Piramidal

Tudo o que você sempre quis saber sobre pirâmides.

Arquivo da categoria ‘Textos diversos’

Só ser bonzinho não resolve os problemas do mundo!

Publicado por luxcuritiba em maio 23, 2012

por Bruno J. Gimenes
sintonia@luzdaserra.com.br

Não dá mais para apenas ser “bonzinho”. Isso está ultrapassado, sabia?

Pois é, o Universo está andando a todo vapor, as coisas estão acontecendo, as pessoas estão se mexendo e a zona de conforto hoje em dia é uma completa ilusão. Não estou dizendo que não é possível ter paz e uma vida tranqüila, claro que é! Refiro-me aqui a ser boa pessoa, pagar as contas direitinho e não fazer mal para ninguém: isso já não é suficiente para que a pessoa tenha evolução espiritual ou apenas não vai garantir que a missão da pessoa esteja plenamente realizada. Muito longe disso!

Estamos vivendo um momento da atualidade em que o Universo está “fechado para balanço”. O que isso significa? Que estamos em franca movimentação, que tudo está sendo questionado, as prateleiras da nossa consciência estão sendo avaliadas. O nosso estoque divino está sendo questionado. Na verdade esse balanço que o Universo está fazendo refere-se a uma verdadeira auditoria na alma de cada ser que habita essa dimensão.

Você acha mesmo que ser só bonzinho, pagar as contas, honrar as obrigações e ser do bem resolve tudo? Você acha mesmo que um planeta tão doente como o nosso, aguentaria quantos anos com pessoas apenas sendo boazinhas? Nosso momento é crítico, precisamos desenvolver a bem-aventurança e um estado de consciência baseados na vontade interior de ajudar o Todo e não apenas olhar para o próprio umbigo.

O objetivo deste texto é ajudar você a despertar a sua consciência para a espiritualidade e com isso adquirir capacidade de entender que trabalhar duro para ajudar o planeta a evoluir é muito mais que uma causa nobre, é uma necessidade emergente. Por isso ser bonzinho apenas é negligência, já que o planeta está doente. Não podemos ignorar a doença, ela deve ser tratada, a consciência deve ser promovida, estimulada.

Com isso tudo, o que eu estou tentando dizer é que se você tiver a sua consciência minimamente espiritualizada, sem que ninguém precise lembrá-lo da sua responsabilidade, sua própria consciência mais compassiva irá lhe mostrar os papéis e atitudes a serem tomadas. Quando a pessoa entende que nossos irmãos, vizinhos, amigos e inimigos fazem parte de um todo em que estamos inseridos, e que esse todo recebe como reflexo as vibrações psíquicas, emocionais dessas mesmas pessoas, compreende-se que não dá para ser feliz sozinho.

Está claro que querer ajudar o próximo é uma ação de compaixão, pois baseia-se em querer ajudar a pessoa a diminuir sua dor e sofrimento. Vejo pessoas incríveis doando amor, estimuladas por uma energia linda que vem do coração. Pessoas que ajudam incondicionalmente e realmente fico extasiado com essa compaixão. Mas vale lembrar que, na verdade, isso não deveria ser chamado de compaixão e sim de bom senso!

É importante dizer que a compaixão é e será um dos principais sentimentos e energias capazes de renovar nossas mentes e corações nesse século e nesse período evolutivo da história da humanidade. Nesse caso, o que quero dizer aqui é que essa compaixão que devemos desenvolver por nosso semelhante, é apenas uma questão de inteligência.

Quanto você é espiritualizado se você não consegue perceber isso? Qual é o nível da sua consciência espiritual se você não a desenvolve através de atos simples que tornam o seu dia-a-dia e o das pessoas ao seu lado um pouco melhor?

