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A falsificação da história da Pedra da Gávea e porque Badezir não faz parte dela

Posted by luxcuritiba em novembro 5, 2011

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Vista desde a Gávea para o mar, com um ipê amarelo (esquerda). Marcas na pedra como de retirada de rocha, perto da face (direita). (Clique na imagem para ampliar)

Estamos assistindo a uma farsa monumental a respeito da Pedra da Gávea faz 200 anos. Primeiro por falta de conhecimento especifico para interpretá-la e depois por interesses de determinadas pessoas que resolveram reescrever a historia do Brasil de maneira a dar mais peso a suas filosofias. E a farsa que é a lenda oficial do lugar, continua a ser repetida inúmeras vezes. E depois de tantos anos de acompanhar esta montanha não e possível aceitar a versão estabelecida. Está bem claro que há coisas a investigar, mas não tem nada a ver com o que foi dito ate agora, inclusive porque tudo foi elaborado 100 anos atrás e o conhecimento evoluiu.

O esclarecimento sobre o que seja realmente a Pedra da Gávea ainda está por vir. Ela é indubitavelmente um patrimônio, mesmo que seja apenas natural e temos que preservá-la como ela é. Para a maioria das pessoas tem sido mais fácil dizer que tudo o que vem suscitando nossa curiosidade na Pedra da Gávea é apenas obra da natureza. Explicações geológicas não são suficientes e para qualquer interessado no assunto, menos ainda. Há os que repetem como papagaios as lendas e a velha história sem fundamentos do túmulo do rei Badezir, ou a simplista explicação da erosão..

Freqüento a Pedra da Gávea faz 47 anos, dormi em cima 40 vezes em total subi 440 vezes, portanto não sou apenas um turista curioso. Minha formação é de arquitetura e trabalho, Há 40 anos nesta área, mas também em paisagismo, construção civil, restauração e preservação de monumentos históricos. Esclareço isto para justificar que tenho experiência razoável para fazer uma análise do lugar e espero que outras pessoas tenham interesse em esclarecer o assunto.

Pôr de sol na Gávea (esquerda). Marcas naturais mas que são similares às chamadas inscrições (direita). (Clique na imagem para ampliar)

Tenho ouvido as teorias mais estapafúrdias sobre a Pedra da Gávea. Existe um artigo que diz que Bernardo de Azevedo da Silva Ramos traduziu a “inscrição” da Pedra da Gávea em 1963 (!). Como? Ele faleceu em 1931.

A “tradução” foi feita em 1928.

Em 1841 o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro alem de interessado na Pedra da Gávea também andava interessado no esclarecimento do manuscrito de 1753, chamado de “manuscrito dos aventureiros”, que descrevia uma cidade perdida na Serra do Sincorá, Bahia. Na descrição, a cidade lembra uma cidade romana porque a entrada se faria por um grande arco ladeado de dois menores (exatamente o arco de Tito, em Roma) e inclusive financiou o cônego Benigno José de Carvalho e Cunha para que a procura-se. Nota-se claramente que havia um fervor de arqueologia clássica do mediterrâneo, inclusive por influencia do Imperador dom Pedro II, que era um estudioso.

A Pedra da Gávea que estava mais a mão e despertava muitas lendas ficou na mira. O padre Souto chegou a solicitar, em 1837,ao instituto Histórico e Geográfico Brasileiro a destruição da Pedra da Gávea, para acabar com as lendas do local. Estas são informações de Gerson Brasil em “Historia dos Subúrbios do Rio de Janeiro”. Curiosa essa fúria católica contra a Pedra da Gávea. Uma outra pedra, porém menor, já havia sido destruída pelo reverendo Souto, era a Pedra Santa (ou Pedra da Santa) no caminho do Jardim Botânico, na estrada que margeava a Lagoa Rodrigo de Freitas. Esta pedra parecia uma cabeça com um rosto virado para a lagoa. Robert Streatfield fez uma aquarela onde se pode ver claramente esta formação. Poucos sabem disso. Gerson Brasil não deve ter visto esta aquarela e por isso não dá a informação certa de onde ela ficava.

Seria este padre Souto o reverendo Manuel Gomes Souto, empossado com a criação da freguesia de São João Batista da Lagoa em 1809?Parece que não gostava que seus fiéis andassem com a cabeça em mistérios da terra nativa, só os do Vaticano eram válidos.

Vista desde a Gávea ao mar (esquerda). Vista do famoso paredão das inscrições (direita). Seriam aquelas marcas que horizontalmente sobem da esquerda para a direita. Fazendo zoom pode-se analisar melhor. (Clique na imagem para ampliar)

Me pergunto se com essa atitude não se chegou a estimular a destruição de algo que pudesse ter havido no topo da Pedra da Gávea.É mais que evidente que a Pedra da Gávea foi subida por muita gente nos séculos passados, principalmente quando havia alguma ameaça,como foi o caso das invasões francesas no século XVIII. Desde seu topo pode-se ver o horizonte ate uns 100 km de distancia, principalmente o mar. Conseqüentemente devem ter mexido ou destruído eventuais vestígios de passagens anteriores, quem sabe de quem. Todo seu topo deve ter sido remexido, ao menos superficialmente, e a sucessão de gerações de árvores crescendo e morrendo devem ter destruído mais ainda, qualquer vestígio mais evidente.

Existe um relatório do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em que conta que uma comissão deste Instituto se deslocou para copiar a inscrição. Este relatório tem a data de 23 de maio de1839. Repare que eles foram em maio, que é a melhor época para ver a “inscrição”. Ou escolheram a época menos quente e de melhor visibilidade, e acertaram. Tenho quase certeza que eles fizeram as observações desde a atual Villa Riso. Porque com certeza, um grupo de senhores citadinos não iria internar-se nas matas de onde não veriam nada e nessa fazenda devem ter tido o apóio e conforto necessários para analisar as marcas no paredão. Esta fazenda pertenceu ao conselheiro Antonio Ferreira Vianna e era chamada de São José da Alagoinha da Gávea.

Toda essa trama da inscrição fenícia pode ter sido arquitetada ou forçada, ainda que subconscientemente, com certeza nessa fazenda, porque até Dom Pedro II, frei Custodio (que era conhecedor de línguas antigas) e o historiador João Capistrano Abreu, freqüentavam o lugar. Quem conhece Vila Riso sabe que a vista da Pedra da Gávea desse ângulo é magnífica. Além de que aproximando-se muito da Pedra, perde-se o ângulo de baixo para cima.

E para tirar definitivamente suas dúvidas tentem identificar a olho nu os caracteres da chamada inscrição, se puderem. De binóculo não vale. Fenícios não tinham binóculos. Tem quem dize que os traços têm 14m de altura, não tem, sua altura é de mais ou menos 3m.

A historia da tradução da ”inscrição” está cheia de dúvidas. Mas chegou em uma hora em que o Brasil estava no meio do redemoinho do estado novo comunismo, nazismo e fascismo todos eles exaltando valores nacionais e isso acontecia no mundo inteiro.

Por aqui tínhamos a versão brasileira desses nacionalismos que era o integralismo. Um fato como uma origem nobre e de grande ancestralidade para a historia do país não ia ser deixado sem ser usado por setores interessados em levantar o sentimento nacionalista. Mas havia interesses sectários também.

Uma bromélia (gravatá), típica do local, gênero alcantarea (esquerda). Vista da entrada da baía de Guanabara com o perfil da face da Gávea à direita (direita). (Clique na imagem para ampliar)

No inicio do século XX, Henrique José de Souza ex-empresário que foi muito prejudicado pela primeira guerra mundial, porque fazia muitos negócios com a Europa, teve que dissolver suas empresas desenvolveu outros interesses.

Passou a dedicar-se ao estudo de filosofias orientais, fez viagens pelo mundo todo, incluindo a Índia e o Tibet. Nessa época também estavam em moda os ensinamentos da teosofia européia através de madame Blavatski. Elena Blavatski e outros ocultistas influenciaram bastante o nazismo.

Seguindo a tendência de valorização da cultura nacional, o professor criou em 1924, a sociedade chamada de Dharana, em Niterói que mais tarde se tornou a Sociedade Teosófica Brasileira e depois a Sociedade Brasileira de Eubiose que existe até hoje.

A Teosofia mistura crenças católicas com conhecimento oculto, budismo, esoterismo e com uma visão de Brasil grande, etc. e o resultado é uma salada espiritual, filosófica e ate política.

E é preciso entender que dentro de uma formação católica conservadora como deve ter sido a do professor, sempre vão ficar convicções básicas arraigadas, apesar de evoluir para as religiões orientais ou filosofias esotéricas. A partir daí forma-se uma nova corrente filosófica com todas as contradições dos componentes originais.

Nossos povos de toda a América latina são excessivamente místicos e querem soluções caídas do céu e se não caem, eles imploram. Na verdade em todo o mundo as coisas são mais ou menos desse jeito. É o acreditar em vez de saber. É melhor saber um pouco do que acreditar muito. E com relação à Pedra da Gávea se tem acreditado muito e sabido pouco.

Mas como se chegou a essa tradução tão difundida da duvidosa inscrição do paredão leste?

Bernardo de Azevedo da Silva Ramos não foi nenhum Champollion brasileiro. Champollion teve em mãos uma laje de pedra que estava escrita em três grafias: hierático (grafia dos hieroglíficos), demótico (grafia popular do antigo Egito), e grego antigo as duas últimas grafias eram conhecidas e ele foi destrinchando as palavras em hieróglifos, teve muita sorte, por ter a pedra de Rosseta nas mãos, e o que ele fez foi uma tradução fundamentada em um texto real existente. Também há que agradecer a invasão do Egito por Napoleão.

No caso de Bernardo de Azevedo da Silva Ramos, ele interpretou os caracteres que haviam sido copiados a respeito de todo o problema de copiar a ”inscrição” com variáveis como sombras e luz rasante, quem sabe como e em que momento. Marcas deste tipo mudam de acordo com a incidência dos raios do sol. Em um momento você julga estar vendo uma letra e depois já não é a mesma. Portanto não pode ter havido nenhuma exatidão nos contornos das letras. Bernardo tinha o hábito de interpretar qualquer marca numa pedra como sendo letras de algum alfabeto, as vezes não se importando nem com a ordem. E tem um detalhe importantíssimo. Que diabo de inscrição é essa que só pode ser lida de binóculo?

