidências eram escassas. Ainda deve ser considerado que investigações mais recentes mostraram que o núcleo da pirâmide é menos sólido do que se pensava anteriormente, com áreas cheias de pedregulho ou areia, o que pode ter afetado o resultado das medições.

Fonte: http://www.fascinioegito.sh06.com

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