Recentemente a humanidade experimenta um período incrível de acesso a informações, espiritualidade, religiões, etc.. Isso possibilita que finalmente as pessoas tenham a liberdade de acessar literaturas, cursos, ensinamentos, vivências, em qualquer doutrina, religião ou filosofia, o que é um presente de Deus para seus filhos que vivem na atualidade. Perceba que em nenhum período da história as pessoas puderam estudar a Bíblia, os Sutras Budistas, Os Vedas, O Bhagavad gita, o Evangelho segundo o Espiritismo, o Tao Te Ching e outros livros sagrados, todos eles juntos, sem quaisquer problemas, nunca! E isso é possível agora!

Isso tudo facilita a imersão espiritual de qualquer pessoa. Ajuda qualquer um a encontrar seus caminhos de crescimento espiritual, o que se configura ótimo instrumento de apoio para elevarmos nossas consciências.

Mas tudo é questão de equilíbrio, já que a espiritualidade é um estado de consciência. Esse estado de consciência basicamente deve anular o determinismo, o excesso de ego, a arrogância e outras inferioridades. Então, eu pergunto: se somos arrogantes, egocêntricos, dogmáticos e deterministas, que tipo de consciência espiritual é essa? Quanto espiritualizados verdadeiramente somos?

Com base nesta reflexão estou concluindo que a espiritualidade de uma pessoa é um estado de consciência que traz a capacidade de aniquilar algumas inferioridades do ego. Pois bem, então seria correto dizer que as pessoas mais espiritualizadas do mundo estão nas igrejas, nos templos, centros espíritas/espiritualistas entre outras casas denominadas como “de Deus”.

Essa seria a verdade mais sensata e coerente, não é mesmo? O que vemos na realidade não é isso… É claro que não estou generalizando. Estou querendo dizer que se espiritualidade é um estado de consciência que deveria anular as inferioridades do ego, então por que essas casas, templos e igrejas estão inundados de pessoas cheias de dogmas, paradigmas, determinismo e arrogância? Pessoas que se enchem de “razão” e que têm a coragem de teorizar conceitos espirituais, que não podem ser explicados com palavras ou raciocínio da terceira dimensão.

As pessoas se dizem espiritualizadas, só que estão convictas que o caminho certo segue essa receita ou aquela. As pessoas se dizem evoluídas, só que falam de culpa, de castigos e punições divinas. As pessoas se dizem espiritualizadas, mas discriminam os homossexuais, aidéticos, viciados e até os de outras cores de pele. E isso a gente vê todos os dias na TV, no rádio ou nas revistas. Que espiritualidade é essa que faz tanta distinção quanto ao poder aquisitivo e aparência?

A consciência espiritual traz a qualquer pessoa a noção de que somos espíritos em evolução, que nossos corpos físicos e estruturas de vida são apenas instrumento de nossa evolução e, principalmente, são temporários, impermanentes. Que ser espiritualizado é esse que não compreende essa lógica cósmica? Quão espiritualizados somos se não respeitamos os caminhos e escolhas alheias ou o livre-arbítrio de cada um?

E é isso que nos entristece: vermos que as estruturas religiosas, em sua grande maioria, estão em crise. Estão borbulhando pessoas que não são nem um pingo espiritualizadas, porque se assim fossem, jamais se fixariam apenas em uma doutrina, enraizadas como uma figueira de quarenta anos de vida, rígidas e imóveis. Penso que a verdadeira espiritualidade é um estado que transcende a isso e que seus pilares são baseados na simplicidade e leveza que vêm do canal do coração.

José Luiz Santana

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2 histórias, 2 destinos

Publicado por luxcuritiba em maio 16, 2012

Julgamos a nós mesmos pelo que nós somos capazes de fazer, enquanto os outros nos julgam pelo que já fizemos.

1ª História

Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade.

O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo.

Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, o diretor não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer.

O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo, se tivesse recebido atendimento.

2ª História

Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo mundo e, quando se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista.

Naquela hora, a vontade de Antônio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou:
- Coitado! Se ele está tão nervoso e apressado assim… Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino, pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar.