As pessoas no afã e entusiasmo de concluir uma pesquisa se deixam levar por fatos duvidosos. Bernardo traduziu o que lhe deram. Ou seja, a copia da “inscrição” feita pela comissão 100 anos antes. Bernardo nunca foi ate o topo da Pedra da Gávea, pois se tivesse ido perceberia mesmo num ângulo ruim que aquelas marcas são apenas caneluras verticais do desgaste natural da rocha. E só ver as interpretações da inscrição, que se nota que os traços verticais são muito maiores que os horizontais. No livro de Bernardo a ”inscrição” está mais endireitada do que realmente é. E se formos tentar identificar caracteres de direita à esquerda como seria em linguagem púnica, piorou porque esta parte dos traços está mais desalinhada e apagada. Falando francamente, foi muita imaginação. E ainda encontrar os nomes de Badezir, Jetball, Fenícia e Tiro associados?! Houve algo muito estranho. Más o nome ”Fenícia“ ou “Foenisian“, como literalmente ele traduziu, lança uma grandíssima dúvida sobre a exatidão do que de fato existiria “gravado na rocha”.

Mas qualquer um que veja uma estela com um texto fenício autêntico vai perceber que é preciso muita imaginação para dizer quais seriam as letras da inscrição da Pedra da Gávea. Bernardo fez sua tradução em 1928. Ele nasceu em 12 de novembro de 1858 e faleceu em 5 de fevereiro de 1931. Finalmente Bernardo chegou a sua interpretação da inscrição: Tiro Fenícia, Badezir primogênito de Jethball.

Mas o maior argumento contra esta inscrição é de que os fenícios não chamavam seu país de Fenícia e sim de Cannan. Só isso põe em duvida toda a tradução. Quem os chamava de fenícios, eram os gregos. A única possibilidade a favor da legitimidade da inscrição e de que um grego tivesse supervisionado a execução da “inscrição” o que já é forçar muito as coisas, e que seria absurdo.

A cópia dessa inscrição teve que ser feita de telescópio desde São Conrado, para poder dar o detalhe, principalmente dos traços horizontais que são mínimos, se bem os traços verticais tem 2m de altura mais ou menos. Na verdade, só poderia ser ”lida” por quem tivesse binóculos. Nem fenícios nem vikings tinham binóculos, eu acho. E se for desde o topo da montanha não da para ler nada..

A copia da inscrição que aparece no livro de Bernardo e em todos os sites da internet não passa de uma fantasia interpretativa feita pela comissão do IHGB em 1839. Como é que se continua a divulgar essa bobagem?

Mesmo assim o professor Henrique José de Souza resolveu adaptar a tradução de Bernardo da Silva Ramos sobre a inscrição da Pedra da Gávea.

Foi exatamente nesse ponto que confundiram ainda mais o problema da Pedra da Gávea. E a reorganizou na seguinte ordem: “Tiro Fenícia Jetbaal primogênito de Badezir”

O professor também ignorou que os fenícios se auto denominavam cananeus ou mais apropriadamente “canani” ou “cunani” ou ”cnani”, e que Fenícia seria ”Canan”.
Disseram que ela se referia a Jetball como filho de Badezir e não ao contrário e que ele tinha uma irmã gêmea Jetball-bel. De onde tiraram isso, não sei.

Esse tipo de informação seria quase impossível de conseguir. Se Bernardo já estava imaginando mais do que devia, quando interpretou a ”inscrição”, como poderia o professor Henrique José de Souza querer melhorar a tradução? E é preciso fazer mais uma pergunta.

Porque Bernardo só se interessou em fazer a ”tradução da inscrição” em 1928, quando já tinha 70 anos,se ele já a conhecia desde criança?

Provavelmente porque sabia que aquilo não era nada. Provavelmente foi “empurrado” a fazer aquela tradução, quem sabe por que motivos.

E há mais coisas suspeitas nesse interesse da Teosófica com a falsa inscrição fenícia. Dizem que Badezir vem de Baal zir, e que zir significa senhor (me desculpem, mas ”sir“ pode significar senhor nas línguas anglo saxônicas, mas em linguagem púnica senhor é mlk). Dizem que Badezir significa deus maior e trocando Bad por Baal teríamos Baalzir que depois por corruptela passou a Baalzil e posteriormente a Brasil (!?).

É forçar muito, e sem base. Aqueles que insistem e atribuir aqueles buracos da “inscrição“ aos fenícios deveriam consultar durante alguns anos, livros e assuntos específicos sobre a civilização púnica, para ter alguma informação mais precisa.

O rei Badezir ou melhor, Baldozor, como a ele se referem Flávio Josefo e Menandro de Éfeso, não foi nenhuma figura exponencial na história da Fenícia, e muito menos fazia parte de elite espiritual como a Teosofia divulga. Fazia parte de uma linhagem de sacerdotes e reis assassinos e assassinados constantemente,na luta pelo poder.

É muito possível que a Sociedade Brasileira de Eubiose pretende-se ter um patrono ancestral como a maçonaria tem Hiram Abiff,o arquiteto (que se confunde com o nome do rei de Tiro na ocasião) e que foi o arquiteto do templo de Salomão, e o grande pedreiro. Não esqueçamos que as lojas Maçônicas em principio procuram ter uma entrada no modelo do templo de Salomão (pórtico com duas colunas,chamadas Joaquim e Boaz) esse modelo de portada era também o modelo dos templos fenícios.

Podem ter tido a idéia de que Badezir seria um similar para a Teosófica do professor Henrique José de Souza, dando a ancestralidade que interessava.

Já dá para entender porque a Teosófica se baseou em uma referência histórica escassa como a de Badezir. Provavelmente para reforçar e dar legitimidade e ancestralidade nobre e monárquica ao Brasil. Ficaria explicado o interesse da Teosofia na ”boa tradução da inscrição”.

Pareceria que tanto Bernardo como o professor eram monarquistas, ao menos nasceram num Brasil monárquico. O curioso é que Bernardo de Azevedo da Silva Ramos foi um dos fundadores do Clube Republicano em Manaus.

Badezir é colocado como uma figura altamente evoluída e que teria vindo ao Brasil com uma grande missão espiritual. A verdade sobre Badezir, cujo nome foi grafado erradamente. (porque ele nunca foi chamado de Badezir) é outra.

E é muito provável que no fundo queriam achar algo mais, no passado brasileiro, do que simples indígenas. Foram ignorados contextos culturais religiosos e históricos.

Na história da Teosófica, Badezir é deposto por um movimento republicano. Isso não é verdade nem tem fundamento porque continuou a haver reis em Tiro depois de Badezir que foi sucedido por seu filho Mattan, que reinou de 853 a 821 a.C. e que foi sucedido pelo rei Pigmalião que reinou de 821 a 774 A.C.

O que provavelmente desestabilizou o governo de Badezir, se é que aconteceu, foi a pressão assíria e o fato dele ser filho de um usurpador,Jetbaal, sacerdote de Astarté, que tomou o trono assassinando Phales, que era o último da dinastia de Hiram, o grande, amigo de Salomão.

Na verdade ninguém disse que Badezir foi deposto e pelo que Flavio Josefo diz, ele pode apenas ter reinado 6 anos porque morreu com 45 anos.

Mas chega a ser irônico que a Irmã de Badezir, Jezabel é vista por outros setores religiosos como um espírito demoníaco, o que e um pouco ridículo, ela foi uma rainha de seu tempo. Governar é uma tarefa penosa, principalmente num país estrangeiro e de religião diferente das crenças dela. Ela sobreviveu a Achab, rei de Israel, mais quatorze anos se Badezir morreu com 45 anos ela deve ter vivido ate, mais ou menos os 60 anos. Considerando que Badezir e Jezabel tivessem idades próximas, como irmãos que eram.

Badezir, como rei e filho de um sacerdote de Astarte que assassinou o rei Phales e assumiu o trono, e totalmente cercado pelo clero de sacerdotes de Baal e Astarte, devia seguir à risca seus preceitos. Que não eram muito civilizados para um espiritualista zen da nossa época. Badezir deve ter participado e assistido a muitos sacrifícios de crianças nas chamas dos templos. Pois era pratica normal. E um rei não poderia fugir disso. Portanto pretender outros tipos de religiosidade para ele, é uma ingenuidade.

A Teosofia diz ainda que Badezir fundou a cidade de Niterói e que o nome original era Nish tao ram. Provavelmente para, de novo,dar ancestralidade à cidade onde foi fundada a Daharana, a primeira loja da Sociedade Brasileira de Eubiose.

Divulgam-se informações, não sei com que fundamento, de que em Niterói foram achadas tumbas fenícias (!?). Não é verdade, se alguém tivesse achado algo parecido haveria mais detalhes e o assunto teria tido mais repercussão. E quem é capaz de reconhecer uma tumba fenícia ou não?

Muita gente que anda com os fenícios na ponta da língua,não sabe nada a respeito deles. E no século passado pior ainda.

Envolveram a Pedra da Gávea num mar de fantasias que e deturpou a legitima interpretação do lugar. E por ignorância muitos continuam repetindo coisas sem fundamento. E a maioria dos sites na internet divulgam a informação errada de que Bernardo de Azevedo da Silva Ramos fez a tradução em 1963! Foi em 1928.

Mas está bastante claro que para a Teosofia a deposição e exílio do rei Badezir seria a chave para o que se pretendia.

Queiram ou,não cheira a magoa, pela deposição de Dom Pedro II. Que a mim também me parece que foi indevida, considerando o que veio depois.

Porque não disseram que foi o rei Luli, (outro rei de Tiro que fugiu de verdade) que veio para o Brasil? Evidentemente porque o Brasil não se chama “Lulil”, ou algo parecido, más Badezir, podia ser adaptado até chegar ao nome de Brasil.

Continuar a repetir essa versão para a Pedra da Gávea é um acinte a historia do Rio de Janeiro. E se a Teosófica teve outros motivos para divulgar essa versão, não importa, continua a ser uma falsa versão da historia do Brasil. E que nenhum historiador ou arqueólogo sério aceita.

O historiador que falou do período de Badezir e da linhagem dos reis de Tiro foi Flávio Josefo que escreveu “Historia dos Hebreus” e conta algumas coisas de seus vizinhos fenícios. Esse livro tem 1600 páginas e pode ser consultado pela internet. Mas muitos nomes são diferentes dos que nos conhecemos. Flavio Josefo conta parte deste período da historia assim:

“Morrendo o rei Hirão (Hiram), sucedeu-lhe seu filho Beleazar (Baalazar). Morreu na idade de quarenta e três anos,depois de ter reinado sete. Abdastrate, seu filho, sucedeu-lhe e só viveu vinte e nove anos, dos quais reinou nove. Os quatro filhos de sua ama mataram-no à traição, e o mais velho reinou doze anos em seu lugar, Astarte, filho de Beleazar, reinou durante doze anos depois de ter vivido cinqüenta e quatro. Aserino, seu irmão,sucedeu-lhe, viveu cinqüenta e quatro anos e reinou nove. Felete (Phales), seu irmão, assassinou-o, usurpou o trono, viveu cinqüenta anos, mas só reinou oito meses. Itobal (Jetbaal,) sacerdote da deusa Astartéia, matou-o, reinou em seu lugar durante trinta e dois anos e morreu com sessenta e oito anos. Baldozor (Badezir), seu filho, sucedeu-o, viveu quarenta e cinco anos e reinou seis. Madgem (Mattan), seu filho, sucede-o, viveu trinta e dois anos e reinou nove. Pigmalião sucedeu-o e viveu cinqüenta e seis anos, dos quais reinou quarenta e sete e foi no sétimo ano de seu reinado que Dido, sua irmã, fugiu para a África, onde construiu Cartago na Libia.”

Como vemos os ares do palácio real de Tiro não eram muito saudáveis e às vezes além do vento fresco do mar, também vinha uma punhalada. É claro que é preciso descontar o fato de que viver menos nessa época era normal. Mas a coisa andava no jeito do, “escreveu, não leu, o pau comeu“. E em muitas ocasiões era melhor ”cair fora“

Elisa ou Dido, a fundadora de Cartago que era neta de Badezir, fugiu de Tiro porque seu marido havia sido morto por seu irmão Pigmalião, o próprio rei. Autores romanos contam que o marido de Elisa se chamava Siqueu, outros o chamam de Acerbas ou Sicharbas, era sacerdote e um homem riquíssimo, que despertou a cobiça de Pigmalião.

Era normal não durar muito no trono de Tiro, e não parece que haviam tão elevados sentimentos espirituais, como a Teosofia atribui a Badezir. Não consta que alguém tenha dito que ele era uma exceção. Lembremos que sua irmã Jezabel não era um “doce de pessoa”, pelo menos na descrição de autores judeus, que não gostavam dela por cultuar deuses fenícios. E a descrevem como de alguma crueldade. Badezir dificilmente seria muito diferente. Com certeza era um homem do seu tempo e de sua cultura.

Voltando ao trecho onde Flavio Josefo diz: “Baldozor (Badezir) viveu quarenta e cinco anos e reinou seis”. Se ele soube quantos anos viveu Badezir, está claro que Badezir não desapareceu do Mediterrâneo e veio para o Brasil porque nesse caso Flávio Josefo não ia saber mais nada dele e nem quantos anos viveu. E nem tampouco há alguma referencia de ele ter sido deposto.

Mas o fim do reinado de Badezir (853 A..C.) coincide com a batalha de Karkar, onde uma coligação de estados cananitas enfrentou Salmanasar III, da Assíria. Nessa batalha morreu o rei de Israel, Achab, que era casado com Jezabel, irmã de Badezir.

Badezir deve ter apoiado com um pequeno contingente militar seu cunhado assim como outros reis cananeus e fenícios fizeram. Na descrição feita na estela Kurkh, por Salmanasar III, se descrevem os contingentes da coalizão contra ele. Mas os nomes estão na versão assíria e alguns são difíceis de identificar com os que conhecemos. Também não da para identificar nenhum contingente militar de Tiro.

Alguns reinos só participaram com 200 ou 500 soldados.É evidente que os reinos que estavam mais ameaçados pela proximidade dos assírios participaram mais. Foi o caso de Aradus, que iria ser o primeiro a ser engolido por Salmanasar III.

Se Tiro participou foi com efetivo similar. Alguns cronistas levantaram a dúvida se Josafat, rei de Judá lutou integrado ao exercito de Israel comandado por Achab. A dúvida e levantada porque na estela de Kurkh, Salmanasar III fala que combateu 12 reis mas só faz a descrição de 11, com suas respectivas tropas. Mas a Bíblia conta claramente que Josafat estava presente. Nessa versão os assírios são chamados de arameus.

Alguns acham que o numero 12 é apenas simbólico, não podendo ser base para tirar conclusões. Mas com certeza a maioria dos reinos cananeus sabiam que essa batalha poderia ser decisiva porque a Assíria ameaçava todos eles.

Mas poderíamos levantar outra hipótese. Dada a vinculação política e familiar entre as casas reais de Tiro e Israel, na ocasião, poderíamos pensar que o contingente militar tírio, se houve, poderia estaria contabilizado e integrado ao grosso da tropa de Israel. E se esse contingente era considerável, Badezir poderia estar à frente dele.

Eventualmente poderia ter sido morto em combate ou ter sido ferido e falecido depois,sem que isso tenha sido relatado, ou se foi, estaria nos arquivos perdidos em Tiro.

Mas também devemos levar em conta que os tírios eram melhores marinheiros que soldados e com certeza não dispunham de forças militares terrestres consideráveis.

O fato é que seu reinado cessou nesse ano e seu filho Mattan assumiu o trono com 23 anos. Por quê? Se seu filho assumiu o trono esta bem claro que não havia nenhum ressentimento interno contra ele.

Na falta de referencias, que se devem ter se perdido com os arquivos reais de Tiro, fica difícil fazer mais especulações.

Com certeza a partir daí as coisas desandaram para Badezir. Mas porque esse ano coincide com a data do fim de seu reinado? Morreu? Não sabemos.O reinado de Achab acabou ali.Será que Badezir participou da batalha e também morreu nessa ocasião?

Sabemos que Achab lutou nessa batalha disfarçado e incógnito, porque sabia que seria visado pelo inimigo, e foi ferido na junção lateral da armadura por uma flecha lançada ao acaso. Conta-se que pediu ao cocheiro do seu carro que o retira-se do campo, mas a batalha estava tão renhida que não foi possível retira-lo ate a noite e acabou morrendo por perda de sangue. Se Badezir estava perto de Achab, as coisas não devem ter sido fáceis para ele. O resultado dessa batalha não está muito claro. Apesar de Salmanasar III cantar vitória.

O fato de Badezir só ter reinado seis anos não diz nada de especial porque a maioria de seus antecessores reinaram também curtos períodos. Na lenda da Teosofia Badezir era viúvo. Que diferença faria? Cabe a pergunta: Viúvo de quem?

Esses reis tinham mais de uma esposa. Salomão, que o antecedeu 150 anos tinha 300, fora as 700 concubinas. Dá para imaginar como deveria sofrer Salomão quando as 1000 mulheres saiam para fazer compras. E dá para desconfiar porque de 3 em 3 anos precisava mandar uma expedição para Ofir trazer recursos.

Creio que já temos dados para acabar com qualquer especulação a respeito da vinda de Badezir ao Brasil em ”missão espiritual”. Continuar a dizer isso é falta de seriedade. Essa versão pode ter sido suficiente para o público de meados do século passado, mas é ingênua para o público atual, medianamente informado.

Mas seria interessante pesquisar autores antigos sobre algum dado mais sobre Badezir pelo menos por respeito, já que seu nome foi usado em vão. No livro História dos Hebreus só há uma única citação do nome dele. E evidente que seu nome não era Badezir simplesmente. Parece-me que como Menandro e Flavio Josefo o citam como Baldozor, isso me soa como o nome atual Baltazar. Os fenícios nem sempre escreviam as vogais, e por isso os nomes posteriormente foram sendo usados de várias maneiras. O que pude saber é que Baltazar significa “Baal proteja o rei”. É provável que o nome mais aproximado seria Baaltzor, mas que eles escreveriam: BLTZR. O problema é que quando um autor escrevesse em grego já seria diferente e assim com tantas outras grafias.Parece-me que a tradução mais apropriada do nome seja ”protegido de Baal”, apenas. Não vejo a palavra rei no nome.

Pelo pouco que sei haveria a hipótese que o nome venha de Baal e tzor ou tzur,que quer dizer fortaleza. Provavelmente “Protegido de Baal“ é o correto Mas a pesquisa já se torna complicada para quem não é erudito em línguas semitas,e eu não sou.

Na verdade sinto-me na obrigação de esclarecer a vida desse homem tão usado,sem que ele pudesse desconfiar.

Mas por honestidade precisamos fazer uma ressalva. Flavio Josefo viveu e escreveu entre 38 a.C. e 100 d.C. Portanto 8oo anos depois do período de Badezir, e se baseou em fontes que podiam estar erradas, ou não totalmente certas. Portanto devemos admitir que sempre existirá uma possibilidade de que seus dados não sejam exatamente aqueles que citou.Más Flavio devia ter boas informações porque ele pertencia a uma linhagem de sacerdotes e reis judeus.

Flávio Josefo se baseou nas cartas de Menandro de Éfeso escritor grego do ano 300 A.C.

Na época de Menandro ainda existiam nos arquivos de Tiro cartas da época de Hiram e Salomão e conseqüentemente dados sobre os reis posteriores.

Sabemos que Jetbaal, também citado como, Ithoball ou, Ethball reinou em 891 ate 859 a.C. Jetball teve dois filhos bem conhecidos por nós,mas é de supor que tenha tido outros. Eram esses filhos famosos Badezir e Jezabel que casou com Achab rei de Israel de 875 a.C. a 853 A.C., nesse momento as casas reais de Tiro e Israel estavam unidas por esse casamento. Os dois reinados acabaram, em 853 a.C. Salmanasar III, rei da Assíria estava espremendo a Fenícia, Israel e Judá.

Quem assumiu o trono de Tiro foi Mattan que certamente era filho de Badezir reinando de 853 a 821 a.C. Nesse período houve uma série de assassinatos de reis de Israel, Jorão de Israel, Azias de Judá e Jezabel foram assassinados por Jehu que usurpou o trono de Israel.

Attalia, outra rainha de Judá foi assassinada. por Joiada em 837 A.C., que era sacerdote e entregou o trono a Joas de apenas 8 anos. Enquanto isso acontecia, o rei de Aradus, outra cidade fenícia, era derrotado em batalha campal por Salmanasar III, rei da Assíria.