Chegando em casa, Antônio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa.

Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranqüilizou dizendo:
- Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo.

Antônio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele Senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!

Duas Histórias, Dois Destinos…

- Esteja sempre alerta para ajudar o próximo, independentemente de sua aparência ou condição financeira;
- Procure ver as pessoas além das aparências;
- Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história,  um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma.

 

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Lei da Bicicleta – Lei da Mobilidade Urbana Sustentável

Publicado por luxcuritiba em maio 14, 2012

Institui a bicicleta como modal de transporte regular em Curitiba.

Você sabia que pode fazer Leis? Isto está na Constituição.

Curitiba também prevê na sua Lei Municipal Orgânica. Estabelece para isso um mínimo de 5% do eleitorado curitibano.

São 65.000 eleitores curitibanos. Só precisa do Título de Eleitor para votar. Dá para fazer pela internet.

ATENÇÃO: Por se tratar de uma lei municipal, somente poderão votar eleitores da cidade de Curitiba.

Divulgue para seus amigos curitibanos.

https://www.votolivre.org

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Criatura bizarra é filmada no oceano

Publicado por luxcuritiba em maio 12, 2012

Ser bizarro é filmado em águas profundas por câmera da Petrobras. A criatura é formada basicamente por uma membrana e se contorce sobre si mesma para se movimentar na água.

Câmera de equipamento que estava em uma plataforma de exploração de petróleo no Golfo do México, nos Estados Unidos, captou no último dia 25 de abril a imagem de um ser marinho que é, no mínimo, estranho e tem chamado a atenção de internautas.

A gravação mostra a “criatura” invertebrada se locomovendo calmamente, lembrando até um lençol de cama, a 2.500 metros de profundidade.

O vídeo já recebeu mais 1,4 milhão de cliques no YouTube e foi feito no campo de Cascade, próximo ao estado norte-americano da Louisiana, onde a estatal mantém uma sonda de exploração de petróleo. É possível ver a logomarca da empresa no canto esquerdo do vídeo.

Um equipamento submarino registrou o vídeo e é do mesmo tipo utilizado em 2010 para verificar o vazamento de óleo proveniente de uma explosão da plataforma Deepwater Horizon, da BP, na mesma região. A empresa foi procurada pelo G1, mas ainda não se manifestou sobre o vídeo.

Segundo Álvaro Migotto, vice-diretor do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (USP), que fica em São Sebastião (SP), não se trata de algo de outro mundo, mas sim de um exemplar de medusa do gênero Deepstaria.

Segundo ele, o animal marinho vive em águas profundas e é raro de ser encontrado. “Existem duas espécies descritas desse gênero e este exemplar pode ser uma delas. Tem a medusa Deepstaria enigmatica, encontrada pela primeira vez em 1967 na costa Oeste dos Estados Unidos, e a D. reticulum, descrita em 1988. Elas são bem parecidas e é difícil distinguir”, explica.

Sites especializados afirmam que o animal é uma medusa D. enigmatica. De acordo com o Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos, existe o registro de encontro de ao menos três espécimes desta medusa em regiões próximas da Antártica.

“Por ter sido encontrada em águas profundas, é muito provável que este invertebrado necessite viver em águas frias”, disse Migotto.

Vejam algumas imagens e logo abaixo um vídeo de 6min. onde a criatura faz evoluções diante da câmera.

 

Fontes: www.petroleoetc.com.br, www.youtube.com.br


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Pensamento, de Krishnamurti

Publicado por luxcuritiba em maio 10, 2012

Jiddu Krishnamurti (Madanapalle, 11 de maio de 1895Ojai, 17 de fevereiro de 1986) foi um filósofo, escritor, e educador indiano. Entre seus temas estão incluídos revolução psicológica, meditação, conhecimento, liberdade, relações humanas, a natureza da mente, a origem do pensamento e a realização de mudanças positivas na sociedade global. Constantemente ressaltou a necessidade de uma revolução na psique de cada ser humano e enfatizou que tal revolução não poderia ser levada a cabo por nenhuma entidade externa seja religiosa, política ou social. Uma revolução que só poderia ocorrer através do autoconhecimento e da prática correta da meditação ao homem liberto de toda e qualquer forma de autoridade.

Livros publicados

  • A Busca (Poemas)
  • Cartas às Escolas
  • Comentários Sobre Viver
  • O Despertar da Sensibilidade
  • Diálogos Sobre a Vida
  • Diálogos Sobre a Visão Intuitiva
  • Diário de Krishnamurti
  • Vida e Morte de Krishnamurti
  • A Educação e o Significado da Vida
  • A Eliminação do Tempo Psicológico
  • Ensinar e Aprender
  • A Essência da Maturidade
  • Fora da Violência
  • O Futuro da Humanidade
  • O Futuro é Agora
  • Libertação dos Condicionamentos
  • Liberte-se do Passado
  • O Mistério da Compreensão
  • O Mundo Somos Nós
  • Novo Acesso à Vida
  • Novo Ente Humano
  • Novos Roteiros em Educação
  • Onde Está a Bem-Aventurança
  • O Passo Decisivo
  • Palestras com Estudantes Americanos
  • A Primeira e Última Liberdade
  • A Questão do Impossível
  • A Rede do Pensamento
  • Reflexões Sobre a Vida
  • Sobre o Amor e a Solidão
  • Sobre o Aprendizado e o Conhecimento
  • Sobre o Conflito
  • Sobre Deus
  • Sobre Liberdade
  • Sobre o Medo
  • Sobre a Mente e o Pensamento
  • Sobre a Natureza e o Meio Ambiente
  • Sobre Relacionamentos
  • Sobre a Verdade
  • Sobre a Vida e a Morte
  • Sobre o Viver Correto
  • Uma Nova Maneira de Agir
  • O Verdadeiro Objetivo da Vida
  • O Vôo da Águia
  • Acampamento em Omnen,Holanda 1937/38
  • Aos pés do Mestre

http://pt.wikipedia.org/wiki/Krishnamurti

 

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É realmente possível ver aura das pessoas

Publicado por luxcuritiba em maio 10, 2012

07.05.2012 ]

Energias humanas

Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, afirmam ter comprovado cientificamente que é possível enxergar a aura das pessoas.

A aura seria um campo de radiação luminosa que circunda uma pessoa como se fosse um halo.

Embora a aura seja usada em processos de cura por místicos desde a Antiguidade, poucos cientistas se aventuraram na área justamente pelo temor de serem associados ao misticismo, por definição algo diametralmente oposto à ciência.

Contudo, à medida que os sensores e a capacidade de medir campos de energia mais tênues vão se aprimorando, as pesquisas realmente científicas na área têm avançado, sobretudo no campo do magnetismo, embora ainda devidamente enquadradas no padrão oficial da ciência acadêmica.

Aura e efeito placebo

Segundo Emilio Gómez Milán e seus colegas, algumas pessoas, geralmente conhecidos como “curandeiros”, de fato conseguem perceber um campo de energia ao redor das pessoas.

Isto, segundo a pesquisa, se deve a um fenômeno já bem conhecido dos cientistas, chamado sinestesia, um fenômeno neuropsicológico que parece mesclar os sentidos.

Segundo o grupo, isto pode explicar cientificamente a alegada prática virtuosa dos curandeiros: sua visualização geraria um “significativo efeito placebo” nas pessoas doentes, dizem os cientistas, que de fato as leva à cura.

Sinestesia

Nas pessoas sinestetas – que apresentam a sinestesia – as regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de cada estímulo sensorial são fortemente interconectadas.

Ou seja, os sinestetas têm mais conexões sinápticas do que as pessoas “normais”.