Citei todos os fatos acima para que fique claro, qual era o contexto político e ético no qual Badezir estava inserido.Fica claro que Badezir estava enfronhado ate o pescoço com problemas do Oriente Médio e dificilmente deve ter sabido ou pensado algo a respeito do Brasil, e muito menos vindo para aqui.

Alguns anos depois outro rei de Tiro, Luli quis enfrentar também os assírios,foi cercado algumas vezes na ilha que era a cidade de Tiro mas finalmente teve que fugir as pressas para Chipre em 701 A.C.. Existe um relevo No palácio de Senaqueribe em Nínive que mostra a fuga de Luli. Luli era rei,e portanto Tiro continuava a ser um reino,e não uma república como a versão da Teosófica diz.

E é aqui que a historia nos interessa. Luli fugiu com sua corte para Chipre, são 200 km, ali com certeza lhe dariam abrigo.

Porque Badezir deposto iria viajar, no mínimo 8000 km para vir para o Brasil, sem conforto algum, numa terra completamente selvagem? Essa viagem seria uma loucura. Teria que ter passado por todo o Mediterrâneo, onde havia dezenas de bons lugares para ficar, chegado a Gibraltar costeado a África até o Senegal e então cruzar o Atlântico, atingindo a costa brasileira, seguir costeando ate chegar ao Rio de Janeiro. Uma viagem dessas seria possível e justificada para um grupo de comerciantes aventureiros, mas para uma comitiva de nobres seria um castigo indizível. Um navio fenício fazia 100 km por dia e então aportava em algum local. Considerando que sempre há contratempos, a viagem levaria uns três meses,mesmo que na travessia do atlântico obrigatoriamente navegassem, inclusive de noite.
Condições técnicas para uma viagem destas os fenícios tinham, marinheiros experientes e conhecimentos exaustivos de navegação, também. Com relação a barcos capazes de atravessar o Oceano, há muita coisa pouco divulgada com relação a tamanho, qualidade e tecnologia dos barcos antigos. Não se pode julgar a capacidade deles por parâmetros modernos. Em outro texto aprofundo este tema.

Que os fenícios possam ter estado no Brasil, é bem provável. Mas Badezir, com certeza não. Ele tinha problemas suficientes na Fenícia e que provavelmente o levou a morte. E se os fenícios andaram por aqui, com certeza conheceram e estiveram na Pedra da Gávea. Era comum eles fazerem santuários em cima de montanhas, mas sem grandes construções, as vezes sem nenhuma. Mas se estiveram por aqui não iam perder tempo fazendo esfinges ou monumentos, porque não era o objetivo deles.

E o pior é que o clima de fantasia e falta de seriedade contaminou o assunto Pedra da Gávea. A partir daí qualquer cientifico mesmo o mais ousado se afastou do assunto. Se algum objeto que se relacione com fenícios for achado na área a primeira coisa que vão pensar, e que é uma fraude, ainda que não seja.

Quer dizer que a Pedra da Gávea não tem mistério algum? Tem sim, e são vários.

Olhei, estive em frente e vi mais de 400 vezes a cara no paredão. É uma cara, mal feita, é tosca, mas é uma cara. Olhem-na bem, de baixo e de lado e do outro lado, e não apenas de frente. Queriam o que? que estivesse assinada?

E foi encaixada exatamente no lugar certo para complementar uma cabeça, que provavelmente era natural. E está na posição exata para ser iluminada pelo sol em qualquer época do ano, seu lado direito é muito mais definido que o esquerdo (Lado do nascente). Quem fez? Os tamoios provavelmente não. Mas eles chamavam a Pedra da Gávea de “cabeça enfeitada”, Metaracanga, que vem de Metara que era o botoque de enfeite usado no lábio inferior e Canga significa cabeça. Parece que também se referiam a Pedra da Gávea como ”cabeça de um deus“. Alguma coisa eles sabiam ou tinham ouvido.

E o portal? Também olhei, estive em frente e vi,mais de 400 vezes. Parece um portal, mas pode ser um nicho usado para oferendas e rituais, seja ele natural ou não. É quase certo que não há nenhum túnel atrás dele. Mas como sempre se pode estar enganado, deixemos alguma probabilidade em aberto.

E cabe levantar uma suspeita. Tanto a face quanto o portal podem ter sido inicio de obras inacabadas.O que viria ao encontro de outros fatos, tais como seria o caso de uma expedição fracassada ou abortada ou que não teve continuidade. Nota-se no desgaste da superfície da rocha que compõe a face,uma cor mais clara que o resto da montanha o que daria a entender que essa superfície não foi exposta a tanto tempo assim. Por outro lado os tamoios que aqui viviam não eram gente fácil de tratar e podem ter criado muitos problemas a quem quer que fosse fazer alguma coisa por aqui.

Mas às vezes as coisas, não são, mas parecem, e acabam sendo usadas como se fossem, o que cria um ponto de culto religioso.E o que quer dizer isso? Quer dizer que devemos primeiramente procurar semelhanças com locais próximos.

Caras monumentais na montanha com o mesmo tamanho temos em Ollantay tambo, Peru (Veja a cara de Tunupa). Portais no paredão da montanha temos vários no Peru. Mas o mais significativo e o de Hayu Marca em Puno ou o portal de Amaru Muru que é metade do tamanho do portal da Gávea (que pode ate ser natural, por desprendimento de um bloco)

E deixo uma pergunta mais. Tupã e Tunupa (deus supremo no Peru) poderiam ter a mesma origem fonética?

Ambos eram divindades associadas ao raio e trovão.E as caras e os portais tanto aqui como no Peru poderiam ter um mesmo simbolismo religioso? Contatos eventuais? Origem comum?

E como uma especulação muito improvável poderíamos deixar no ar a possibilidade de que, sim,os fenícios tenham iniciado um monumento na Pedra da Gávea, que não foi acabado. E de fato a montanha sugere um touro alado da Assíria, imagem usada no Oriente Médio para dar a idéia de grande poder. Mas isso vai contra toda a tradição deles, porque nunca fizeram um monumento desse tamanho na Fenícia. Seria um fato anômalo.

Porem sem escavações que nos possam dar utensílios para identificar qual foi a presença, e de quem, não podemos dizer muita coisa.

Arquiteto Carlos Perez Gomar
Agosto 2011

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44 Respostas to “A falsificação da história da Pedra da Gávea e porque Badezir não faz parte dela”

  1. zegeraldo said

    E a respeito dos vasos na Baía de Guanabara, do artigo do O Globo?

  2. Carlos Pérez Gomar said

    Com relaçãao as ânforas da baia de Guanabara :
    Américo Santarelli mergulhador e campeão de caça submarina mandou fazer 18 ânforas para enfeitar sua casa em Angra dos Reis . quem as fêz foi um oleiro português seguindo modelos do Mediterraneo. Para lhes dar um aspecto mais autêntico , Américo as depositou em um local da Baia de Guanabara. Por acaso alguém achou tres dessas ânforas e começou a historia toda.Houve muita confusão e até entendidos se confundiram . Americo tentou explicar o caso mergulhando e trazendo mais oito anforas. Andaram dizendo que o governo brasileiro guardava uma dessas anforas em” local sigiloso”, para dar mais peso ao assunto.Muitos dos envolvidos preferiram deixar o caso morrer para não ficar mais em evidência. Cuidado com as reportagens de O Globo , as vezes eles nem sabem a diferença entrea Pedra da Gávea e a Pedra Bonita . Jornalista acha que pode falar de qualquer coisa, o resultado são barbaridades.
    É preciso raciocinar um pouco. Se houvessem ânforas em algum ponto da baia é porque haveria um navio e havendo um navio afundado ,o barulho ia ser muito maior ?. Se houvesse um navio estariam pesquisando ate hoje, e teriam surgido muitas mais coisas. Os fenicios e outros podem ter estado aqui sim.Mas por enquanto ninguém mostrou nada convincente.

  3. Eliel Oliveira said

    Muito bom seu artigo. Eu me chamo Eliel, e sou estudante de engenharia eletrica. Tenho muito interesse pela história de um modo geral. A arqueologia sempre me interresou muito. A verdade é que a história oficial sempre foi e ainda hoje é manipulada pelos poderosos. Hoje temos mais informação e possibilidades do que nossos antepassados. Não podemos continuar a aceitar tais afirmações sem pelo menos questionar de forma saudavel.

    Vou continuar a acompanhar seu blog. Tenha um bom dia !!

    • Ola Amigo, Em relação as ânforas não mencionou que estavam sobre a supervisão de um arqueólogo americano chamado Robert Frank Marx, ele seria um mentiroso então?

      Sem você citar fontes, a sua história é parecida com a deles.
      Até duvido da veracidade de órgãos do governo e da mídia, porque é assim que eles fazem, inventam uma estória para acobertar a verdade. acontece em todos os lugares aonde a maçonaria tem influencia.
      E note bem como as pessoas acreditam no seu texto, por ser bem escrito, ganha o status de verdadeiro, porém elas ao menos pesquisaram. É disso que os mal intencionados se aproveitam. Humanos leigos e repetidores, e a
      estória errada se propaga.
      Não acredito em maldade por sua parte, porém você poderia ter mais responsabilidade com o que escreve.
      A única certeza que tenho até o momento é que temos inscrições em todo o Brasil e que foram e são estudadas mas não reveladas. Com exceção de alguns pesquisadores como por exemplo: Apollinaire Frot e Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco

      Então, Pode citar as suas fontes?