“Essas conexões extras fazem com que elas automaticamente estabeleçam associações entre áreas do cérebro que normalmente não são conectadas,” explica o professor Gómez Milán.

Desta forma, os sinestetas podem ver ou tatear um som, sentir sabor das cores, ou formatos das palavras, entre outras inúmeras possibilidades.

O que as pessoas que conseguem visualizar auras possuem é o que os cientistas chamam de sinestesia emocional.

Qualidades de um místico curador

Os cientistas espanhóis afirmam que “nem todos os curandeiros são sinestetas, mas há uma elevada prevalência desse fenômeno entre eles. O mesmo ocorre entre pintores e artistas, por exemplo”.

Eles estudaram um médium espanhol chamado Esteban Sánchez Casas, mais conhecido como “O homem santo de Baza”.

Segundo a análise dos cientistas, a capacidade de Esteban Casas ver a aura das pessoas “é, de fato, um caso claro de sinestesia”.

Ainda segundo o artigo, o místico apresentaria quatro elementos básicos que explicariam seu “poder de cura”.

O primeiro é a sinestesia face-cor, na qual a região do cérebro responsável pelo reconhecimento facial é associada com a região de processamento de cores.

O segundo é a sinestesia toque-espelho, quando o sinesteta, ao observar uma pessoa que está sendo tocada ou que está sentido dor, consegue sentir a mesma coisa.

O terceiro é uma elevada empatia, a capacidade de sentir o que as outras pessoas estão sentindo.

Finalmente, o místico teria esquizotipia, um conceito psicológico amplo, que descreve um contínuo de características de personalidade que vão desde estados dissociativos normais e estados imaginativos, até extremos como a psicose e a esquizofrenia.

Explicações fisiológicas

“Estas habilidades fazem com que os sinestetas tenham a capacidade de fazer com que as pessoas se sintam compreendidas, o que lhes proporciona uma emotividade especial e uma capacidade de perceber a dor [dos outros],” escrevem os cientistas em seu artigo, publicado na revista Consciousness and Cognition.

À luz de suas explicações, os cientistas concluem que, “embora alguns curadores realmente tenham a capacidade para ver a aura das pessoas e sentir a dor dos outros devido à sinestesia”, seus efeitos curadores devem-se unicamente a um “significativo efeito placebo”.

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=cientistas-dizem-realmente-possivel-ver-aura-pessoas&id=7728&nl=sit

 

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Feira de adoção de animais em SP

Publicado por luxcuritiba em maio 3, 2012

Veja alguns animais que aguardam adoção:

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Estranhas configurações sobre o solo

Publicado por luxcuritiba em abril 7, 2012

Algumas estranhas formações artificiais sobre o solo, em diveras partes do mundo. Os desenhos são feitos a partir de linhas, que basicamente são estradas.

Em alguns lugares pode-se observar que o local é destinado a condomínios, pois em alguns quadrantes da formação já foram construídas casas ou sobrados. Alguns parecem tratar-se de aeroportos, pois encontram-se próximos a áreas urbanizadas. Até aí não há nenhum problema. O curioso é: porque construir condomínios justamente com estas disposições?

A maioria dessas  formações encontram-se em zonas desertas ou em regiões montanhas, no meio do nada, com nenhuma área habitada próxima.

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Contrabando na Antiguidade

Publicado por luxcuritiba em abril 7, 2012

Em 1976, os restos mumificados do faraó egípcio Ramsés, o Grande, foram exibidos no Museu da Humanidade, em Paris. Foi uma oportunidade única para os estudiosos de toda a Europa. Como as bandagens que envolviam a múmia precisavam ser substituídas, enviaram a botânicos pedaços do tecido para que fossem analisados.