      • Quem deveria ter mais cuidado como o que escreve é você. Minhas fontes são 456 subidas à Pedra da Gávea em 50 anos, e alguma bibliografia com o esta aseguir :

        -Os Fenícios , Donald Harden, Lisboa , Editorial Verbo,1962
        -Introdução ao Estudo da Arqueologia Brasileira , José Antero Pereira Junior,Ind. Gráfica Bentivegna Editora Ltda. São Paulo ,1967
        -Atlas de Arqueologia,A.Padilla Bolivar.Ediciones Jover, madrid ,1971
        -Diccionário de Arqueologia , Alfredo Mendonça de Souza, edit. ADESA, Rio de Janeiro, 1997
        -L’Universe de la Archéologie, Guy Rachet, Verviers , Belgique, 1970
        -A Escrita, David Diringer, Editorial Verbo,Lisboa
        -Estudos tupis e Tupi-Guaranis, Frederico G. Edelweiss, Livraria Brasiliana Editora, Rio de Janeiro, 1969
        -Curso de Tupi Antigo, Padre A. Lemos Barbosa, Livraria São José, Rio de Janeiro 1952
        -Toponimia Brasilica, Armando Levy Cardoso, Editora: Biblioteca do Exercito,1961.
        -La Isla de Pascua y sus Misterios, Stephen Chauvet, Editora Zigzag, Santiago de Chile,1970
        Aku Aku, El Secreto de la Isla de Pascua, Thor Heyerdhal, Editorial Juventud, Barcelona , 1958
        -Tiwanaku, Carlos Ponce Sangines, Academia de Ciencias de Bolivia, publicación nº 21
        -El Templete Semi Subterráneo de Tiwanaku, Carlos Ponce Sanginés, Academia de Ciencias de Bolivia, publicación nº 20,La Paz, 1969.
        – Pre-Colonial Highways of Bolivia,Part 1,La Paz -Yungas , Karen Stothert Stockman ,Academia Nacional de Ciencias de Bolivia, publicación nº 17, La Paz 1967.
        -Las Antiguas Culturas Mejicanas, Walter Krickberg, Fondo de cultura Económica, México –Buenos Aires,1964 .
        -Guia de Arqueología Peruana, Editorial Milla Bartres S.A., Lima1975.
        -O Enigma da Atlântida, Cel.Alexandre Braghine, Editora Irmãos Pongetti , 1959
        -O enigma das Pirâmides, J. A. Lopiz, Editora Hemus, São Paulo,1970
        -Historia da Grécia, Mario Curtiss Giordani, Editora Vozes Ltda.,Petropolis,1967
        -Underwater Archaeology, a nascent discipline,Unesco , Paris 1972
        -Arqueologia Subaquática, George F.Bass, Editorial Verbo Lisboa ,1969
        -A Astronomia Indígena , Luiz Galdino,Editora, Nova Alexandria, São Paulo , 2011
        Escarpas do Rio de Janeiro, Alberto Ribeiro Lamego, Serviço Geológico e Mineralógico, boletim nº 93, Rio de Janeiro,1938
        -Atlas de Geologia, A. San Miguel Arribas,Ediciones Jover S.A. 1964
        – Inscripções e Tradições da América Pré-histórica Especialmente do Brasil volumes 1 e 2 , , Bernardo de Azevedo da Silva Ramos , Imprensa Nacional, 1939, Rio de Janeiro.
        – Historia Antiga do Brasil ,Ludwig Schwennhagen, Editora Cátedra Ltda. ,Rio de janeiro,1970
        -Pré-história Brasileira , Fatos e Lendas , Renato Castelo , Quatro Artes Editora,1971
        – Les Phéniciens, L’expansion Phénicienne, Andre Parrot , Maurice H. Chéhab , Sabatino Moscati, Éditions Gallimard,Paris ,1975.
        – Arquitectura y construcción Incas en Ollantaytambo, Jean Pierre Protzen, Editorial(es): PUCP – Fondo Editorial, Lima ,2014.
        -Arquitectura y Pintura en Teotihuacán, Laurette Séjuorné, Siglo Veintiuno Editores S.A. México, 1966.
        -Tikal, Guia de las Antiguas Ruinas Mayas, William R.Coe, Litografias Modernas, Guatemala, 1971.
        -Asur, Andre Parrot, Editorial Aguilar, Madrid,1961.
        -Brasil 2005, Boletim da Sociedade Teosófica Brasileira, ano V, 1968, nº15.
        -Estudos Maçônicos Sobre Simbolismo, Nicola Aslam, Editora Aurora, Rio de Janeiro, 1978.
        -La Rebelión de los Brujos, Louis Pawels, Jacques Berguier,Plaza y Janes S.A. editora, Barcelona , 1975.
        -Floresta da Tijuca, Pedro da Cunha e Menezes, Editora Relume Dumara, Rio de Janeiro,1999.
        -Novas Trilhas do Rio, Pedro da Cunha e Menezes, Editora Sextante, Rio de Janeiro, 1998.
        -Barra da Tijuca de rua em rua, Departamento de Pesquisa da Universidade Estácio de Sá, Editora Rio , Rio de Janeiro ,2005.
        -Historia dos bairros, Tijuca, Grupo de Pesquisa em Habitação de Solo Urbano PUR-UFRJ,Index Editora, Rio de Janeiro ,1984.
        -A floresta da Tijuca , Centro de Conservação da Natureza ,Rio de Janeiro, 1966.
        -História das Ruas do Rio, Brasil Gerson, Editora Lacerda , Rio de Janeiro, 2000
        -Baixada de Jacarepaguá: Sertão e Zona Sul ,Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro,1994
        -Atlas da Evolução Urbana da Cidade do Rio de Janeiro, Ensaio,1565-1965, IHGB,1965

      • Olá, índio de araque. Você acha que se houvessem ânforas na baia da Guanabara, não haveria um navio também? E mesmo assim ninguém daria curso as investigações? Vai ao Instituto de Arqueologia Brasileira e pergunta ao professor Ondemar Dias sobre as ânforas que ele tem, e de onde são.
        Justamente por não ser irresponsável entrei na briga para refutar as idiotices inventadas sobre um possível monumento megalítico, totalmente deturpado em sua essência por crendices e invenções de gente que nunca o conheceram o suficiente.
        Quais minhas fontes? São 456 subidas à Pedra da Gávea durante 50 anos fazendo observações e pesquisando o tema , além de alguma bibliografia de apoio como a que segue:
        Bibliografia
        -Os Fenícios , Donald Harden, Lisboa , Editorial Verbo,1962
        -Introdução ao Estudo da Arqueologia Brasileira , José Antero Pereira Junior,Ind. Gráfica Bentivegna Editora Ltda. São Paulo ,1967
        -Atlas de Arqueologia,A.Padilla Bolivar.Ediciones Jover, madrid ,1971
        -Diccionário de Arqueologia , Alfredo Mendonça de Souza, edit. ADESA, Rio de Janeiro, 1997
        -L’Universe de la Archéologie, Guy Rachet, Verviers , Belgique, 1970
        -A Escrita, David Diringer, Editorial Verbo,Lisboa
        -Estudos tupis e Tupi-Guaranis, Frederico G. Edelweiss, Livraria Brasiliana Editora, Rio de Janeiro, 1969
        -Curso de Tupi Antigo, Padre A. Lemos Barbosa, Livraria São José, Rio de Janeiro 1952
        -Toponimia Brasilica, Armando Levy Cardoso, Editora: Biblioteca do Exercito,1961.
        -La Isla de Pascua y sus Misterios, Stephen Chauvet, Editora Zigzag, Santiago de Chile,1970
        Aku Aku, El Secreto de la Isla de Pascua, Thor Heyerdhal, Editorial Juventud, Barcelona , 1958
        -Tiwanaku, Carlos Ponce Sangines, Academia de Ciencias de Bolivia, publicación nº 21
        -El Templete Semi Subterráneo de Tiwanaku, Carlos Ponce Sanginés, Academia de Ciencias de Bolivia, publicación nº 20,La Paz, 1969.
        – Pre-Colonial Highways of Bolivia,Part 1,La Paz -Yungas , Karen Stothert Stockman ,Academia Nacional de Ciencias de Bolivia, publicación nº 17, La Paz 1967.
        -Las Antiguas Culturas Mejicanas, Walter Krickberg, Fondo de cultura Económica, México –Buenos Aires,1964 .
        -Guia de Arqueología Peruana, Editorial Milla Bartres S.A., Lima1975.
        -O Enigma da Atlântida, Cel.Alexandre Braghine, Editora Irmãos Pongetti , 1959
        -O enigma das Pirâmides, J. A. Lopiz, Editora Hemus, São Paulo,1970
        -Historia da Grécia, Mario Curtiss Giordani, Editora Vozes Ltda.,Petropolis,1967
        -Underwater Archaeology, a nascent discipline,Unesco , Paris 1972
        -Arqueologia Subaquática, George F.Bass, Editorial Verbo Lisboa ,1969
        -A Astronomia Indígena , Luiz Galdino,Editora, Nova Alexandria, São Paulo , 2011
        Escarpas do Rio de Janeiro, Alberto Ribeiro Lamego, Serviço Geológico e Mineralógico, boletim nº 93, Rio de Janeiro,1938
        -Atlas de Geologia, A. San Miguel Arribas,Ediciones Jover S.A. 1964
        – Inscripções e Tradições da América Pré-histórica Especialmente do Brasil volumes 1 e 2 , , Bernardo de Azevedo da Silva Ramos , Imprensa Nacional, 1939, Rio de Janeiro.
        – Historia Antiga do Brasil ,Ludwig Schwennhagen, Editora Cátedra Ltda. ,Rio de janeiro,1970
        -Pré-história Brasileira , Fatos e Lendas , Renato Castelo , Quatro Artes Editora,1971
        – Les Phéniciens, L’expansion Phénicienne, Andre Parrot , Maurice H. Chéhab , Sabatino Moscati, Éditions Gallimard,Paris ,1975.
        – Arquitectura y construcción Incas en Ollantaytambo, Jean Pierre Protzen, Editorial(es): PUCP – Fondo Editorial, Lima ,2014.
        -Arquitectura y Pintura en Teotihuacán, Laurette Séjuorné, Siglo Veintiuno Editores S.A. México, 1966.
        -Tikal, Guia de las Antiguas Ruinas Mayas, William R.Coe, Litografias Modernas, Guatemala, 1971.
        -Asur, Andre Parrot, Editorial Aguilar, Madrid,1961.
        -Brasil 2005, Boletim da Sociedade Teosófica Brasileira, ano V, 1968, nº15.
        -Estudos Maçônicos Sobre Simbolismo, Nicola Aslam, Editora Aurora, Rio de Janeiro, 1978.
        -La Rebelión de los Brujos, Louis Pawels, Jacques Berguier,Plaza y Janes S.A. editora, Barcelona , 1975.
        -Floresta da Tijuca, Pedro da Cunha e Menezes, Editora Relume Dumara, Rio de Janeiro,1999.
        -Novas Trilhas do Rio, Pedro da Cunha e Menezes, Editora Sextante, Rio de Janeiro, 1998.
        -Barra da Tijuca de rua em rua, Departamento de Pesquisa da Universidade Estácio de Sá, Editora Rio , Rio de Janeiro ,2005.
        -Historia dos bairros, Tijuca, Grupo de Pesquisa em Habitação de Solo Urbano PUR-UFRJ,Index Editora, Rio de Janeiro ,1984.
        -A floresta da Tijuca , Centro de Conservação da Natureza ,Rio de Janeiro, 1966.
        -História das Ruas do Rio, Brasil Gerson, Editora Lacerda , Rio de Janeiro, 2000
        -Baixada de Jacarepaguá: Sertão e Zona Sul ,Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro,1994
        -Atlas da Evolução Urbana da Cidade do Rio de Janeiro, Ensaio,1565-1965, IHGB,1965