A dra. Michele Lescott, do Museu de História Natural de Paris, teve a sorte de receber uma dessas pequenas amostras para estudo. Após minucioso exame, ela descobriu o que pareciam ser salpicos grudados às fibras do fragmento. Ao microscópio, eles tinham a aparência de tabaco. Ela fez várias experiências, sempre com o mesmo resultado. Disseram-lhe que a amostra de tecido devia ter sido contaminada por um trabalhador que pitava cachimbo. Entretanto, o tabaco não foi introduzido no Egito antes dos tempos modernos.

Mais de um século atrás, o rei da Bavária levou para um museu em Munique o sarcófago ornamentado – e sua múmia – de Henut Taui. (“Senhora das duas terras”: múmia feminina da 21a. dinastia, cujo sarcófago era decorado com figuras de Nut, rainha do céu. – N. da T.) Em 1992, pesquisadores deram início ao projeto de investigar seu conteúdo. Para as análises químicas, confiavam na dra. Svetla Balabanova, do Instituto de Medicina Forense de Ulm. Os resultados obtidos pelos testes que ela conduziu foram bastante desconcertantes. O corpo de Henut Taui continha grandes quantidades de cocaína e nicotina; mas, durante a Antiguidade, o tabaco só crescia nas Américas, e a coca, nos Andes bolivianos.

Como os primeiros cinco resultados positivos foram um choque, ela enviou amostras para outros três laboratórios. Mais uma vez, os resultados deram positivo e, então, ela os publicou. A reação dos acadêmicos foi feroz, como relata Balabanova:

Recebi uma pilha de cartas insultuosas, quase ameaçadoras, dizendo que eu estava fantasiando, que aquilo era uma bobagem impossível, porque já fora provado que antes de Colombo essas plantas não eram encontradas em nenhum lugar do mundo exceto as Américas.1

Contudo, os testes utilizados por Balabanova nos fios de cabelo são um método muito bem aceito para determinar o uso de drogas. Tem sido assim pelos últimos 25 anos. E não há chance de contaminação. Drogas e outras substâncias consumidas pelos seres humanos penetram nas proteínas do cabelo, onde ficam por meses, e permanecem mesmo depois da morte. Na verdade, podem permanecer ali para sempre.

Para certificar-se de que não há contaminação externa, a amostra de cabelo é lavada em álcool e, então, a própria solução usada na lavagem é testada. Se o teste da solução der negativo, mas o do cabelo der positivo, então, a droga deve estar dentro do fio de cabelo, o que significa que a pessoa consumiu droga em algum momento de sua vida. Os toxicólogos consideram a análise do cabelo uma maneira de descartar contaminação após a morte. Balabanova garante tanto seus métodos quanto os resultados obtidos:

Não há jeito de haver erros nesse tipo de teste. O método é amplamente aceito e já foi usado milhares de vezes. Se os resultados não forem genuínos, então a explicação deve estar em outra coisa qualquer, e não nos meus testes, pois tenho absoluta certeza acerca dos resultados.2

A flor de lótus poderia explicar esses resultados desconcertantes. Ele contém forte nicotina e era, de fato, usada, como mostram as inscrições no grande templo de Karnak. As inscrições mostram egípcios derramando flores de lótus numa taça, cujo conteúdo – provavelmente vinho – devia reagir com a planta e liberar, assim, a nicotina. Mas há um problema com essa solução. O nível de nicotina encontrado nas múmias era letal. Balabanova acredita que o tabaco devia ser usado no processo de mumificação. Altas doses de nicotina são bactericidas, e podiam ser usadas no processo de preservação. Será esse parte do bem guardado segredo da mumificação? Outra explicação poderia ser a de que existiam espécies de tabaco que hoje estão extintas. Os botânicos nos asseguram, porém, de que se outras antigas espécies de tabaco tivessem existido, eles saberiam.