      • Olá, índio de araque. Você acha que se houvessem ânforas na baia da Guanabara, não haveria um navio também? E mesmo assim ninguém daria curso as investigações? Vai ao Instituto de Arqueologia Brasileira e pergunta ao professor Ondemar Dias sobre as ânforas que ele tem, e de onde são.
        Justamente por não ser irresponsável entrei na briga para refutar as idiotices inventadas sobre um possível monumento megalítico, totalmente deturpado em sua essência por crendices e invenções de gente que nunca o conheceram o suficiente.
        Quais minhas fontes? São 456 subidas à Pedra da Gávea durante 50 anos fazendo observações e pesquisando o tema , além de alguma bibliografia de apoio como a que segue:
        Bibliografia
        -Os Fenícios , Donald Harden, Lisboa , Editorial Verbo,1962
        -Introdução ao Estudo da Arqueologia Brasileira , José Antero Pereira Junior,Ind. Gráfica Bentivegna Editora Ltda. São Paulo ,1967
        -Atlas de Arqueologia,A.Padilla Bolivar.Ediciones Jover, madrid ,1971
        -Diccionário de Arqueologia , Alfredo Mendonça de Souza, edit. ADESA, Rio de Janeiro, 1997
        -L’Universe de la Archéologie, Guy Rachet, Verviers , Belgique, 1970
        -A Escrita, David Diringer, Editorial Verbo,Lisboa
        -Estudos tupis e Tupi-Guaranis, Frederico G. Edelweiss, Livraria Brasiliana Editora, Rio de Janeiro, 1969
        -Curso de Tupi Antigo, Padre A. Lemos Barbosa, Livraria São José, Rio de Janeiro 1952
        -Toponimia Brasilica, Armando Levy Cardoso, Editora: Biblioteca do Exercito,1961.
        -La Isla de Pascua y sus Misterios, Stephen Chauvet, Editora Zigzag, Santiago de Chile,1970
        Aku Aku, El Secreto de la Isla de Pascua, Thor Heyerdhal, Editorial Juventud, Barcelona , 1958
        -Tiwanaku, Carlos Ponce Sangines, Academia de Ciencias de Bolivia, publicación nº 21
        -El Templete Semi Subterráneo de Tiwanaku, Carlos Ponce Sanginés, Academia de Ciencias de Bolivia, publicación nº 20,La Paz, 1969.
        – Pre-Colonial Highways of Bolivia,Part 1,La Paz -Yungas , Karen Stothert Stockman ,Academia Nacional de Ciencias de Bolivia, publicación nº 17, La Paz 1967.
        -Las Antiguas Culturas Mejicanas, Walter Krickberg, Fondo de cultura Económica, México –Buenos Aires,1964 .
        -Guia de Arqueología Peruana, Editorial Milla Bartres S.A., Lima1975.
        -O Enigma da Atlântida, Cel.Alexandre Braghine, Editora Irmãos Pongetti , 1959
        -O enigma das Pirâmides, J. A. Lopiz, Editora Hemus, São Paulo,1970
        -Historia da Grécia, Mario Curtiss Giordani, Editora Vozes Ltda.,Petropolis,1967
        -Underwater Archaeology, a nascent discipline,Unesco , Paris 1972
        -Arqueologia Subaquática, George F.Bass, Editorial Verbo Lisboa ,1969
        -A Astronomia Indígena , Luiz Galdino,Editora, Nova Alexandria, São Paulo , 2011
        Escarpas do Rio de Janeiro, Alberto Ribeiro Lamego, Serviço Geológico e Mineralógico, boletim nº 93, Rio de Janeiro,1938
        -Atlas de Geologia, A. San Miguel Arribas,Ediciones Jover S.A. 1964
        – Inscripções e Tradições da América Pré-histórica Especialmente do Brasil volumes 1 e 2 , , Bernardo de Azevedo da Silva Ramos , Imprensa Nacional, 1939, Rio de Janeiro.
        – Historia Antiga do Brasil ,Ludwig Schwennhagen, Editora Cátedra Ltda. ,Rio de janeiro,1970
        -Pré-história Brasileira , Fatos e Lendas , Renato Castelo , Quatro Artes Editora,1971
        – Les Phéniciens, L’expansion Phénicienne, Andre Parrot , Maurice H. Chéhab , Sabatino Moscati, Éditions Gallimard,Paris ,1975.
        – Arquitectura y construcción Incas en Ollantaytambo, Jean Pierre Protzen, Editorial(es): PUCP – Fondo Editorial, Lima ,2014.
        -Arquitectura y Pintura en Teotihuacán, Laurette Séjuorné, Siglo Veintiuno Editores S.A. México, 1966.
        -Tikal, Guia de las Antiguas Ruinas Mayas, William R.Coe, Litografias Modernas, Guatemala, 1971.
        -Asur, Andre Parrot, Editorial Aguilar, Madrid,1961.
        -Brasil 2005, Boletim da Sociedade Teosófica Brasileira, ano V, 1968, nº15.
        -Estudos Maçônicos Sobre Simbolismo, Nicola Aslam, Editora Aurora, Rio de Janeiro, 1978.
        -La Rebelión de los Brujos, Louis Pawels, Jacques Berguier,Plaza y Janes S.A. editora, Barcelona , 1975.
        -Floresta da Tijuca, Pedro da Cunha e Menezes, Editora Relume Dumara, Rio de Janeiro,1999.
        -Novas Trilhas do Rio, Pedro da Cunha e Menezes, Editora Sextante, Rio de Janeiro, 1998.
        -Barra da Tijuca de rua em rua, Departamento de Pesquisa da Universidade Estácio de Sá, Editora Rio , Rio de Janeiro ,2005.
        -Historia dos bairros, Tijuca, Grupo de Pesquisa em Habitação de Solo Urbano PUR-UFRJ,Index Editora, Rio de Janeiro ,1984.
        -A floresta da Tijuca , Centro de Conservação da Natureza ,Rio de Janeiro, 1966.
        -História das Ruas do Rio, Brasil Gerson, Editora Lacerda , Rio de Janeiro, 2000
        -Baixada de Jacarepaguá: Sertão e Zona Sul ,Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro,1994
        -Atlas da Evolução Urbana da Cidade do Rio de Janeiro, Ensaio,1565-1965, IHGB,1965

  4. Muito boa a sua teoria!curti

  5. Diogo said

    Muito interessante seu relato, concertesa os fatos históricos não apoiam muito a vinda de Badezir ao Brasil, mas poderia sim, ter vindo uma expedição ligada a ele, não o próprio rei.
    Infelizmente a tentativa de elevar nossas origens são muitas, lembrando o quadro da Independencia de Pedro Américo que idealiza Dom Pedro e sua tropa em belos cavalos ao margem de um belo rio, que na verdade, eles estavam montados em burros (que tem resistência muito maior) a beira do rio Ipiranga que é um rio michuruca….
    Mas é inegável as semelhanças da Pedra com os Fenicios, se for é uma mentira muito bem embasada, começando pelo rosto que há muita semenlhança com o busto do rei Badezir (caso seja verdadeira a relação da foto do busto com o rei, que se pode encontrar na internet), aquele semblante bruto, rosto quadrado..
    As inscrições na rocha lembram muito as inscrições Feníncia, mais verticais do que horizontais, e o proprio formato da pedra lembra muito uma figura zoomórfica, que dizem que o rabo do leão esta caído ali em São Conrado, fato facil de averiguar, se existiu mesmo uma rocha com forma de rabo, ela provavelmente estará despedaçada la em baixo, assim como o portal, se foi um desprendimento ou algum entalhe, ela estará caída a baixo num pedaço maior ou em milhares de pedaços, respectivamente.

    Encontrei essa reportagem que desmente cientificamente a lenda:

    http://veudemaia.blogspot.com.br/2009/03/mais-sobre-pedra-da-gavea.html

  6. Leticia Mano said

    Este foi o primeiro documento que li sobre a Pedra da Gávea com alguma consistência histórica. Sou apaixonada por este grande monumento e desde 1998 moro à frente dele. A aproximadamente 10 anos testemunho fatos interessantes na Pedra e a alguns meses resolvi investir em equipamento para registrar. Consegui alguns registros bem interessantes e estou buscando respostas. Sua experiência como trilheiro e historiador do local me ajudaria a responder algumas dúvidas. Tenho buscado respostas com alguns profissionais e até o momento, sem explicação. Para tanto peço que me responda por e-mail. Sem mais, parabéns pela matéria.

  7. Carlos Perez Gomar said

    Leticia Mano:

    Estou a disposição para o que for necessário. Moro no Itanhanga, RJ
    Se quiser ir à Pedra da Gávea ou informações, e so me contatar pdgavea@ig.com.br

    Carlos Pérez Gomar

  8. Rogerio Gomes said

    Apenas um comentario , o nosso continente nao era separado do continente africano pelo oceano atlantico logo fenicio ou cananeu ou que seja nunca navegaran em expediçao até aqui porque aqui era lá

  9. Escavações??? Investigações sobre Fenícios no Brasil???? Só quem tá afim de ir pra debaixo da terra é que vai se predispor a tal!!! Alguém aqui já tentou ler o relatório completo da viagem de Cabral para o Brasil em Portugal??? Pois vai ficar querendo porque há MUITAS PÁGINAS PROIBIDAS de serem acessadas pelo público em geral. Amigo, o interesse em deixar o Brasil com a fama de que foi formado por ladrões, prostitutas e tudo o que há de pior é UMA LEI SECRETA CONHECIDA MUNDIALMENTE por quem GOVERNA ou INVESTIGA. O buraco SEMPRE foi mais embaixo e só otário cai nessa de Cabral em 1500, hoje em dia.