Encontrar cocaína nesses antigos restos mortais é uma outra história, completamente diferente. De acordo com a dra. Sandy Knapp, do Museu de História Natural de Londres, encontrar cocaína em múmias egípcias é quase impossível.3 Foram realizados testes nas múmias para determinar se elas eram autênticas. Elas eram. Balabanova diz que se trata de um mistério, mas admite que seja concebível que a planta de coca fosse importada pelo Egito antes dos tempos de Colombo, a única alternativa para explicar os fatos. Poderia mesmo ter havido um comércio de drogas internacional na Antiguidade, com conexões até as Américas? Os egiptólogos, como John Baines, da Universidade de Oxford, acham essa ideia ridícula:

A ideia de que os egípcios viajassem para a América é totalmente absurda. Não conheço ninguém que exerça profissionalmente a função de egiptólogo, antropólogo ou arqueólogo que acredite seriamente em quaisquer dessas possibilidades, e também não conheço ninguém que perca tempo pesquisando nessas áreas, pois são encaradas como áreas sem significado real para a matéria.4

Mas, na verdade, há gente fazendo essa pesquisa: é o caso de Alice Kehoe, da Universidade Marquette, e de Martin Bernal, da Universidade Cornell, bem como de Robert Schoch, que apresentou sua teoria em “Voyages of the Pyramid Builders“. Kehoe acredita que há evidências tanto do contato transatlântico quanto do transpacífico entre os hemisférios oriental e ocidental, mas admite que alguns arqueólogos evitam discutir a questão. A batata-doce, afirma ela, prova isso, e há esculturas de deusas indianas segurando uma espiga de milho. Amendoins foram encontrados no oeste da China, e há outras descobertas que dão crédito a essa teoria. Bernal, professor emérito de história antiga do Mediterrâneo oriental, concorda, em teoria, e chama essas viagens às Américas de “esmagadoramente prováveis”.5

Essas opiniões são respaldadas, em parte, por ânforas romanas encontradas em 1975 em um porto brasileiro chamado Baía das Ânforas.* Alguns estudiosos sugerem que uma galera romana afundada poderia ser a origem delas, mas essa interpretação é contestada vigorosamente. Entretanto, no Brasil também há uma inscrição que aparenta ser de uma antiga linguagem mediterrânea.** E, no México, existem estatuetas de 3 mil anos de idade que ostentam barbas, uma característica desconhecida entre os nativos americanos, e também estátuas colossais que aparentam ser africanas. Esses itens foram apontados pelo autor de best-sellers Graham Hancock, em “Fingerprints ofthe Gods“.

O problema que se apresenta àqueles que compartilham tais teorias de viagens transatlânticas é a falta de artefatos para sustentá-las. Evidências físicas, tanto na África quanto na América, são difíceis de encontrar. Pode ser que os egípcios não fossem um povo de navegadores, mais pode ser também que outros povos o fossem. A questão, então, passa a ser: quem eram os viajantes transoceânicos? As opiniões se dividem. Alguns estão totalmente convencidos de que povos exploradores cruzaram os oceanos. Outros acham essa ideia absurda. Entretanto, a ciência tem um histórico de rotular teorias como absurdas e descobrir, um belo dia, que elas eram verdadeiras.

* Baía de Guanabara. Mais tarde, descobriu-se que um mergulhador italiano havia “plantado” as ânforas ali, e que elas eram, na verdade, do século XX. (N. da T.)

** Na Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, há uma inscrição gravada na rocha, escrita supostamen-te em fenício, uma linguagem semita que os estudiosos só conhecem de inscrições. A transcrição da inscrição é “LAABHTEJBARRIZDABNAISINEOFRUZT”. Como o fenício, assim como o hebraico (linguagem existente mais próxima), é escrito da direita para a esquerda, pode-se ler “TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL”, cuja tradução seria “Tiro, Fenícia, Badezir, primogénito de Jetbaal”. Badezir governou a Fenícia por volta de 850 AEC. A Fenícia ocupava a planície costeira do que é hoje o Líbano. (N. da T.)