  10. Katusuke Ikeda said

    Como amante dessa lenda e das trilhas que cercam nossa cidade, gostaria de situar minha opinião sobre o assunto.

    Sinceramente, pessoalmente duvido muito que a Pedra da Gávea tenha sido esculpida por fenícios ou por qualquer outro povo.
    Além das contradições e inverossímeis explicações para a origem do monumento, conforme bem explandado pelo Carlos Perez, teríamos de atentar que, para um empreendimento desses, teria sido necessário uma multidão de trabalhadores batendo pedras durante décadas e uma megainfraestrutura para sustentá-los, sendo certo que não há, até o momento, qualquer vestígio de uma civilização que tenha vivido nos arredores de São Conrado ou Barra, sob estas características.
    Se os fenícios tivessem realmente vindo e realizado o feito, certamente teria ocorrido uma interação com os indígenas, e consequentemente não seriam somente os tamoios que estariam por aqui recepcionando Cabral e os demais, mas sim os descendentes desses fenícios, ou a mistura racial deles, com todo a seu avançado sistema cultural e tecnológico da época.
    (Há três mil anos, os povos do Oriente Médio eram os mais avançados no mundo)
    Os nossos índios, mesmo quando da chegada dos portugueses, ainda viviam na idade da pedra, não possuindo tecnologia suficiente sequer para desenvolver a roda.
    Cá entre nós, mesmo hoje em dia, como iríamos esculpir uma rocha bruta daquelas?

    Dentre as muitas lendas não nos esqueçamos dos alienígenas!!!
    Tive amigos que dormiram na Pedra da Gávea no dia 25 de dezembro, pois ouvíamos falar que ocorriam fenômenos justamente no Natal.
    O resultado foi que nada aconteceu.

    Mas que os mistérios que envolvem esta montanha são instigantes, certamente os são!!!
    Todas as coincidências, os detalhes e as semelhanças são interessantíssimos e ao mesmo tempo divertidíssimos.

    A vista mais espetacular da Pedra da Gávea é do topo da Pedra Bonita, mais acima da Rampa das Asas Delta, onde se vê, de frente, este colosso (natural, fenício, indígena, alienígena ou sei lá o quê).
    Sugiro a todos essa trilha para apreciar a vista não somente da Pedra da Gávea mas de nossa cidade.

    Grande abraço a todos

  11. Michel said

    Temos que abrir nossa mente para o desconhecido… há muita coisa que não conhecemos… Não duvido da sua teoria, só peço que abra sua mente para novas teorias e espiritualidade! um abraço.

  12. fulado said

    Beleza, você disse tudo, tudo mesmo! mas não o seu NOME!!! e ai??

  13. Robson said

    Poderias nos citar fontes de teus argumentos? Algo como bibliografia ou desta sorte? Caso possas, ser- te- ia assaz grato. Abraços.

  14. Muito interessante o artigo, com a ressalva de criar sua própria teoria da conspiração quando sugere que a Sociedade Teosófica pretendeu dar a uma de suas lojas ancestralidade anterior à sua fundadora, H.P. Blavatski; que “a teosofia mistura crenças católicas com conhecimento oculto, budismo, esoterismo e com uma visão de Brasil grande”, quando é sabidamente de base hinduísta, surgiu na Europa e é eminentemente orientalista; que a teosofia teria influenciado o nazismo, quando a única coisa que tem em comum é uma apropriação indébita por parte dos nazistas de um símbolo milenar hindú (a cruz suástica).

  15. Curiosa said

    Nossa que texto cansativo e difícil de ler

  16. Luiz said

    conclusões precipitadas e superficiais de um estudo feito superficialmente. Logo de início fez uma associação com o nome de Niterói com a loja da SBE. Vou ficar quieto, somente vou até ai, temos que respeitar e compreender a consciência evolucional de cada um. Estudem, filtrem e acreditem na sua realidade. abraços.

    • Continue batendo tambor , cantando mantras , e buscando a iluminação do alto, com certeza vais ficar mais informado sobre o caso da Pedra da Gávea.Enquanto isso pesquiso o tema ha 50 anos e 456 subidas ao local. OOOOOOM !

  17. Olá

    Não sou da Teosofia ou Eubiose, nem de nenhum religião, mas uma curiosa a respeito. Vejo que é muito comum as pessoas que são mais ditas “céticas”, falarem de maneira bem simplista das religiões, principalmente as menos conhecidas do público geral, um grande erro, pois se consideram necessária a investigação (o que concordo perfeitamente), deveriam fazer o mesmo ao falarem de crenças. O que parece é q o desprezo pela crença os fazem se limitar a um olhar superficial, como se já soubessem do que se trata e inclusive resumido da maneira q vc fez dizendo coisas do tipo “querem soluções caídas do céu”… Não é bem assim não, quem se de o trabalho de buscar a respeito de ocultismo, verá que o quanto a de informações interessantes, de fato não comprováveis como a ciência convencional pede, mas nem por isso menos interessante e mais presente do que a maioria imagina. Não vá com mente negacionista e fechada olhar pras crenças antigas, porque é um grave erro, a compressão fica totalmente limitada N me refiro q vc tem q crer, mas sim pensar como o outro pra tentar entender melhor.

    Sua definição de Teosofia, que é mais recente, foi muito superficial, a salada de frutas que vc se refere é pq pra que n sabe nada do assunto, é assim que ele parece, mas há inclusive uma semelhanças entre boa parte das crenças antigas, onde a maior diferença se dá por conta de culturas distintas. Vc forma uma teoria baseada em achismos também, da mesma maneira que pra vc é a teoria dos fenícios aqui. Entendo perfeitamente se utilizar de critérios e acho isso necessário p se chegar na verdade, eu mesmo investigo com esse olhar, mas os critérios tem de ser usados em tudo, n apenas no q se acha importante. N é pq n se crê no que se está falando, q n se deve pesquisar a fundo do q se trata (me referindo a crenças). O que parece é que há uma tentativa de negar, apenas isso.

  18. Carol said

    Olá. Quando se refere a parte “E há mais coisas suspeitas nesse interesse da Teosófica com a falsa inscrição fenícia. Dizem que Badezir vem de Baal zir, e que zir significa senhor (me desculpem, mas ”sir“ pode significar senhor nas línguas anglo saxônicas, mas em linguagem púnica senhor é mlk). Dizem que Badezir significa deus maior e trocando Bad por Baal teríamos Baalzir que depois por corruptela passou a Baalzil e posteriormente a Brasil (!?).”

    Não seria uma descrição do Deus Fenicio Baal?

    Carol

  19. Josafá said

    Alguém pode fazer um bem para humanidade e scanear esse livro do Bernardo de Azevedo da Silva Ramos e disponibilizar na internet para todos. Obrigado.

  20. Aleph o iniciado said

    Muito bom , senhor parabéns obrigado por compartilhar seu conhecimento ótima pesquisa

  21. Aleph o iniciado said

    Infelizmente o trabalho da história envolve sempre atores sociais que já não estão aqui, e de fato todo estudo e produção de conhecimento de bem ou mal é tendencioso, por isso acredito que devemos sempre analisar todas as partes possíveis e imagináveis para depois de fato buscar uma síntese, perdemos muitos livros , escritos, pergaminhos em Alexandria, também com a estupidez da colonização espanhola muitos escritos valiosos se perderam além disso nem tudo é interessante do ponto de vista do capital e dos senhores do mundo, a que não há interesse em reescrever a historia.

  22. Aleph o iniciado said

    Por outro lado, acredito que temos um arquivo virtual( No Akasha) Ou melhor no astral , a que tem acesso apenas alguns e de fato a ciência despreza as coisas da fé, porem mesmo no astral existe Maya (ilusão) mais não descarto tais possibilidades em uma união de fé razão e ciência, juntas e unidas , para de fato nos aproximarmos destas coisas , desvendando esta arcano.

  23. Carlos said

    Gostei muito do artigo. Parabéns. Mas gostaria de saber se existe algum estudo à respeito do pássaro gravado em baixo relevo no Pão de Açúcar? Pássaro que lembra muito o pássaro sagrado Íbis.

  24. o que precisamos é de um novo escaneamento do local. Hoje temos drones, lanternas especiais e câmeras que permitiriam imagens melhores.
    E dizem que tem a tal gruta ao nível do mar e que teria uma escadaria por dentro. Então cadê o pessoal que ainda não foi lá ver e registrar isso?

  25. Bem, se os fenícios não eram navegadores e não singraram os mares a grandes distâncias em longas jornadas e se não cunhavam moedas de ouro e também não forneciam ouro para o Rei Salomão e se não ensinaram os portugueses a navegar e se a pedra da gávea não parece um fenício esculpido igual a pedra de Itamaraju na costa do descobrimento e que o México tem mais e maiores pirâmides do que no Egito e que os Incas teriam caminhos por toda a america do sul, até passando pelo Anhangabaú em São Paulo e que os sítios arqueológicos da america não são obras da presença antiga do homem, que os barcos de junco do lago Titicaca não são parecidos com os dos chineses antigos ou que os índios descendem de asiáticos, que a língua tupi guarani se assemelha à fala oriental, as linhas de Nazca, Machu Pichu, Maias, Astecas, Pizarro, Ataualpha, os próprios índios, se Martins o Dinamarquês descobriu a américa em 1.100, tudo é um mistério que pode ser contestado por qualquer pessoa. Tbm acho um absurdo a construção das pirâmides e as obras da idade da pedra, tanto trabalho só pra enganar o povo? A ilha de Páscoa, a entrada pelo Alaska, os Mormons na america, os neanderthais em Portugal, pirâmides na selva amazônica, enfim.. sobram vestígios e acidentes geográficos pra se crer em feitos humanos surpreendentes.
    Particularmente eu creio que o Brasil pode ter esse nome vindo de Badezir, que se pronunciado muitas vezes e rapidamente sai Brazil, Brasil e, que os portugueses já teriam uma carta e um mapa pra aportarem na costa do descobrimento que é repleta tbm de enormes pedras esculpidas ou pela natureza ou pela mão do homem. O Rio de Janeiro ou sei lá que nome poderia ter aquele lugar maravilhoso, lhe caiu bem a Pedra da Gávea e tanto trabalho pra algum maluco se dar ao trabalho de gravar aquelas inscrições malucas ou quem sabe, originais e verdadeiras.