Fonte: O Egito antes do Faraós, Edward F. Malkowski, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 2010, pp.181-184.

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A casa de cada um

Publicado por luxcuritiba em março 3, 2012

Walcyr Carrasco

Nesta época, gosto de tratar da vida. Dou a roupa que não uso mais. Livros que não pretendo reler. Envio caixas para bibliotecas. Ou abandono um volume em um shopping ou café, com uma mensagem: “Leia e passe para frente!”. Tento avaliar meus atos através de uma perspectiva maior.

Penso na história dos Três Porquinhos. Cada um construiu sua casa. Duas, o Lobo derrubou facilmente. Mas a terceira resistiu porque era sólida. Em minha opinião, contos infantis possuem grande sabedoria, além da história propriamente dita. Gosto desse especialmente.

Imagino que a vida de cada um seja semelhante a uma casa. Frágil ou sólida, depende de como é construída. Muita gente se aproxima de mim e diz: Eu tenho um sonho, quero torná-lo realidade! Estremeço. Freqüentemente, o sonho é bonito, tanto como uma casa bem pintada. Mas sem alicerces. As paredes racham, a casa cai repentinamente, e a pessoa fica só com entulho. Lamenta-se. Na minha área profissional, isso é muito comum.

Diariamente sou procurado por alguém que sonha em ser ator ou atriz sem nunca ter estudado ou feito teatro. Como é possível jogar todas as fichas em uma profissão que nem se conhece? Há quem largue tudo por uma paixão. Um amigo abandonou mulher e filho recém-nascido. A nova paixão durou até a noite na qual, no apartamento do 10º andar, a moça afirmou que podia voar. Deixa de brincadeira , ele respondeu.

Eu sei voar, sim! rebateu ela. Abriu os braços, pronta para saltar da janela. Ele a segurou. Gritou por socorro. Quase despencaram. Foi viver sozinho com um gato, lembrando-se dos bons tempos da vida doméstica, do filho, da harmonia perdida!

Algumas pessoas se preocupam só com os alicerces. Dedicam-se à vida material. Quando venta, não têm paredes para se proteger. Outras não colocam portas. Qualquer um entra na vida delas.

Tenho um amigo que não sabe dizer não (a palavra não é tão mágica quanto uma porta blindada). Empresta seu dinheiro e nunca recebe. Namora mulheres problemáticas. Vive cercado de pessoas que sugam suas energias como autênticos vampiros emocionais. Outro dia lhe perguntei: Por que deixa tanta gente ruim se aproximar de você? Garante que no próximo ano será diferente. Nada mudará enquanto não consertar a casa de sua vida.

São comuns as pessoas que não pensam no telhado. Vivem como se os dias de tempestade jamais chegassem. Quando chove, a casa delas se alaga. Ao contrário das que só cuidam dos alicerces, não se preocupam com o dia de amanhã. Certa vez uma amiga conseguiu vender um terreno valioso recebido em herança. Comentei: Agora você pode comprar um apartamento para morar. Preferiu alugar uma mansão. Mobiliou. Durante meses morou como uma rainha. Quase um ano depois, já não tinha dinheiro para botar um bife na mesa!

Aproveito as festas de fim de ano para examinar a casa que construí. Alguma parede rachou porque tomei uma atitude contra meus princípios? Deixei alguma telha quebrada? Há um assunto pendente me incomodando como uma goteira? Minha porta tem uma chave para ser bem fechada quando preciso, mas também para ser aberta quando vierem as pessoas que amo?

É um bom momento para decidir o que consertar. Para mudar alguma coisa e tornar a casa mais agradável. Sou envolvido por um sentimento muito especial.

Ao longo dos anos, cada pessoa constrói sua casa. O bom é que sempre se pode reformar, arrumar, decorar! E na eterna oportunidade de recomeçar reside a grande beleza de ser o arquiteto da própria vida.

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