  26. Gilberto Martins said

    Os fenicios foram os maiores navegadores da antiguidade fato amplamente aceito,desenvolveram as quilhas dos barcos,
    dominavam as técnicas de fundição do bronze,o que era um grande diferencial de suas embarcações,que alem das velas eram trirremes e por isso não temiam as calmarias que dizimou frotas de fome e sede.O mediterrâneo era o quintal de casa
    e quando as proas de seus barcos transpunham Gibraltar lançando-os no grande atlantico desciam para o sul ao sabor de uma corrente de sentido anti-horário .Dali aprox. 30º norte desciam então até as Canárias 26º e outro tanto até o arquipélago de Cabo verde ;isso para experientes marinheiros era um passeio e daí até a embocadura do amazonas tambem não era nenhum mistério,alias um extase contemplar o deus sol recolher-se a sua morada.Precisamos incluir outro fato;eram adoradores do sol e como tal era um fascínio segui-lo retardando o poente,sabiam com precisão as datas e horários dos solstícios e equinócios,o que tornava a navegação diferenciada dos demais. Tambem habitávam uma região que outrora fora uma floresta de cedros,uma das melhores madeiras para a construção naval.Podemos até imaginar os motivos da desertificação atual daquela região quando sabemos que numa época sem outra alternativa de transporte haviam milhares de grandes embarcações persas,gregas,fenicias egipcias ,cartaginesas,romanas,nórdicas etc obrigaram muitos povos a buscarem as madeiras muito alem de suas fronteiras. Bem por tudo isso fica evidente que só não chegaram onde não quiseram.

    • Ricardo Gonçalves said

      Caro Gilberto Martins.
      Muito me interessa sua linha de pensamento e bibliografia. Gostaria de indicações bibliográficas. Abraços .

  27. Os fenicios foram os maiores navegadores da antiguidade fato amplamente aceito,desenvolveram as quilhas dos barcos,
    dominavam as técnicas de fundição do bronze,o que era um grande diferencial de suas embarcações,que alem das velas eram trirremes e por isso não temiam as calmarias que dizimou frotas de fome e sede.O mediterrâneo era o quintal de casa
    e quando as proas de seus barcos transpunham Gibraltar lançando-os no grande atlantico desciam para o sul ao sabor de uma corrente de sentido -horário .Dali aprox. 30º norte desciam então até as Canárias 26º e outro tanto até o arquipélago de Cabo verde ;isso para experientes marinheiros era um passeio e daí até a embocadura do amazonas tambem não era nenhum mistério,alias um extase contemplar o deus sol recolher-se a sua morada.Precisamos incluir outro fato;eram adoradores do sol e como tal era um fascínio segui-lo retardando o poente,sabiam com precisão as datas e horários dos solstícios e equinócios,o que tornava a navegação diferenciada dos demais. Tambem habitávam uma região que outrora fora uma floresta de cedros,uma das melhores madeiras para a construção naval.Podemos até imaginar os motivos da desertificação atual daquela região quando sabemos que numa época sem outra alternativa de transporte haviam milhares de grandes embarcações persas,gregas,fenicias egipcias ,cartaginesas,romanas,nórdicas etc obrigaram muitos povos a buscarem as madeiras muito alem de suas fronteiras. Bem por tudo isso fica evidente que só não chegaram onde não quiseram.

  28. Gilberto Martins said

    Os fenicios foram eximios marinheiros e isto está fartamente documentado,desenvolveram a quilha em seus barcos o que possibilita ângulos melhores em seus rumos,tambem a fundição do bronze o que lhes permitia a fabricação de peças,lemes etc além do que seus
    barcos a vela eram trirremes e eram desenvolvidos para o transporte,não como os pesados barcos de guerra que tinham proas pesadíssimas próprias para o abalroamento,afinal eram um povo mercantil,não bélico embora Tiro sediasse a base da marinha Persa
    que resistiu por muito tempo as investidas de Alexandre.Como mercadores tinham o mediterrâneo como o quintal de casa fundaram Cartago que tinham como um entre posto comercial,mas quando as proas de seus navios ultrapassavam as colunas dde Hercules (30º norte) deparavam-se com a corrente sentido horário do grande atlântico
    que leva para o sul atingindo as canárias a 26º norte e outro tanto até o arquipélago de Cabo Verde (15º norte) isto significa a metade do caminho entre Gibraltar e a foz do Amazonas já na linha do equador, região das terríveis calmarias que dizimaram frotas de fome e sede muitos seculos mais tarde ,mas não para suas embarcações trirremes.A grande fama de bons marinheiros estava diretamente atrelada a suas crenças, sim pois eram ‘adoradores do sol’sabiam as datas e horários dos solstícios e equinócios, e tinham os sacerdotes apurados conhecimentos de astronomia e a referência da estrela polar para a navegação no hemisfério norte.Navegar para sudoeste era poder contemplar o deus sol por mais tempo que outros mortais.Bem pode-se perceber que os fenícios com todos esses recursos só não foram para onde não desejaram ir..Os registros físicos de sua presença não resistiram ao tempo de 25 a 30 seculos mas as suas crenças deixaram por aqui boas raízes.Os sacerdotes incas astecas e maias herdaram um conhecimento astronômico que não se explica de outra maneira,os sacrificios de seres humanos a adoração do sol e da lua etc o arco e a flecha esta arma universal

  29. Bento Neto said

    O clube de futebol Madureira, do Rio de Janeiro, tem nítidas origens fenícias, antes de tudo porque pratica um estilo de jogo canaânico.

  30. Muito boa reportagem!

  31. Brasil X Fenícios. Maiores navegadores em razão dos negócios comerciais, os fenícios desenvolveram técnicas de navegação marítima, tornando-se os maiores navegadores de Antiguidade. Desse modo, comerciavam com grande número de povos e em vários lugares do Mediterrâneo, guardando em segredo as rotas marítimas que descobriam. Considerável parte dos produtos comercializados pelos fenícios provinha de suas oficinas artesanais, que dedicavam à metalurgia (armas de bronze e de ferro, joias de ouro e de prata, estátuas religiosas). à fabricação de vidros coloridos e à produção de tintura de tecidos (merecem destaque os tecidos de púrpura). Por sua vez, importavam de várias regiões produtos como metais, essências aromáticas, pedras preciosas, cavalos e cereais. Tiro era a principal cidade que se dedicava ao comércio de escravos, adquirindo prisioneiros de guerra e vendendo-os aos soberanos do Oriente próximo. Expandindo suas atividades comerciais, os fenícios fundaram diversas colônias que, a princípio, serviam de bases mercantis. Encontramos colônias fenícias em lugares como Chipre, Sicília, Sardenha e sul da Espanha. No norte da África, os fenícios fundaram a importante colônia de Cartago.

  32. BRASIL X FENÍCIA E BADEZIR O PRIMOGÊNITO, em razão dos negócios comerciais, os fenícios desenvolveram técnicas de navegação marítima, tornando-se os maiores navegadores de Antiguidade. Desse modo, comerciavam com grande número de povos e em vários lugares do Mediterrâneo, guardando em segredo as rotas marítimas que descobriam. Considerável parte dos produtos comercializados pelos fenícios provinha de suas oficinas artesanais, que dedicavam à metalurgia (armas de bronze e de ferro, joias de ouro e de prata, estátuas religiosas). à fabricação de vidros coloridos e à produção de tintura de tecidos (merecem destaque os tecidos de púrpura). Por sua vez, importavam de várias regiões produtos como metais, essências aromáticas, pedras preciosas, cavalos e cereais. Tiro era a principal cidade que se dedicava ao comércio de escravos, adquirindo prisioneiros de guerra e vendendo-os aos soberanos do Oriente próximo. Expandindo suas atividades comerciais, os fenícios fundaram diversas colônias que, a princípio, serviam de bases mercantis. Encontramos colônias fenícias em lugares como Chipre, Sicília, Sardenha e sul da Espanha. No norte da África, os fenícios fundaram a importante colônia de Cartago, existem registros esculpidos em vários territoriais brasileiros que comprovam a existência dos Fenícios no Brasil.

    história dos fenícios
    Relevo de um barco fenício

  33. Carlos Perez Gomar said

    Atualizando . Este artigo sobre a Pedra da Gávea, e outros que rodam na internet já estão parcialmente defasados, uma vez que os reescrevi e ampliei, sem redirecionar nada substancialmente, mas embasando melhor o anteriormente dito. Quem quiser ter acesso aos artigos mais atualizados sobre o assunto Pedra da Gávea , consulte : carlosgomar.blogspot.com, se alguém estiver interessado em uma possível ruina pré-colombiana não reconhecida oficialmente em Natividade da Serra, São Paulo , assunto que tenho investigado com 5 visitas ao local consulte: sitioarqueologicofazendapalmeiras.blogspot.com.

  34. O povo heteu (𒌷𒄩𒀜𒌅𒊭) na Bíblia | IESJ said

    […] A língua heteia é classificada como a mais antiga língua indo-européia, e a sua escrita, tal como os contemporâneos egípcios, detinha uma escrita hieroglífica. Sua principal arma eram os temidos carros de guerra com capacidade para três pessoas (um condutor e dois guerreiros, geralmente um deles utilizando um arco), uma inovação frente aos carros de guerra de duas pessoas utilizados tradicionalmente por seus vizinhos. Coincidência ou não, alguns pesquisadores apontam grande semelhança da língua heteia com o tupi-guarani, sugerindo a presença daqueles nas futuras terras brasileiras, o que é contestado por outros. […]

  35. Claudia Bocchile said

    LUDWIG SCHWENNHAGEN – OS FENÍCIOS NO BRASIL
    Onde está essa bibliografia? É difícil, mas não impossível encontrar esse livro…
    E vai falar mais ainda de Eymar da Cunha Franco?
    http://semeandoconhecimento.com.br/o-segredo-da-pedra-da-gavea-eymar-da-cunha-franco/

    Ah, Henrique José de Souza não precisou buscar Badezir para dar ancestralidade… pra isso tinha Kunaton, budas e muitos outros que evoluiram o conhecimento do Oriente pro Ocidente…

  36. Pedro Miranda said

    Lembro de,quando criança,ter visto reportagem na revista FATOS & FOTOS,que mostrava uma íbis, creio que na Gávea. Sabes algo sobre?
    Há também a estória do “gigante adormecido” formado pelo relevo das montanhas do Rio.

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